O ano de 2022 tem tudo para ser um divisor de águas na história brasileira. Muitos creem que a eleição do presidente Jair Bolsonaro, em 2018, já representou um divisor de águas na nossa história recente. Porém, após quase quatro anos de governo, vimos que apenas a sua eleição, por mais que representasse uma mudança de paradigmas, não foi suficiente para rompermos de fato com velhas práticas políticas.

Conseguimos renovar boa parte do Congresso Nacional, mas infelizmente muitos dos candidatos que fizeram suas campanhas sobre discursos de mudança, alinhados com os do presidente, se mostraram apenas interesseiros, que visavam chegar ao poder apenas para tentar abocanhar a sua parte do “bolo”. Este posicionamento de alguns políticos contribuiu para que muitos dos projetos do governo, aprovados pelas urnas, não fossem implementados, e muitas medidas acabaram “caducando” sem receber a merecida atenção por parte dos congressistas. A governabilidade foi bastante prejudicada, e o presidente fez o que esteve ao seu alcance para satisfazer interesses políticos, sem recorrer a esquemas ilegais, como os vistos no passado.

E o crescente ativismo judicial também tem prejudicado a governabilidade, com o judiciário, através do STF, interferindo em decisões do Legislativo e em decretos do Executivo. Na prática, o que temos visto é um poder querendo se sobrepor aos demais, o que é abertamente inconstitucional.

Iniciamos o ano de 2022 com as nossas liberdades em risco, e com as nossas crianças sob a ameaça da ditadura sanitária. E 2022 é um ano importante, não apenas por ser o ano das eleições para presidente, governadores, deputados federais e estaduais e senadores, mas tem sido pouco divulgado que é o ano no qual comemoraremos o bicentenário da nossa independência.

Celebraremos duzentos anos de história como nação independente, e por isso acreditamos que é um ano mais que especial para que possamos reafirmar a nossa independência, como nação, e a nossa liberdade, como indivíduos. Conservar a nossa história e os nossos valores nunca foi missão tão importante!

A América Latina vem sendo varrida por uma onda vermelha, de esquerda, e o Brasil é um dos poucos países onde os conservadores ainda detém o poder. E é um dos poucos países com um governante avesso à imposição da vacinação obrigatória contra a covid-19 e também avesso à adoção do passaporte sanitário. É um dos poucos países liderados por alguém que enfatiza o valor das liberdades individuais.

Precisaremos trabalhar duro ao longo do próximo ano, para manter as nossas liberdades individuais e para manter o país livre do jugo da esquerda. O projeto de poder da oposição não pode, em hipótese alguma, ser vencedor.

Nosso despertar cívico deverá ser consolidado em 2022, e a nossa participação na vida política do país deverá se intensificar, para que a faxina iniciada em 2018 possa prosseguir. E para que a limpeza nas instituições tenha êxito, a abstenção e a anulação do voto não podem ter lugar entre nós. Porque certamente não terão lugar entre os nossos opositores.

A vida política é feita de conquistas e derrotas que ocorrem no dia a dia. Não podemos nos deixar iludir por falsas promessas de soluções definitivas, pois os problemas sempre existirão, e a política está aí para que possamos encontrar a melhor solução possível para cada dificuldade encontrada.

Mais do que nunca, a união de todos os brasileiros que desejam preservar o nosso modo de vida, a nossa cultura e os nossos valores será necessária. Sem união, seremos facilmente vencidos pelos nossos adversários.

Nós da Revista Vida Destra desejamos que o ano de 2022 seja um ano de mudanças positivas, e que Deus esteja guiando os nossos passos e as nossas atitudes, para que possamos permanecer no caminho do bem, e para que o nosso país possa seguir sendo um refúgio aos amantes da liberdade!

 

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