Desde que começou a pandemia de coronavírus, em março de 2020, muito tem se falado sobre o uso do lockdown como uma possível solução para a crise sanitária que vivemos. As análises a favor da implementação – total ou parcial dessa medida – beneficiaram governantes que aproveitaram o colapso na saúde para avançar com o aparato do estado sobre direitos individuais básicos, além, é claro, de desviarem milhões de reais e praticarem todo o tipo de ato de corrupção.

Se você acha que o Brasil, com seus governadores enrolados em processos de impeachment e secretários sendo presos, foi o único a sofrer com isso está enganado. Na Alemanha, por exemplo, parlamentares do partido CDU (Democracia Cristã) da atual chanceler Ângela Merkel foram beneficiados com insumos vindos da China, o que garantiu a alguns uns bons milhões para suas empresas privadas, como foi o caso dos deputados Nikolas Löbel e Georg Nüßlein. A Alemanha também sofreu com a degradação de direitos básicos: o CDU de Merkel tentou passar uma lei no parlamento que daria superpoderes, que exorbitariam os mais básicos direitos individuais, para o ministro da Saúde do atual governo, Jens Spahn, um lobista de empresas de saúde dentro do parlamento alemão, além de aumentar o poder autoritário do estado por tempo indeterminado enquanto a pandemia vigore. Essa lei praticamente legalizaria a ditadura na Alemanha, até porque esses pontos – bem como outros – se parecem muito com alguns do Decreto do Presidente do Reich para a Proteção do Povo e do Estado, editado pelo presidente da Alemanha em 1933, Paul von Hindenburg, que deu superpoderes ao cara do bigode (sim, é do Hitler que estamos falando) após um jovem revoltado ter colocado fogo no parlamento.

Voltando ao nosso tema central, será, claro, impossível fazer uma análise de todos os países do mundo. Aliás, isso daria uma boa tese de mestrado na área de estatística ou ciência de dados, então, como nosso tempo e demais recursos são limitados, limitar-nos-emos a analisar 1 país que não fez lockdown (Suécia), um país da Europa que aplicou essa medida de uma forma bem severa (Bélgica), dois estados americanos que impuseram medidas de confinamento leves ou não impuseram nenhuma (Flórida e Dakota do Sul, respectivamente) e dois que impuseram tais medidas de forma bem restritiva (Nova Iorque e Nova Jersey), além do Brasil, mais especificamente o estado de São Paulo, que teve medidas de abertura quase que total do comércio e quase de fechamento completo deste ao longo de 2020.

Antes de começarmos, temos que partir de uma definição básica do que estamos analisando. Desta forma, podemos entender o lockdown como a imposição de cima para baixo (isto é, do governo para o povo) de uma medida de bloqueio total de atividades econômicas e/ou de direitos individuais básicos que consegue conter a proliferação de um vírus contagioso. Essa definição inicial é necessária para sabermos do que estamos falando e verificar se a premissa lockdown funciona para conter o coronavírus é verdadeira ou falsa. Ademais, tal definição também é fundamental para verificarmos a validade dessa outra premissa: se o lockdown – isto é, o trancamento total das atividades – funciona, então o quase lockdown – o trancamento parcial das atividades – funciona em menor escala, de modo que quanto mais um país feche suas atividades (isto é, quanto mais políticas pró lockdown ele tomar), menos casos e mortos ele terá. Já vou adiantando que ambas premissas são falsas, no entanto, falta mostrar o porquê, que é o que vamos começar a fazer a partir de agora.

Vamos começar analisando a Bélgica, um país com 11.420.163 milhões de pessoas e idade média de 41,9 anos. No momento em que este artigo está sendo escrito, isto é, 27 de março de 2021, o site worldometers nos fornece as seguintes estatísticas de covid-19 para a Bélgica: 849.090 mil casos, 22.786 mil mortes, 73.031 casos para cada 1 milhão de habitantes e 1.994 mortes para cada um milhão de habitantes, além dos seguintes gráficos de casos e mortes:

Casos e óbitos por Covid-19 na Bélgica | Foto: Worldometers

Já em relação à Suécia, com seus 10,14 milhões de habitantes e população de idade média de 41.1 anos, o mesmo site nos fornece as seguintes informações: 780.018 casos, 13.402 mortes, 76.261 casos para cada 1 milhão de habitantes e 1.318 mortos para cada 1 milhão de habitantes, além dos seguintes gráficos de casos e mortes:

