Mesmo em tempos de tanta polarização no debate público, existem alguns limites que não devem ser ultrapassados. Ainda mais por pessoas que se acham detentoras de uma credibilidade acima de qualquer julgamento feito por meros mortais.

Nessa categoria se encontram alguns políticos, juízes, artistas e, claro, jornalistas. Esses últimos, aliás, estão num patamar tão elevado que não suportam ser contestados ou questionados. Acham que suas opiniões devem ser ouvidas como se fossem emitidas por oráculos infalíveis.

Mas poucos chegaram tão baixo nessa arrogância virulenta como Bárbara Gancia. A blogueira, que dá expediente em veículos da grande mídia há anos, é pródiga em insultos e agressões histéricas nas redes sociais.

Quem já teve o desprazer de ver seu perfil no Twitter, por exemplo, pode atestar o nível chulo, preconceituoso e odioso com que trata seus alvos, que nos últimos tempos têm sido o Presidente Bolsonaro, seus apoiadores e membros do Governo Federal.

Em um deles, chama o ministro Ricardo Salles de verme e o Presidente Bolsonaro de abutre, troglodita e assassino.

Aqui, atribui a acusação padrão das hostes de esquerda ao Presidente: genocida. Banaliza um crime contra a humanidade por pura militância política.

Neste aqui, ironiza e debocha da morte de Levy Fidelix. É desprezível!

Já aqui chama de extremistas e deseja a morte dos que se manifestaram a favor de Bolsonaro no Dia do Trabalhador.

Mas a cereja do bolo foi a postagem feita sobre a motociata de apoio a Bolsonaro em São Paulo, no último dia 12 de junho.

Em uma só postagem a intrépida blogueira cometeu injúria racial, depreciou mulheres com machismo e fez uma ode homofóbica. Isso mostra o nível de histeria que está acometendo essa senhora. É digno de pena, se sua verborragia não fosse também criminosa.

Esse tipo de ataques a apoiadores de Bolsonaro é comum. Mas causa espécie quando é feito por jornalistas da grande mídia, que arrotam falsa empatia, quando estão tomados pelo ódio que julgam combater. Aliás, algo que está ficando bem frequente, e que parece contar com o aval editorial dos veículos a que pertencem.

A imparcialidade que se espera desse tipo de profissional, ainda que tenha suas preferências pessoais, fica seriamente comprometida quando ele se entrega a essa militância desavergonhada. Aliás, por muito menos, perfis de direita são bloqueados ou banidos das redes sob o argumento de combater o “ódio”.

Mas na verdade, no nicho que atua, ela é uma heroína que está combatendo as hostes bolsonaristas do mal. Uma brava defensora da classe jornalística contra os “macacos enrustidos” que não aceitam mais ser manipulados pelas almas sebosas da grande mídia.

Apesar disso, não acho que Barbara Gancia deve ser censurada ou sofrer qualquer tipo de represália junto aos seus empregadores. Mas ela deve ser confrontada e exposta diante do próprio ódio.

Portanto, aqui vai o recadinho direto a essa megera digital: o seu teclado fascista e antidemocrático não vai calar milhares de vozes decentes, honestas e trabalhadoras que não aceitam ser rotuladas por gente como você, Barbara Gancia!

Vem tranquila!

Ismael Almeida, para Vida Destra, 16/06/2021.
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Ailson Livio da Paz Mola
Ailson Livio da Paz Mola
4 meses atrás

Parabéns pela atitude e pelo comentário que por sinal muito esclarecedor.

Marcia Clemente
Marcia Clemente
4 meses atrás

Me pego pensando sobre o que aconteceu à Barbara. Por que nasceu essa agressividade toda numa criatura que ha muito tempo foi muito legal! Penso que ao se assumir, abriu um leque de possibilidades de se situar no mundo e aproveitou as piores. Dona de um linguajar chulo e improprio, não entende que cada vez mais cai no descredito da população e leva os nomes “jornalista e jornalismo” a
Patamares mais baixos dos que ja, infelizmente, estamos conhecendo.

Francisco Leal
Francisco Leal
Reply to  Marcia Clemente
4 meses atrás

Concordo plenamente com você Marcia. Existe uma expressão que está cada vez mais presente na vida dos cidadãos de bem, a “vergonha alheia”. É exatamente o que sinto em ler posts de criaturas como essa “jornalista” Bárbara Gancia”. Me pego a questionar onde encontra-se o bom senso, e mesmo a inteligência dessas criaturas, já que sabedoria não lhes pertence ou jamais lhes pertenceu. Resta-nos ficar também tristes por elas, pois o que damos à vida, recebemos de volta de forma multiplicada.