É comum em anos eleitorais que os escândalos envolvendo políticos aumentem. No Brasil, porém, desde a posse do Presidente Jair Bolsonaro, em janeiro de 2019, os escândalos se sucedem. Mas não envolvem o presidente, e sim políticos que em sua maioria trabalham dia e noite procurando formas de enfraquecer o atual mandatário da nação.

Ao longo do mandato do Presidente Bolsonaro, foram inúmeros os casos de políticos que tentaram, em vão, atacar o presidente e minar a sua credibilidade junto aos eleitores. E muitos foram os ditos apoiadores que não só viraram as costas ao presidente, mas também passaram a atacá-lo de forma covarde. O caso mais notório é o do ex-juiz e ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sérgio Moro.

Homem que desfrutava da reputação de herói nacional, por sua atuação como juiz nos casos criminosos apurados pela Operação Lava Jato, Moro foi do céu ao inferno por conta de suas decisões políticas. De um dos principais ministros do governo Bolsonaro, Moro se tornou um pária não só entre os apoiadores do presidente, mas também junto àqueles que se dispuseram a apoiá-lo e que acreditaram na sua “biografia” e no seu capital político, hoje sabidamente inexistente.

Apesar de ser revoltante a qualquer pessoa de bem, os escândalos políticos mostram de forma escancarada a seriedade (ou a falta dela) com a qual os políticos pensam sobre os problemas e o futuro do país. Nossa classe política, com raras e honrosas exceções, não leva a sério os debates relevantes a respeito dos problemas que afligem a população, e muitos se prestam apenas a defender pautas que em nada melhoram a vida das pessoas.

Por mais difícil e desgastante que seja, devemos acompanhar atentamente todos os escândalos envolvendo aqueles que pretendem se candidatar a cargos públicos, ou que já os ocupem, e devemos expulsar da vida pública todos aqueles envolvidos em atos ilícitos ou imorais e que mostrem que só ingressaram na política pensando em si mesmos.

Todo candidato a cargo público deve ser capacitado a servir àqueles que o elegeram. Deve ter desprendimento e apurado senso de dever cívico. Não são exigências impossíveis de serem atendidas, mas são imprescindíveis para o exercício de cargos eletivos.

Quem se dispuser a concorrer nestas eleições deve colocar os interesses do país e da sociedade em primeiro lugar. E todos aqueles que se importarem apenas com seus próprios interesses ou com a sua própria biografia, que jamais consigam chegar ao poder. E cabe a nós impedir que estas pessoas sejam eleitas.

 

 

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José Mário Araújo
José Mário Araújo
2 meses atrás

Bom domingo a todos.
Tenho dito e não é de hoje: NUNCA FOI TÃO FÁCIL ESCOLHER UM PRESIDENTE, e não a toa o povo brasileiro tem mostrado nas ruas que sim, É JAIR BOLSONARO de novo!
Abraços a todos!