Quem trabalha, estuda, cuida da família e dos afazeres de casa, certamente não possui muito tempo para acompanhar tudo que acontece no mundo, ainda mais no mundo atual, em que diversas informações são geradas a cada segundo.

Para ajudar a confundir o cidadão entre tanta informação, temos uma mídia e um jornalismo militantes que, por muitas vezes, acabam colocando o profissionalismo do lado e agindo como ativistas de suas ideologias, falsificando reportagens e gerando, na sociedade, uma espécie de decadência de informações.

No Brasil, isso acontece devido ao fato de haver uma hegemonia da esquerda nos meios culturais (universidades, teatro, mídia etc.). Logo, pela ausência da ideologia oposta, conservadora, esses meios acabam fazendo a cabeça de milhões de pessoas, que sequer se questionam se o que estão lendo, ouvindo ou vendo é verdade ou não. Isso significa, no fundo, que a mídia possui poder de “controlar” o pensamento das pessoas pelas coisas que mostram (muitas vezes falsificadas!) e, principalmente, pelas coisas que não mostram, ou que mostram pela metade. Esses são alguns dos “vacilos” que a esquerda, seja nacional, seja internacional, cometem.

Esses “vacilos” são comparáveis a atitudes de crianças birrentas, mas para espanto geral, são praticados por jovens e adultos que já atingiram (ou deveriam ter atingido) um certo nível de maturidade, que os deveria impedir de cometer tais atos. Aparentemente não foi o que ocorreu, o que nos leva a crer que a ideologia de esquerda além de destruir valores morais, éticos, econômicos, lógicos e estéticos destrói também a maturidade do ser humano. As provas disso estão ai para quem quiser ver.

Para mostrar que a debilidade esquerdista não é exclusividade da esquerda brasileira, vamos avançar um pouco e ir para a Terra do Tio Sam, onde nosso parceiro ideológico Donald Trump é o presidente.

Jussie Smollett é um ator norte americano negro e homossexual, ou seja, está no “topo” da pirâmide da opressão inventada pela esquerda, o que o torna um dos queridinhos da mídia norte americana infectada pela ideologia canhota. Acontece que Smollett, que atuava, na época, na série “Empire”, queria conseguir um aumento de qualquer forma, então o que ele fez? Contratou dois atores e simulou uma agressão homofóbica e racista, em que os atores usavam bonés com o slogan de Donald Trump e ao “agredir” Smollett, gritavam palavras a favor do presidente norte americano. Tudo isso para aparecer na mídia e conseguir o tal aumento.

Não deu outra: após a agressão, chegou no hotel e somente ligou para a Polícia de Chicago depois de 40 minutos do ocorrido, inventando uma história cheia de furos, que, para a mídia, foi o suficiente para colocá-lo nas manchetes vitimistas, que alegavam que Donald Trump e seus eleitores eram fascistas intolerantes.

Porém, feitas as investigações, a Polícia de Chicago, que não é nada burra, descobriu toda a ladainha e mentiras inventadas e prendeu o ator. Mas ai já era tarde, a imagem de Trump e da direita já havia sido manchada e a mídia fez pouco caso do assunto! Inclusive uma senadora democrata chamada Kamala Harris disse ter ficado “triste com a mentira do ator”, ou seja, ela ficou triste porque o crime de ódio NÃO ACONTECEU.

Essas atitudes da esquerda, seja do ator, seja da Senadora, mostra um certo desrespeito e falta de empatia pelos verdadeiros crimes de ódio que acontecem em função de sexualidade e raça, que nos EUA são mais comuns que no Brasil.

Mas não se deixem enganar, não é só nas terras norte americanas que essas baixarias acontecem, aqui no Brasil também há muito desse tipo de coisa!

Na época da eleição que levou Jair Bolsonaro à Presidência da República, por exemplo, uma guria apareceu e disse ter sofrido “um ataque nazista de eleitores do Bolsonaro, que tatuaram nela uma suástica”. Tal como nos EUA, não deu outra: Folha de São Paulo, Mídia Ninja e Carta Capital postaram suas manchetes e notícias sensacionalistas que contavam a versão da guria, tão verdadeira quanto a honestidade de Luiz Inácio.

