O Brasil está passando por uma reforma. Finalmente, depois de 30 anos de esquerda no poder, temos um presidente que efetivamente representa os valores de uma sociedade conservadora, mortos no século XIX, como respeito à moral judaico-cristã, economia de mercado, valorização da cultura nacional, etc. Mas não pensem vocês que esse é um momento fácil, apenas de festa. Como a esquerda perdeu o poder, estão nesse momento fazendo uma autoanálise e vendo onde foi que erraram, para em breve voltar com seus discursos enganadores travestidos de uma falsa preocupação. Para não ser enganado, portanto, é necessário que conheçamos o inimigo e o que ele defende e principalmente o antídoto para as doenças que as ideias esquerdistas causaram na sociedade. Apresento a você 5 livros que todo conservador deveria ler para refutar esquerdistas e não cair na lábia deles:

1 – O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota, Olavo de Carvalho

Clássico do professor Olavo de Carvalho, o livro apresenta uma compilação de artigos do filósofo brasileiro que abordam estratégias da esquerda, crimes e consequências dos atos praticados por governantes canhotos (brasileiros e não) que levaram ao emburrecimento da população (como o PT fez no Brasil, destruindo a educação pública), genocídio em massa (como no Stalinismo, em que o ditador matava as pessoas dos mais variados métodos, desde fome até tortura), destruição da cultura nacional, valorização do banditismo, etc. Olavo faz ainda um alerta sobre as tentativas de implementar um governo mundial através de órgãos como a ONU, que contam com técnicos burocratas que nem eleitos foram e insistem em cagar regras no país alheio, como a ideologia de gênero, que começou a ser implantada no Brasil através dela. O livro já vendeu mais de 320 mil exemplares e é uma das obras do Olavo responsáveis por ter reconstruído a direita brasileira.

2 – A verdade sufocada, Coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra

Não há nada melhor do que comemorar o aniversário do Regime Militar aprendendo um pouco mais sobre ele. Nesta obra, que ganhou notoriedade após o Presidente Jair Bolsonaro, na época deputado federal, fazer alusão a Ustra durante a votação do impeachment de Dilma Rousseff na Câmara, o militar falecido conta a verdadeira história do Regime Militar, que de longe é a história que professores comunistas contam para doutrinar seus alunos. E ai você pergunta: “mas é claro que um cara que era militar na época da ditadura e participou vai falar bem dela”. Pois é, mas o grande diferencial desse livro é que Ustra usa, para comprovar as informações que estão no livro, apenas fontes de esquerda. É o livro de cabeceira do Presidente Jair Bolsonaro e é o tipo de livro que deveria ser dado nas escolas e exigido dos alunos leitura obrigatória.

3 – Mentiram para mim sobre o desarmamento

Há dois tipos de pessoas: as que são a favor do armamento civil e as que ainda não leram esse livro. Com uma argumentação irrefutável, Flávio Quintela e Bene Barbosa provam por A + B que o armamento civil da população não gera mais violência, muito pelo contrário, sociedades armadas tendem a ter menos crimes por haver nas mãos da população um controle de criminalidade o qual o estado não consegue fazer, dado que a polícia não é onipresente e onisciente. A concisão dos autores também é algo que merece destaque: com apenas 176 páginas, o livro, que pode ser lido na internet, massacra a argumentação desarmamentista e te mune com argumentos lógicos para desmascarar a canalhice de pessoas que são contra o armamento civil.

4 – O caminho da Servidão – F.A Hayek

Hayek foi um grande economista austríaco que viveu no século XX. Era socialista, mas depois de estudar com Ludwig von Mises, outro economista austríaco, viu que as coisas não eram bem como ele pensava, o que o fez a escrever obras que refutaram completamente o socialismo através da lógica. O caminho da servidão, que é um dos 100 livros que mais influenciaram a humanidade, foi escrito em 74 e faz críticas não só ao socialismo, mas também a regimes coletivistas, pois eles ferem os direitos naturais dos indivíduos. Há uma leitura comentada desse livro no canal Ideias Radicais, onde o Raphaël Lima explica muito bem capítulo por capítulo dessa grande obra.

5 – 1984, George Orwell

Esse livro foge um pouco da forma dos outros. Enquanto os outros 4 são livros de política sobre um determinado assunto, 1984 é um romance distópico sobre política, que lembra um pouco a série Black Mirror. No livro, o mundo foi dividido em três suporpotências: Eurásia, Oceania e Lestásia, que vivem em guerra constante e interminável, e em Londres, Inglaterra, que lá pertence à Oceania, os habitantes são regidos por um regime totalitário conhecido como “socialismo inglês”, ou “Ingsoc”, o verdadeiro nome do regime na nova língua que o governo criou. O estado é regido por um partido cujo governante persegue o individualismo e considera a liberdade de expressão um “crime de pensamento” e para policiar o que os indivíduos fazem e pensam, há o “big brother”, que além de ser um sistema de vigilância igual ao do programa da Globo, é o líder supremo do partido. Nisto, Winston Smith, funcionário do “Ministério da Verdade”, órgão do governo cuja função é mentir e reescrever jornais do passado para que não haja provas contra o governo, se apaixona por Julia, mas o partido não aprova esse relacionamento e começa a perseguir Winston. O livro é uma crítica explícita ao comunismo e tem o seu filme também, mas obviamente, o filme não é tão rico em elementos quanto o livro.

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