Por Vinicius Mariano                                                                              @viniciussexto

 

O perfil no Twitter do grupo de hackers Anonymous informou, no sábado (12), que o ex-militante do PSOL Adélio Bispo disse, no depoimento à Polícia Federal (PF), que a referida tentativa de homicídio com facada do à época candidato e atual presidente, Jair Bolsonaro (PL), foi encomendada pela campanha de Fernando Haddad (PT), em 2018. O perfil do grupo, que aparentemente se identifica como esquerda, ressaltou ter “certeza que Adélio foi coagido”, mas não apresentou, até o presente momento, nenhuma prova da declaração de Adélio ou da suposta coação. A Polícia Federal também não se manifestou sobre as declarações.

Em maio de 2020, a PF concluiu, pela segunda vez, que Adélio agiu sozinho no caso da facada, isto é, ninguém o mandou tentar matar Jair Bolsonaro. No entanto, em novembro do ano passado, o TRF-1 autorizou a reabertura do caso. Um novo delegado assumiu as investigações para saber se Adélio Bispo de Oliveira teve ajuda ou recebeu ordens de outras pessoas para matar Bolsonaro.

Teorias da conspiração

Comprovada pelos médicos que atenderam Bolsonaro após o ocorrido e por Adélio Bispo, opositores de esquerda afirmam que o que Bolsonaro de fato sofreu foi uma “fakeada”, isto é, que a facada em si foi uma encenação, mesmo o responsável tendo confessado tal ato e estando preso por tê-lo praticado. Em setembro de 2021, o deputado federal Alexandre Frota (PSDB-SP) protocolou um pedido de abertura de CPI para investigar o caso, afirmando que a facada deu a vitória ao presidente. “Bolsonaro tinha 8 segundos de televisão e passou a ter 24 horas. Foi na facada que ele ganhou as eleições”, disse Frota.

 

*Esta notícia pode ser atualizada a qualquer momento

 

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