É certo que o dia 7 de setembro de 2021 entrou para a história brasileira. Afinal, foi neste dia que o povo brasileiro foi às ruas de todo o país, gritar ao mundo a sua insatisfação com as atitudes ilegais, arbitrárias e autoritárias vindas do Supremo Tribunal Federal. A nossa corte constitucional há tempos vem desrespeitando a nossa Constituição, e até o cidadão mais simples já percebeu que os limites legais e democráticos foram ultrapassados.

Por mais que a cobertura midiática tenha insistido com a narrativa dos “atos antidemocráticos”, nenhuma pessoa que conheça o conceito de democracia poderá considerar antidemocrática uma manifestação popular amparada pela própria Constituição. Sabemos que a velha e caquética mídia brasileira hoje só representa aqueles que creem numa democracia sem povo, ou onde o povo participe apenas a cada quatro anos, em eleições que utilizam urnas eletrônicas não auditáveis. O povo mostrou de forma inequívoca, que já não suporta mais ser tratado como antidemocrático, sendo tachado de “nazista” e “fascista”, como se não fosse capaz de enxergar e compreender por si mesmo tudo o que está ocorrendo. O povo disse: BASTA!

O povo disse basta aos desmandos autoritários; basta de instituições coniventes com atos ilegais; basta de ver nossa Constituição ser sistematicamente violada; basta de representantes que não o representa; basta de receber os piores rótulos, quando são outros os que os merecem; basta de ver os bons sendo injustiçados enquanto os maus seguem impunes em seus delitos; Basta!

E o brado do povo brasileiro foi ouvido por aquele que o próprio povo, em sua maioria, escolheu: o Presidente Jair Bolsonaro. E o Presidente adotou a postura de defensor do seu povo, ouvindo o clamor que tem sido reiteradamente ignorado por outras autoridades, eleitas e não eleitas, que deveriam ser servidoras da sociedade brasileira.

Jair Bolsonaro, em sua fala durante as manifestações realizadas na Avenida Paulista, deixou clara uma ruptura. Mas não uma ruptura institucional, como muitos afirmavam que ele faria, mas uma ruptura com a situação atual, na qual a democracia e o Estado de Direito foram violados. O presidente aguardou que os integrantes dos outros Poderes da República caíssem em si, e tivessem a humildade de reconhecer, por si mesmos, os erros cometidos, e fizessem um retorno voluntário às práticas democráticas. O presidente deixou claro que o tempo de aguardar a manifestação da boa vontade alheia acabou, bem como a paciência do povo brasileiro.

O Presidente Jair Bolsonaro deixou claro que não ficará apenas na retórica, e que tomará medidas legais para que todos os membros das nossas instituições de Estado voltem a agir segundo as suas prerrogativas definidas em lei. Nenhuma decisão judicial inconstitucional será cumprida pelo presidente. E serão tomadas todas as medidas constitucionais necessárias para que o equilíbrio institucional seja restabelecido. Não será uma tarefa fácil mas, amparado pelo maciço apoio popular, o presidente mostrou disposição para fazer o que for necessário para acabar com as atuais ameaças à nossa democracia e ao Estado de Direito.

O Presidente está disposto a desmantelar a ditadura da toga, para que os brasileiros possam voltar a desfrutar de todos os seus direitos fundamentais, garantidos pela nossa Constituição.

Nossa Carta Magna será resgatada, e voltara a ser o guia institucional do país. E o Brasil voltará a ter Justiça, que aplicará a lei de forma imparcial e equilibrada. É o que todos esperamos, e estaremos atentos aos próximos movimentos, pois certamente haverá muita resistência daqueles que se beneficiam com o atual estado de coisas. Estamos atentos!

 

 

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