Casos e óbitos de Covid-19 na Suécia | Foto: Worldometers

Ao analisar os gráficos e os números de casos, inclusive casos por 1 milhão de habitantes, vemos que Bélgica e Suécia estão quase iguais, com a diferença de que a Bélgica fez lockdown, o que não foi capaz de reduzir a propagação do vírus, porque, se tivesse, o número de casos por 1 milhão de habitantes seria muito menor que na Suécia, que não havia tomado tais medidas ano passado. Isso poderia ser explicado, de certa forma, pela densidade populacional, isto é, por quantas pessoas há por quilômetro quadrado em cada um dos países. Na Bélgica, por possuir um território menor, é certo que há mais pessoas por quilômetro quadrado que na Suécia, mas se na Bélgica teve lockdown e as pessoas estavam em casa, esse dado não é lá tão relevante, pois, como diz a teoria do lockdown – repetida pelos seus crentes como um imperativo categórico de um decreto divino – se as pessoas estão em casa, o vírus deixa de circular, ou pelo menos tem uma queda extremamente grande em sua circulação, o que não se verificou na Bélgica. A circulação do coronavírus em países que fizeram lockdown pode ser explicada pelo fato desse vírus ser pouco letal (a média mundial é de 2,65%) e, por isso, suas chances de se espalhar são maiores, visto que muitas pessoas que o pegam têm apenas uma gripe comum ou perda do paladar ou olfato ao invés de morrerem e ficarem impedidas de funcionarem como um vetor de transmissão, o que levanta a questão: como que um país que fez lockdown tem quase a mesma quantidade de casos que um país que não fez e quase o dobro do número de mortes?

Uma das respostas para essa questão pode ser o efeito sanitário e econômico causado pelo próprio lockdown, que destrói a economia e consequentemente impede as pessoas de terem acesso a melhores serviços de saúde, a melhores opções de lazer, a atividades de saúde mental, a atividades físicas, que comprovadamente ajudam a reduzir as chances de se ter covid-19. Reduzem-se também o nível de vitamina D, obtida pelo sol e responsável por melhorar o sistema imunológico, pois como está todo mundo trancado, as pessoas pegam menos sol. Além de quê, com as academias fechadas, as pessoas com comorbidades, mais suscetíveis à covid-19, têm o acesso à saúde limitado, prejudicando-as mais ainda.

O fato é que o fechamento do comércio causa necessariamente um processo de descivilização na sociedade, dado que interrompe a atividade econômica, a qual é impossível separar da vida, uma vez que a economia lida com a alocação de recursos escassos necessários para a manutenção da vida humana. Assim, uma das teorias que explica o fato do lockdown não funcionar é essa: ele destrói a economia e o sistema imunológico, que poderia lidar melhor com um vírus de letalidade de 2,65% se estivesse em seu funcionamento perfeito.

Ademais, observe, acima, os gráficos de mortes. A Bélgica teve um pico de mortes no começo do ano fazendo lockdown. A Suécia também teve esse pico, mas, reiterando, teve menos mortes sem aplicar essa medida, o que pode ser explicado pela teoria que apresentei – do sistema imunológico fortalecido e da economia em pleno funcionamento. Isso explica a Bélgica ser o 6º país com mais mortos por 1 milhão de habitantes no mundo e a Suécia ser o 26º, atrás de outros países que também fecharam tudo na Europa, como França, Espanha, Croácia, Portugal, Reino Unido, Itália etc.

Entretanto, devido a novas cepas do vírus, as mortes voltaram a subir em todos os países no começo de 2021, ano no qual a Suécia resolveu aprovar uma lei para permitir o fechamento do comércio depois de um ano tendo sucesso no combate ao vírus com mais de 90% da economia aberta e com pouquíssimas restrições, que sequer podem ser chamadas de quarentena ou equiparadas ao lockdown belgo.

