Publicamos mais uma tradução de artigo da imprensa internacional feita pela nossa colaboradora, a jornalista e tradutora Telma Matheus. Apreciem!

 

Mais de 40 igrejas e grupos pró-vida foram atacados, mas a mídia mainstream não contaria isso para você

 

Fonte: The Western Journal

Título Original: More Than 40 Churches and Pro-Life Groups Have Been Attacked, But You Wouldn’t Know It from Mainstream Media

Link para o artigo original: aqui!

Publicado em 17 de junho de 2022

 

Autor: Warner Todd Huston

 

Igrejas e instalações pró-vida foram atacadas pelo menos 41 vezes em menos de dois meses, mas esta é uma história de violência política que a mídia ignorou.

Prova-se, uma vez mais, que a mídia americana só está interessada em histórias que fortaleçam a narrativa liberal.

Ao longo dos últimos quarenta dias, houve pelo menos 41 ocorrências de ataques a igrejas, organizações pró-vida e centros de assistência à gestante, de acordo com o Washington Stand.

O site registra que a violência contra essas entidades cristãs inclui “incêndio criminoso, vandalismo, roubo e destruição de propriedade”.

No Twitter:

Neste fim de semana, ativistas pró-aborto jogaram bombas incendiárias em um centro de assistência à gestante em Gresham, no Oregon, que fornece ajuda material para mães e crianças.

Imagine se isso tivesse acontecido em uma clínica de aborto. Seria manchete de jornal. Mas, como era um centro pró-vida, a mídia e a administração Biden ignoraram.

 

Apesar da quantidade enorme de violência contra essas organizações cristãs, o Departamento de Segurança Nacional de Biden emitiu uma “ameaça de terrorismo” alegando que ambos os lados são perigosos.

Um boletim do Sistema Nacional de Alerta de Terrorismo, de 7 de junho, afirmou que “os indivíduos que advogam contra e a favor do aborto têm, em fóruns públicos, incentivado a violência”.

Embora certamente haja “ameaças” disseminadas por grupos extremistas de direita, a violência real, inspirada pela questão do aborto, parece ser perpetrada predominantemente por grupos de esquerda, e não por ativistas de direita.

Como observa o Washington Stand, “o recente aumento vertiginoso de ataques a igrejas e organizações pró-vida é parte de um padrão mais amplo de violência, que experimentou uma elevação acentuada nos últimos dois anos. A Conferência Americana de Bispos Católicos liberou um relatório, no início de junho, que catalogou ‘ao menos 139 incidentes … em 35 estados e no Distrito de Colúmbia, desde maio de 2020’, contra igrejas e organizações católicas, incluindo ‘incêndio criminoso; imagens decepadas, desmembradas, destruídas e pichadas; túmulos vandalizados com suásticas e linguagem anticatólica, e bandeiras americanas queimadas ao lado deles; além de outras formas de destruição e vandalismo’”.

De fato, incitado pela retórica do violento grupo pró-aborto “Ruth Sent Us” [em tradução livre, Ruth nos Enviou], de extrema-esquerda, – e graças à ação desse grupo de tornar públicos os endereços dos juízes da Suprema Corte –, um homem armado foi preso, na semana passada, nos arredores da residência de Brett Kavanaugh, juiz da Suprema Corte dos Estados Unidos. Investigadores disseram que o homem admitiu que planejava assassinar o juiz.

Nicholas John Roske foi preso em 8 de junho, nas imediações da residência do juiz Kavanaugh, e os policiais disseram que ele estava armado com uma pistola Glock e dois pentes de munição, uma faca, um martelo, um pé-de-cabra, spray de pimenta e outros itens.

Os policiais acrescentaram que Roske lhes contou que estava transtornado com o recente tiroteio em uma escola de Uvalde, no Texas, e, segundo a denúncia criminal, furioso com a minuta do parecer da Suprema Corte, que fora vazada, a qual poderia anular o caso Roe v. Wade. O criminoso acreditava que seu alvo compactuaria com as decisões da Suprema Corte de proteção à Segunda Emenda.

O aspirante a assassino afirmou que seu ato de terrorismo doméstico “daria à sua vida um propósito”.

A ameaça de assassinato contém ecos da tentativa de assassinato perpetrada por James Hodgkinson, apoiador de Bernie Sanders, que, em junho de 2017, dirigiu de sua casa em Illinois até um estádio de baseball na Virgínia e, uma vez lá, tentou abater a tiros membros Republicanos do Congresso, que ali treinavam para um amistoso de baseball.

Outro grupo de esquerda também ameaçou uma insurreição em D.C. e anunciou abertamente os planos de “fechar” a Suprema Corte dos Estados Unidos, por causa de sua decisão sobre o aborto, a ser emitida em breve.

O grupo de esquerda anunciou um protesto, que seria realizado na segunda-feira, para reivindicar o “fechamento da SCOTUS”, e planejava “bloquear” as ruas nos arredores da Suprema Corte, de acordo com a Fox News.

“Em 13 de junho, um dos dias de deliberações da Suprema Corte, em 2022, planejamos bloquear as ruas ao redor da Suprema Corte para reivindicar a mudança transformadora que nossas comunidades precisam”, afirmava o website, segundo a Fox. “Neste momento, nosso sistema político está em crise. Tempos de crise podem ser oportunidades de romper a inércia e conquistar mudanças transformadoras ou podem ser oportunidades para o sistema consolidar ainda mais o status quo”.

Se um grupo conservador tivesse anunciado planos como estes, o FBI inteiro, o Departamento de Segurança Nacional e o sistema midiático de esquerda detonariam tal grupo; a esquerda estaria vociferando um possível “6 de janeiro, Parte 2” e convocando prisões em massa.

Na verdade, se “Fechem D.C.” fosse um grupo conservador, esta seria a única história que repercutiriam. Mas, surpreendentemente, é provável que aqueles de vocês que estão lendo este artigo não tenham a menor ideia quanto ao número assustador de grupos pró-vida e igrejas cristãs incendiados e vandalizados.

Assim como o aspirante a assassino que mirou um juiz, cuja história já foi esquecida pela imprensa, a mídia simplesmente não se importa em divulgar o número enorme de ataques a grupos pró-vida, porque isso prejudica a narrativa esquerdista.

 

Warner Todd Huston escreve editoriais e matérias jornalísticas desde 2001, mas começou sua carreira de escritor redigindo artigos sobre a história dos Estados Unidos, no início dos anos 1990. Huston já participou de programas de notícias na Fox News, Fox Business Network, CNN e em vários noticiosos locais de Chicago, para debater os temas do dia. Além disso, é convidado frequente de programas de rádio de costa a costa. Huston também é colaborador no Breitbart News desde 2009. Ele trabalha desde a área de Chicago, um lugar que classifica como um “ambiente rico” em notícias políticas.

 

 

Traduzido por Telma Regina Matheus, para Vida Destra, 22/06/2022.                                  Faça uma cotação e contrate meus trabalhos através do e-mail  [email protected] ou Twitter @TRMatheus

 

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