No apagar das luzes de seu governo, a chanceler alemã Angela Merkel aprovou a adoção do passaporte sanitário em seu país, instituindo a segregação dos cidadãos alemães, menos de um século depois da terrível experiência perpetrada pelo regime nazista, que da mesma maneira segregava e discriminava pessoas, criando os cidadãos de segunda classe, aqueles que podiam ser perseguidos e discriminados, sob as bênçãos do Estado. Outros países, como a Áustria e a Austrália, seguem na mesma direção, e tudo está sendo feito sob o pretexto da proteção da saúde da coletividade.

Aqui no Brasil, se as decisões dependessem apenas de alguns governadores e prefeitos, certamente já viveríamos em um regime semelhante ao que está sendo implantado na Alemanha. Felizmente, há uma parcela cada vez maior da população atenta ao avanço autoritário sobre os nossos direitos individuais básicos, e se mostrando disposta a lutar com unhas e dentes por sua liberdade.

A imposição da apresentação do comprovante de vacinação, seja por qual motivo for, não faz o menor sentido. Nenhuma das vacinas aplicadas hoje para combater o coronavírus possui 100% de eficácia e nenhuma possui seus efeitos de longo prazo devidamente estudados, para certificar a sua segurança. Os vacinados continuam a contrair e a transmitir o coronavírus, continuam a desenvolver a covid-19 e muitos vacinados continuam sendo vítimas fatais desta doença.

Diante disso, qual a lógica em obrigar as pessoas a se vacinarem, se na prática nenhum  vacinado está protegido? Se vacinados e não vacinados contraem e transmitem igualmente o vírus?

As pessoas devem ser livres para decidirem se querem ser vacinadas ou não. O Estado não pode tomar a liberdade de escolha das pessoas, até porque o Estado não é capaz de garantir a eficácia e nem a segurança das vacinas. O risco é de quem se vacina, portanto a escolha deve ser individual.

Já está mais que evidente que a questão da adoção do passaporte sanitário não é uma questão de saúde pública, mas sim, uma questão de controle social e manipulação de massas. Trata-se de dar ao Estado um poder cada vez maior sobre as vidas das pessoas, tirando destas o livre arbítrio dado por Deus, e tornando-as incapazes de analisar os eventos ao redor, fazer os seus próprios julgamentos e fazer as suas próprias escolhas.

O objetivo é claro: facilitar a manipulação das pessoas, a imposição das narrativas que interessam aos grupos no poder e relativizar e enfraquecer os nossos valores e conceitos morais. No fim, se permitirmos que estas medidas autoritárias avancem, nos tornaremos um imenso grupo de dependentes do Estado, incapazes de dar um passo sem a benção de algum “iluminado” estatal. Seremos sempre carentes de proteção, mesmo que o custo desta falsa proteção seja a nossa própria liberdade, a nossa própria consciência e a nossa própria identidade e individualidade.

Fiquemos atentos, pois não se trata de adotar um simples passaporte sanitário. Muitos de nós já possuíamos cadernetas de vacinação muito antes da eclosão desta pandemia. Elas existem há muito tempo. O problema não está no certificado em si, mas no uso político e ideológico que querem fazer dele.

Por isso, sejamos enfáticos e brademos em alta voz: NÃO AO PASSAPORTE IDEOLÓGICO! NÃO À SEGREGAÇÃO E À DISCRIMINAÇÃO! NÃO AO AUTORITARISMO!

 

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