Algo semelhante aconteceu nos Estados Unidos, nos estados da Flórida, Dakota do Sul, Nova Iorque e Nova Jersey. Vamos analisar estado a estado e comparar os números para ver se as medidas de restrição do comércio realmente funcionaram por lá. Lembrando que Nova Iorque e Nova Jersey fizeram um dos lockdown mais severos dos EUA, ao passo que a Flórida fez um extremamente liberal, e Dakota do Sul não fez.

Vamos começar com a maior tragédia dos EUA, Nova Jersey, governada pelo democrata Phil Murphy, que em março de 2020 inaugurou o toque de recolher das 20h às 5h, copiado posteriormente pelo governador de São Paulo, João Doria (PSDB). Voltando às estatísticas do site Worldometers, o estado de Nova Jersey tem uma população de 9.032.872 habitantes, 892.143 casos de covid-19, 24.382 mortes, 100.442 casos para cada 1 milhão de habitantes e 2.745 mortes para cada 1 milhão de habitantes, sendo, dentre os estados americanos, o que mais teve portes por 1 milhão de moradores. Vamos verificar os gráficos de casos e mortes de Nova Jersey, que fez um lockdown rígido de março até o começo de julho, quando começou a reabrir alguns dos comércios, que não incluíam restaurantes, por exemplo.

Casos e óbitos de Covid-19 em Nova Jersey | Foto: Worldometers

Perceba novamente que, durante os meses que o estado ficou trancado, de março a maio, as mortes dispararam, tendo atingido mínimos recordes após julho, quando a reabertura voltou. Os casos seguem um cenário semelhante: atingiram recorde no começo do lockdown até o fim, ficaram reduzidos a níveis recordes até outubro e voltaram a subir com mais força a partir de janeiro, quando as novas cepas apareceram.  Além disso, diversas medidas de restrição voltaram a Nova Jersey em dezembro, ficando todo o estado numa espécie de “fase laranja”. Como é possível observar pelo gráfico, os óbitos não tiveram redução significativa de dezembro até agora, colocando, mais uma vez, a eficácia do lockdown e medidas afins em cheque.

Já o estado de Nova Iorque, com seus 19.849.399 milhões de habitantes, 1.881.511 casos, 50.232 mortes, 96.718 casos por 1 milhão de habitantes e 2.582 mortos para cada milhão de habitantes, governado por Andrew Cuomo, também democrata, é a segunda tragédia do país, pois é o segundo estado com mais mortos por 1 milhão de habitantes. No caso, Nova Iorque fez um dos lockdown mais restritivos dentre os estados americanos, no entanto, conseguiu bater esse recorde de mortes. Vamos analisar os gráficos de casos e óbitos:

Casos e óbitos de Covid-19 em Nova Iorque | Foto: Worldometers

Nova Iorque voltou a adotar medidas de fechamento do comércio em outubro, quando os casos voltaram a subir. Porém, observe no gráfico dos casos, à esquerda, que eles não pararam de crescer, apesar das medidas do governador, tendo atingido um pico em janeiro de 2021. As mortes, por outro lado, continuaram menores que na primeira onda, do começo de 2020, mas veja que desde outubro até janeiro elas não pararam de subir também, embora tenha havido mais medidas de restrição, que colocam, mais uma vez, o lockdown em cheque.

Já na Flórida as coisas começam a mudar um pouco de cenário. O estado tem 21.299.325 habitantes, 2.039.062 de casos (mais que Nova Iorque), 33.175 mortes, 94.938 casos para cada 1 milhão de habitantes e 1.545 mortes para cada 1 milhão de habitantes, ocupando a posição 27º no ranking de estados com mais mortos por 1 milhão de habitantes. Governada por um republicano mais “trumpista” que o próprio ex-presidente Donald Trump, o governador Ron DeSantis adotou, em março do ano passado, algumas medidas bem leves de lockdown, que duraram até maio, quando o estado começou a ser reaberto, ou seja, as medidas mais restritivas da quarentena leve do governador DeSantis duraram menos de 2 meses. Além disso, em setembro, Ron DeSantis não só reabriu praticamente tudo na Flórida como proibiu os prefeitos do estado de exigirem o uso obrigatório de máscaras aos seus cidadãos. Vamos olhar os gráficos para ver o que aconteceu lá:

Casos e óbitos de Covid-19 na Flórida | Foto: Worldometers

Veja que o gráfico da Flórida é completamente diferente do de Nova Iorque e Nova Jersey, visto que, durante a quarentena do governador, os casos estiveram em baixas recordes, o que quer dizer que o lockdown funciona? Não, pois, uma das nossas premissas destacadas no começo do artigo era se o lockdown funciona, então o quase lockdown – o trancamento parcial das atividades – funciona em menor escala, de modo que quanto mais um estado feche suas atividades, menos casos e mortos ele terá.

