BOLSONARO SABE GOVERNAR

 

Por @sssilveirado – Imbituba/SC, 23/05/2019

 

Publicado em determinado blog (link disponível aqui), cuja autoria se atribui à “Amélia” (AKA @MiriamLeitaoCom), conteúdo afirmando que o Senhor Presidente da República, @jairbolsonaro, não sabe governar.

 

Aduz, ainda que levianamente, que durante todo o tempo como parlamentar, “sua preocupação era apenas a defesa dos interesses da corporação dos militares e policiais”. Ainda bem!

 

Num país onde a corrupção, o toma-lá-dá-cá e o “jeitinho” estão intrinsecamente arraigados em todas as instituições e níveis, felizmente não em sua totalidade, um mínimo de moralidade deve ser mantida. E ainda bem que foi pelo Presidente, com os militares e policiais!

 

Poderia, para não “remar contra a maré”, ter-se deixado levar pelo status quo, ter-se corrompido. Não o fez. Felizmente.

 

Poderia, ainda, ter-se bandeado para a guerrilha, para as ações subversivas e, talvez, corresse o risco de ser pego e sair alardeando ter sido torturado. Aí, novamente, coitada da cobra.

 

Mas não o fez, felizmente. Felizmente a ele, à família e, agora, ao Brasil.

 

Se o decreto de armas tem inconstitucionalidades, tudo bem; vários outros diplomas legais em governos anteriores também tiveram excertos ou até sua totalidade declarada inconstitucional.

 

Para isto, temos o Poder Judiciário, um dos três (apenas três, ao contrário do que pretende a imprensa ao se achar o quarto poder!) poderes da República, independentes e harmônicos entre si, em conjunto com o Legislativo e o Executivo.

 

Sim, pelo tempo em que foi parlamentar, Bolsonaro pode afirmar com categoria que a classe política é o grande problema do país. E, não fosse seu compromisso em moralizar o país por completo, a imprensa estaria ao seu lado, apoiando, e não esperneando desesperada pelo fim das mamatas e falcatruas com assessorias e consultorias milionárias.

 

Os que se dizem arrependidos, em cinco meses de governo, não querem o bem do país: esperavam, já que surfaram a onda do bolsonarismo, partilhar do bolo, a exemplo da velha política.

 

Sobre o empresariado, o Presidente tem a exata noção da carga tributária à qual estão submetidos. E vem trabalhando para mudar esse cenário. Como economista que se apresenta, deveria a ex-guerrilheira fazer esta análise para o público, em vez de preferir ilações por birra, parecendo criança mimada ao ser contrariada.

 

Finalmente, quando critica o jargão “Mais Brasil e menos Brasília”, alega, patuscamente, que o Governo “não fez rigorosamente nada para descentralizar coisa alguma”.

 

Mas o discurso não é este! A ideia, a proposta, é o Estado mínimo; o mínimo de intervenção e a máquina pública enxuta, não a descentralização!!! A má-fé (recuso-me a acreditar em ignorância) é latente e digna de pena! Agoniza a imprensa. Tristes tempos.

 

Com relação a opinar sobre a educação em cada município, necessário recuperar a educação perdida para a doutrinação, desde a mais tenra idade.

 

Sobre os preços, a questão passa sim pelo mercado internacional, mas com a autossuficiência teremos condições de praticar preços menores (e aqui, novamente a economista deveria opinar tecnicamente, mas prefere não fazê-lo para não dar razão à equipe governista).

 

Finalmente, sobre o chavismo: devemos acreditar que, assim, lá na frente, a imprensa marrom apoiará o Governo, como faz com a Venezuela? Mas e a oposição, como fica? No espelho apenas? Isso, claro, se ele não rachar pelo reflexo.

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