Feitas as investigações, a Polícia concluiu que a suástica foi fruto de auto mutilação, ou seja, a própria garota fez a suástica nela mesma, e, como todo esquerdista não costuma bater muito bem da cabeça, fez ao contrário: sequer tratava-se de uma suástica nazista, o que foi feito era um simbolo budista chamado “manji”, que é uma suástica invertida. Muito provavelmente a menina usou um espelho para fazer e esqueceu-se de que o espelho inverte a imagem da esquerda para a direita, algo aprendido nas aulas de física quando você as assiste ao invés de matá-as para fazer proselitismo político partidário.

Voltando para as terras norte americanas, para provar que a esquerda é doentia no mundo inteiro, vamos falar do caso da família Gibson, que possui uma padaria em Ohio que fica colada na Universidade de Oberlin. Acontece que um jovem negro entrou na padaria junto de dois colegas e praticaram o que nos Estados Unidos é chamado de shoplifting, que é quando uma pessoa entra numa loja, rouba algo, esconde embaixo da camisa ou no bolso e vai embora, em outras palavras, é um furto. Pois bem, o filho do dono, que estava no caixa do estabelecimento, viu que os jovens haviam roubado duas garrafas de vinho do estabelecimento na hora de pagar o que haviam pegado e quando foi tirar foto do jovem assaltante, este lhe deu um tapa na cara e saiu correndo. O filho do dono saiu correndo atrás e conseguiu imobilizá-los, recuperar o que foi roubado, para o que foi preciso certa energia – nada de injusto até então.

Os estudantes foram levados à delegacia e todo o trâmite burocrático foi feito, mas a Universidade não deixou barato: os alunos, professores e até diretores começaram a promover um verdadeiro boicote e assassinato de reputações à padaria dos Gibsons na fachada do próprio estabelecimento, com cartazes acusando-os, claro, de “racismo”, simplesmente porque o filho do dono da padaria impediu um jovem negro de roubar seu estabelecimento! Depois de um tempo, os 3 jovens ladrões confessaram que de fato tentaram roubar e que o filho dos Gibsons não havia tomado nenhuma atitude “racista”, mas sim recuperou o que foi roubado, mas ai já era tarde, a reputação da padaria fora destruída pela universidade, então o que os Gibsons fizeram? Processaram a e o valor, em indenizações, que a Universidade terá de pagar a eles será algo por volta de 11 milhões de dólares pelas acusações falsas de racismo.

Pasmem: a Universidade ainda teve a pachorra de falar aos Gibsons que, se isso acontecesse novamente, eles deixassem os jovens roubar e mandassem a conta à Universidade, algo que beira o ridículo, mas que mostra a verdadeira face de irresponsabilidade da esquerda.

De volta para a nossa terra, vamos agora ao nordeste, a região que a esquerda diz que “carrega o Brasil nas costas”, mas que é a mais homofóbica do país e também reduto eleitoral do Partido dos Trabalhadores. Em 2017, na UFPE – Universidade Federal de Pernambuco – um grupo de alunos conservadores assistiram ao documentário “O Jardim das Aflições”, do filósofo conservador Olavo de Carvalho. Acontece que ao término do filme, no corredor, havia um exército de pessoas de esquerda, que “defendem o debate de ideias, a tolerância e a democracia”, esperando os alunos que acabaram de assistir ao filme de Olavo de Carvalho em um “corredor polonês”. O exército de esquerdistas gritavam palavras de ódio e ameaçavam agredir os que acabaram de deixar a sala de vídeo. Felizmente os alunos conservadores conseguiram sair ilesos e e sem agressão, mas isso foi por pouco.

Em outro episódio recente, na USP, um grupo de pessoas do Movimento Conservador, dentre eles uma mulher, foi vítima de agressão por parte de um grupo de alunos “progressistas”, pelo fato de os membros do Movimento Conservador estarem lá para um debate sobre o programa “Escola sem Partido”, o que mostra como a esquerda é intolerante e perigosa.

Todos esses episódios mostram a verdadeira face da esquerda, que se assemelha muito a de uma criança birrenta e mimada, que não sabe ouvir não e não possui ainda os requisitos mínimos necessários para conviver em sociedade com as demais pessoas normais, que partilham da tolerância e respeito às opiniões contrárias.

Esse comportamento histérico, coletivo e “politicamente correto”, que mais parece uma oligofrenia em massa, foi o grande responsável pela eleição de Jair Bolsonaro, Donald Trump e outros líderes da direita que têm conquistado países depois de anos de governo esquerdista, como o próprio Brasil e o mais recente, Uruguai: ninguém mais suporta tanta desfaçatez! Agora, aguentem!

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