Como já explicado, as medidas do governador DeSantis foram muito menos severas que as medidas tomadas pelos governadores democratas de Nova York e Nova Jersey, que tiveram picos de casos e óbitos no começo e meio do lockdown. Partindo do pressuposto que seja verdade a premissa “lockdown funciona para conter as mortes por coronavírus” e considerando que o governador da Flórida adotou medidas menos restritivas que os governadores citados acima, então, das duas, uma: ou o lockdown não funciona, ou a Flórida tem mais mortes que Nova Iorque e Nova Jersey, que, repetindo, tomaram medidas de fechamento do comércio mais rígidas. Como mostram os gráficos e os números, a Flórida tem menos mortes que esses outros dois estados. Não significa que ela seja um paraíso ideal, uma vez que tem por volta de 33 mil óbitos por essa doença, mas aí levanta-se a questão: é melhor ter mais casos e menos mortos sem lockdown, ou menos casos e mais mortos com lockdown? O direito à vida está acima de qualquer política, então, se o governador DeSantis conseguiu gerir a pandemia em seu estado sem medidas arbitrárias e ter menos mortes que na gestão dos governadores Andrew Cuomo e Phil Murphy, que adotaram tais medidas, ele merece os parabéns e as políticas de fechamento arbitrário do comércio mais uma vez merecem ser rechaçadas.

O último estado que iremos analisar foi o mais radical de todos e ousou ao desafiar o establishment e as medidas de restrição. Trata-se de Dakota do Sul, no qual a governadora, também do partido republicano, Kristi Lynn, não obrigou ninguém a usar máscara e não decretou nenhuma medida de lockdown ou de quarentena. O estado, de apenas 869.666 habitantes, tem 117.081 casos, 1.933 mortes, 132.346 casos para cada 1 milhão de habitantes e 2.185 mortes para cada 1 milhão de habitantes, o que é mais que a Flórida, de fato, mas é bem menos que Nova Iorque e Nova Jersey, que, mais uma vez, adotaram as tais medidas de lockdown. Vamos ver os gráficos de Dakota do Sul para ver o que eles nos dizem:

Casos e óbitos de Covid-19 em Dakota do Sul | Foto: Worldometers

Dakota do Sul teve apenas um pico de casos e mortes, entre o final do ano passado e começo deste ano. Entretanto, perceba que todos os estados e países que analisamos até agora tiveram esse cenário devido às novas cepas do vírus, porém, Dakota do Sul segue completamente aberta, sem a obrigação das pessoas usarem máscaras e com muito menos mortes que os estados que fizeram lockdown nos EUA, dos quais falamos.

Mas, e o que dizer de nossa terra? De fato, no Brasil, devido às dimensões continentais, tal como nos EUA, não existe uma pandemia de covid-19, mas sim pelo menos 27, o que tornaria a análise profunda de cada um dos estados difícil e cansativa, para falar a verdade. No entanto, podemos analisar os gráficos e medidas de um estado brasileiro que tem batido recordes de casos e mortes e cujo governador é famoso por suas controvérsias. Estamos falando dele mesmo, São Paulo, governado por João Doria (PSDB) que, ao lado dos governadores do Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul, pertence ao partido responsável por governar os estados que, somados, têm 30% das mortes por Covid-19 no Brasil.

Em março, um pouco depois de curtir o Carnaval e participar da festinha da CNN com jornalista infectado, João Doria decretou quarentena no estado, onde só podiam funcionar “serviços essenciais”, como mercados, padarias e afins. Em junho, inventou um plano maluco com cores, que restringia o comércio de acordo com o número de casos, o número de óbitos, os leitos de UTI e outras coisas do tipo. Vamos analisar os gráficos de São Paulo para concluir nossa análise e validarmos nossas premissas:

Casos e óbitos de Covid-19 no estado de SP | Foto: Secretaria da Saúde de SP

Perceba que de março de 2020 a junho de 2020, com tudo fechado, os casos e óbitos não pararam de crescer. Por outro lado, perceba também que entre agosto e novembro, período no qual o estado gozou de mais liberdade nas fases verde e amarela, os casos e óbitos    foram reduzidos a níveis mais baixos do que estavam antes, voltando a subir, posteriormente, por causa das novas cepas.

