Todos nós sabemos o quanto os governos esquerdistas atacaram e destruíram muitos dos valores da nossa sociedade. Em nome de um projeto de poder, atacaram sem dó todas as instituições brasileiras, e em muitos casos não deixaram pedra sobre pedra! Isto não é novidade para ninguém! Com a vitória e posse do presidente Jair Bolsonaro, muitos pensaram que os ataques cessariam, já que agora é a Direita que está no poder. Ledo engano! Os ataques não só prosseguem, como se tornaram mais intensos, pois se antes o objetivo destes ataques era permitir à esquerda se perpetuar no poder, hoje eles são utilizados também para a retomada do poder perdido.

A economia, embora tenha sido destroçada pelas políticas esquerdistas, é uma das áreas cuja recuperação ocorrerá rapidamente. Após um ano de governo Bolsonaro, o trabalho conjunto de ministérios como Economia, Infraestrutura, Agricultura, Ciência e Tecnologia e Relações Exteriores, apenas para citar alguns, já mostra resultados sólidos. Mas esta não é a área atacada que mais necessita da nossa atenção. Como eu disse, a economia pode ser recuperada em poucos anos, desde que tomadas as medidas corretivas adequadas.

A nossa economia está bem encaminhada, nas mãos competentes de Paulo Guedes. Agora todos nós precisamos voltar os nossos olhos e os nossos esforços para aquela que é a base da sociedade brasileira: a família! Aliás, a família não é a base apenas da sociedade brasileira, mas é a base de qualquer sociedade humana, em qualquer lugar do mundo! E por isso, vem sendo atacada de forma orquestrada no mundo todo!

A família brasileira foi intensamente atacada durante as últimas décadas, muito antes dos governos de esquerda. A relativização cultural já atacava os valores tradicionais da família brasileira muito antes da redemocratização. Estes ataques ocorreram através da cultura, da educação, e já durante os governos de esquerda, através do ataque aos valores morais e religiosos, e do ataque direto à infância, à autoridade paternal, e à própria definição de homem e mulher.

Aos poucos, através de produções culturais, como as novelas, as bases morais da sociedade brasileira foram minadas, até permitir que os ataques se intensificassem, colocando abaixo muitos conceitos que nortearam nossa sociedade durante séculos. Os conceitos de certo e errado foram sendo relaxados e relativizados, com as pessoas passando a ser menos críticas e mais tolerantes com posturas antes consideradas condenáveis e inaceitáveis. Ao mesmo tempo que a cultura alterava aos poucos os conceitos morais de certo e errado, o sistema educacional produzia pessoas que saíam das escolas com conceitos totalmente deturpados da nossa história, valorizando fatos e eventos históricos que na verdade só causaram dor e sofrimento. Produziram pessoas capazes de venerar genocidas, ditadores e pessoas que trabalharam de forma incansável para destruir aqueles que não compartilhassem de sua visão de mundo!

Mas para conseguir construir a sua “sociedade perfeita”, os esquerdistas precisavam garantir que a sociedade não retrocedesse aos valores anteriores, e para isso, nada melhor que atacar e destruir a base da sociedade, a família, colocando algo totalmente diferente em seu lugar. Desta forma, a nova sociedade sonhada pela esquerda estaria alicerçada em uma base que seria virtualmente indestrutível.

Para isso, começaram atacando os papéis de homens e mulheres, e foram intensificando este ataque até chegar ao ponto de atacar a própria definição do que é ser homem e o que é ser mulher. A natureza e a biologia foram deixadas de lado, agora cada pessoa define o que quer ser, mesmo que para isso precise ignorar os seus genes e passar por cirurgias e tratamentos hormonais. Se homens e mulheres já não conhecem o seu papel, isto coloca em xeque outra instituição basilar, o casamento! Se a família é a base da sociedade, a base da família é o casamento! Se homens e mulheres desconhecem os seus papéis, esta instituição fica enfraquecida. Os ataques aos valores morais e religiosos, somados ao incentivo à libertinagem sexual, deturpou esta importante instituição social e enfraqueceu as famílias.

Com homens e mulheres desconhecendo os seus papéis, os casamentos passaram a durar cada vez menos. E estes casais, ao terem filhos, se tornaram incapazes de proporcionar a educação mínima necessária para que estas crianças se desenvolvessem de forma saudável. E, num círculo vicioso, estas crianças que cresceram em lares sem valores morais, com pais que sequer sabem quais são os seus papéis e como exercê-los, acabaram sendo incentivadas a uma iniciação sexual precoce, ao desprezo aos estudos, se agarrando a valores que as transformaram em militantes incapazes de perceber que foram doutrinadas desde o nascimento e são apenas os peões em um jogo de poder. Por pior que tudo isso seja, é a mais pura verdade, e podemos constatar isso facilmente ao nosso redor.

E graças a Deus, temos visto pessoas engajadas numa luta pesada para reverter esta situação, tanto dentro como fora do governo. No governo, vemos o ministro da Educação Abraham Weintraub lutando para acabar com o aparelhamento ideológico esquerdista que está entranhado na estrutura do sistema educacional brasileiro, para que nossas crianças possam finalmente ter acesso a uma educação de qualidade. A ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, também tem trabalhado de forma intensa, propondo medidas que visam combater as causas dos males que afligem nossas famílias. E ambos os ministros estão no caminho correto, como os ataques ferozes contra eles comprovam.

Fora do governo vemos o esforço de muitos líderes religiosos e comunitários que fazem um trabalho sério de orientação para casais, famílias, jovens, sempre buscando restaurar os valores morais que foram perdidos e que são tão atacados hoje. A valorização da figura masculina, sem essa frescura de masculinidade tóxica; da figura feminina, sem os exageros do feminismo que não defende a mulher, mas uma ideologia; da autoridade do pai e da mãe e do papel filial, ajudam a resgatar o valor da família tradicional. E que fique claro, nada contra as outras famílias, apenas creio que os direitos da maioria devem prevalecer, e não ser substituídos pelos da minoria, que também devem ser respeitados! Como conservador, quero de volta o Brasil onde homem é homem e mulher é mulher! Onde menino veste azul e menina veste rosa, onde os meninos jogam futebol descalços, e as meninas brincam de casinha e são chamadas de princesa! Onde os homens se portam como cavalheiros e as mulheres como damas! Onde o respeito ao ser humano não dependa da cor da sua pele, ou da sua orientação sexual, sua classe social, sua religião ou posicionamento político. Onde o politicamente correto possa ser colocado definitivamente na lata de lixo!

O futuro do Brasil depende das pessoas que formaremos hoje. E a formação dessas pessoas depende das famílias brasileiras. Não cabe ao Estado brasileiro resolver todos os problemas sozinho. Estes problemas citados só podem ser resolvidos pela própria sociedade. Ao governo cabe apenas fornecer as ferramentas necessárias. Mas o trabalho é nosso! Nossos incansáveis ministros estão fazendo a sua parte para reverter os estragos causados pela esquerda. Agora, nós precisamos arregaçar as mangas e fazer a nossa parte. Ninguém disse que seria fácil, o trabalho será árduo! O Brasil do futuro começa dentro dos nossos próprios lares!!

Sander Souza, direto do Japão para Vida Destra, 7/02/2020

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