Os desmandos, o autoritarismo e as decisões arbitrárias do Supremo Tribunal Federal já foram temas de vários dos nossos editoriais. Sempre procuramos deixar claros os nossos valores, e o nosso apreço pela Democracia e o Estado de Direito. Por estes motivos, não poderíamos nos calar e deixar de nos manifestar contrariamente a todo o absurdo jurídico que temos visto nos últimos tempos em nosso país.

A ditadura tão alardeada pela esquerda, que ainda se esforça para emplacar a narrativa que tenta apresentar o Presidente Jair Bolsonaro como sendo um ditador, que despreza direitos básicos e persegue os seus opositores, vem sendo sistematicamente implantada pelo Poder Judiciário, mais especificamente pelo Supremo Tribunal Federal, e não pelo Poder Executivo. Todos sabemos que o Presidente da República é hoje o maior defensor da nossa Constituição, da nossa Democracia e dos direitos fundamentais de TODOS os brasileiros.

Jair Bolsonaro pode ser criticado por muitas coisas, mas ninguém pode acusá-lo de desrespeito à Constituição, de ter adotado medidas autoritárias, de ter cerceado liberdades individuais, calado a imprensa ou perseguido opositores. A maior prova de que o Presidente Bolsonaro é um democrata está no fato de termos uma imprensa asquerosa que diariamente publica narrativas tendenciosas e mentirosas a respeito do Presidente e do seu Governo, com jornalistas chegando ao ponto de desejar a morte do presidente, sem sofrer qualquer tipo de censura, ameaça ou represália.

Mas infelizmente nem todos são tratados com tamanho respeito às suas liberdades. Nem todos recebem dos servidores públicos o mesmo respeito que recebem do Presidente Jair Bolsonaro. Nem todos podem expressar de forma livre aquilo que pensam. Nem todos podem tecer críticas ao que consideram errado, pois hoje em dia, críticas se tornaram sinônimos de “ataques antidemocráticos”, e em defesa da “democracia”, jornalistas, deputados, políticos e ativistas são presos, com base em inquéritos ilegais, onde a suposta vítima é também o investigador, o acusador, o julgador e o executor da sentença.

Os limites institucionais foram ultrapassados, e é necessário que se faça o resgate da nossa democracia, que corre sérios riscos. Também precisamos lutar para que a Constituição seja cumprida e os direitos fundamentais de todos os brasileiros sejam respeitados. Não podemos tolerar que direitos básicos, como a liberdade de expressão, sejam desrespeitados por quaisquer que sejam os motivos.

Todos os anos vamos às ruas, comemorar a nossa data nacional, e fazemos isso com um imenso sentimento patriótico e um senso cívico que devem ser incentivados, nunca atacados. Neste ano, além da comemoração da nossa independência, teremos outros motivos igualmente importantes para irmos às ruas.

Não se trata de defender um governo, ou um presidente, mas sim de defender uma nação e seus cidadãos. Trata-se de defender as nossas liberdades e exigir que os Poderes que constituem o Estado brasileiro respeitem a nossa Constituição e que sejam por ela guiados. Trata-se de dar um brado retumbante, e mostrar o quanto temos apreço pela nossa pátria, pela nossa democracia, pelas nossas leis, e acima de tudo, apreço por nossa liberdade e por nossos direitos. Todos somos cidadãos e não aceitaremos ser tratados como se fossemos meros autômatos pagadores de impostos.

Não permitiremos que o autoritarismo continue avançando em nosso país. O Estado de Direito precisa e será restaurado, custe o que custar. O povo brasileiro fará valer o conceito segundo o qual todos são iguais perante a lei.

Supremo, somente o povo.

 

 

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