Ou seja, o que aconteceu no mundo também aconteceu em São Paulo, a diferença do estado brasileiro para outros estados mundiais é o nível das medidas de restrição, que foram colocadas em cheque pela análise de gráficos dos EUA, principalmente Nova Iorque e Dakota do Sul, que demonstram que o lockdown é ineficiente para conter o coronavírus e que a abertura do comércio não aumenta o número de casos e/ou óbitos, pois, se assim o fosse, Dakota do Sul teria mais mortos por 1 milhão de habitantes que Nova Iorque, tendo a análise de SP confirmando o que já havíamos percebido antes. Se São Paulo fosse um país, teria 1562 mil mortos para cada 1 milhão de habitantes, colocando-o na posição 17º deste ranking. Hoje, o Brasil está na posição 21º, com 1.454 mortos por 1 milhão de habitantes, mas sem o estado de São Paulo, iria para a posição 22º, com 1447 óbitos para essa estatística

Assim, após termos analisado todos esses gráficos e números, podemos concluir que a nossa premissa “lockdown funciona para conter o coronavírus” é falsa, porque, se verdadeira fosse, a Suécia teria tido mais mortes que a Bélgica e esse país não teria tido quase a mesma quantidade de casos que o seu vizinho escandinavo, que não fechou a economia no ano de 2020.

Ademais, a outra premissa que havíamos levantado – se o lockdown funciona, então o lockdown parcial também funciona em menor escala também não se provou verdadeira, uma vez que, no estado de São Paulo o que se viu foi o extremo oposto: casos e mortes decolando nas fases mais restritivas e diminuindo nas fases menos restritivas. Além disso, se essa premissa fosse verdadeira, a Flórida, que fez um lockdown extremamente menos restritivo que Nova Iorque e Nova Jersey, teria tido mais mortos por 1 milhão de habitantes que esses estados. Podemos ir além, fechando com a Dakota do Sul, que não fez lockdown nem impôs nenhuma medida de restrição ao comércio, não obrigou nenhum dos seus cidadãos a usarem máscaras e teve menos mortes que Nova Iorque e Nova Jersey.

Desta forma, fica provado que o lockdown se sustenta apenas por ser uma pseudoteoria científica que serve como desculpa para a incompetência de prefeitos e governadores e sua aceitação é puramente baseada na mídia e na opinião de “especialistas”, que promovem lavagem cerebral nos telespectadores e internautas. Portanto, embora o lockdown seja a teoria aceita, ele não passa de uma questão de engenharia social, pois conseguimos verificar e provar, por A + B, que ele não funciona.

 

 

Vinicius Mariano, para Vida Destra, 29/03/2021.
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Pruda
Pruda
1 mês atrás

Parabéns Vinícius. Grande matéria desse portal que, ao contrário da grande e velha mídia, nos INFORMA. Eu aguardo ansiosamente um estudo de especialistas sobre esse assunto (apesar de que basta olhar os números), mas pelo visto, os cientistas e matemáticos ficarão no “mute” até ser lhes dado o aval dos papais globalistas, os mesmos que os pagam.

PauloSantos60D
PauloSantos60
1 mês atrás

Excelente texto. Uma observação na comparação dos números com boa vontade, chega-se a conclusão que o tal lockdown é pretexto, principalmente no Brasil para, desavergonhadamente, os abstinentes angariarem $ub$ídio$ e, a reboque, tentar derrubar aquele que não rouba nem deixa roubar. Os pseudo seguidores da “ciência” só querem acesso as tetas…

Luiz Antonio
1 mês atrás

Neste maravilhoso art. de @viniciussexto em que comprova c/números q lockdown não funciona. Só lembro ao autor de q Merckel desistiu do lockdown. Como tbm q, o fique em casa, reduz os exames eletivos tão necessários p/quem tem comorbidades.