“Por falta de conhecimento, meu povo pereceu”

Presidente Jair Messias Bolsonaro, citando Oseias 4:6

A mais nova iniciativa do bilionário George Soros, dono da Open Society, é um think tank criado em 31 de janeiro deste ano, nos Estados Unidos, e alcunhado de Washington Brazil Office. Objetivo? Difamar o governo brasileiro e o Brasil no exterior e promover, em território nacional, um ideário totalmente estranho ao cidadão pagador de impostos.

Participam do “empreendimento” representantes indicados por ONGs do naipe de um MST, MTST, Sou da Paz e Instituto Marielle. Estão todos lá, no Conselho Consultivo.

Além deles, há “cinco embaixadores” dispostos, e provavelmente muito bem pagos, a entregar o Brasil para estrangeiros que querem governar o mundo, para isso derrubando soberanias e escravizando os nacionais. São eles, os “embaixadores”: Sonia Guajajara, Daniela Mercury, Jean Wyllys, Gregório Duvivier e Wagner Moura. (foto acima)

Essa “gente” é muito mais perigosa do que a falida revista Time, o ator mediano Leonardo DiCaprio e seus comparsas de Hollywood. Ao que tudo indica, eles são instrumentos também para as ações do think tank.

As informações foram divulgadas por Filipe G. Martins, assessor especial do Presidente Bolsonaro para Assuntos Internacionais, em uma thread publicada no Twitter e no Telegram hoje (4 de maio de 2022) e que replico a seguir. Antes de passar para a thread, destaco o alerta do Filipe G. Martins: “…cabe a cada brasileiro que se importa com o destino do Brasil, e que não deseja ver nosso país perder ainda mais sua autonomia, se conscientizar a respeito do que está por trás dessa campanha internacional de difamação ao Governo Bolsonaro, denunciá-la e respondê-la sempre à altura”.

Fale Filipe G. Martins, nós escutamos:

“1. A [revista] Time e Leonardo DiCaprio não são os únicos se intrometendo na política doméstica brasileira. Há gente muito mais perigosa do que o ator e seus colegas hollywoodianos envolvida nessa tentativa de manipular os brasileiros e afetar o desfecho da disputa eleitoral deste ano.

  1. Uma dessas pessoas é George Soros que, através da Open Society (rede de fundações e organizações globalistas), criou mais um instrumento para interferir no Brasil, desestabilizar nossa sociedade e promover grupos e indivíduos vinculados à esquerda a posições de destaque.
  1. Trata-se do “Washington Brazil Office“, think tank fundado no dia 31 de janeiro [de 2022], na capital dos Estados Unidos, com a finalidade de difamar o governo no exterior e promover, em nosso país, ideias estranhas à nossa cultura, à nossa história, às nossas tradições e ao nosso ethos político.
  1. Duas informações bastarão para lhes dar uma ideia do que Soros e seus aliados pretendem com essa organização. A primeira é que o think tank tem um Conselho Consultivo que conta com representantes indicados por ONGs como MST, MTST, APIB, Sou da Paz, e Instituto Marielle.
  1. A segunda é que o think tank também conta com um grupo de cinco “embaixadores”, pessoas que trabalharão em conjunto com organizações e políticos estrangeiros, com a finalidade de solapar nossa soberania e influenciar a política brasileira através do lobby e da propaganda.
  1. Os embaixadores escolhidos não poderiam ser mais reveladores: Sonia Guajajara, Daniela Mercury, Jean Wyllys, Gregório Duvivier e Wagner Moura — todos vinculados, de uma forma ou de outra, com a campanha de Lula e comprometidos com interesses alheios aos dos brasileiros.
  1. Segundo a própria organização, seu objetivo é se valer da localização da sede do think tank, em Washington, para defender a inocência de Lula, organizar boicotes contra produtos brasileiros e propagar desinformações junto a parlamentares americanos e outros agentes políticos.
  1. Tudo, é claro, com a finalidade de manipular os rumos da política no Brasil e influenciar o resultado eleitoral de 2022 e outras disputas políticas, em todas as esferas; da esfera governamental à cultural, da esfera educacional à informacional, da esfera legislativa à judicial.
  1. Embora alguns se apeguem às dificuldades naturais do percurso (sobretudo a uma corrente política recém-nascida e anti-hegemônica) para dizer que o resultado da eleição não importa, essa é uma visão extremamente equivocada e as forças globalistas e da esquerda sabem MUITO bem disso.
  1. Há muitos problemas que estão em um patamar civilizacional e que não podem ser resolvidos eleitoralmente, mas também há muitas questões relevantes que serão decididas neste ano — e a esquerda, dentro e fora do país, já está trabalhando para conseguir o desfecho que almeja.

11. Diante disso, cabe a cada brasileiro que se importa com o destino do Brasil, e que não deseja ver nosso país perder ainda mais sua autonomia, se conscientizar a respeito do que está por trás dessa campanha internacional de difamação ao Governo Bolsonaro, denunciá-la e respondê-la sempre à altura. Tem muita coisa em jogo, e os globalistas e a esquerda internacional estão colocando muito dinheiro para determinar os rumos políticos do Brasil de acordo com os seus próprios interesses e não de acordo com o interesse do Brasil e dos brasileiros.”

 

 

Telma Regina Matheus, para Vida Destra, 04/05/2022.                                                    Sigam-me no Twitter, vamos debater o meu artigo! @TRMatheus

 

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Ana Maria Facci
Ana Maria Facci
1 mês atrás

Precisamos conscientizar os nossos compatriotas inocentes e desinformados da verdadeira guerra que nós cerca comandada pela elite mundial: os 1% mais ricos do mundo que contrataram os 4% oportunistas traidores da pátria brasileira neste documento jornalístico acima identificados para os 5% da população da qual eu faço parte, possam informar os 90% restantes da população mundial que ainda estão “dormindo”. A corja acima identificada se dispõe a fazer o que fazem, apenas por dinheiro, sede de poder e fama! Aliás MÁ FAMA! Traidores da Pátria!