Os ataques aos nossos valores seguem acontecendo, em todo o ocidente. Já não é novidade para ninguém que existe um forte movimento de desconstrução de valores em curso, com o objetivo de enfraquecer a cultura cristã ocidental e facilitar a substituição de símbolos. Nossas tradições são um reflexo de quem somos, de onde viemos e no que acreditamos, e como parte da cultura, ajudam a nos definir como povos e nações. Mas o globalismo quer uma nova ordem mundial, onde símbolos e valores que identificam povos específicos não serão mais necessários, pois numa cultura global, todos deverão ter os mesmos símbolos e crer nos mesmos valores.

Recentemente vimos o representante das causas LGBTQIA+ no Parlamento Europeu posando para um ensaio fotográfico como uma Virgem Maria trans. Quando repudiamos este tipo de atitude, não estamos atacando a liberdade de expressão de quem quer que seja. Mas a liberdade de expressão que permitiu que o ativista posasse para tal ensaio, é a mesma liberdade de expressão que nos dá o direito de defender a fé cristã e os seus símbolos sagrados. É a mesma liberdade que nos garante o direito de expressar o nosso repúdio a tal prática. Que fique claro: nosso repúdio é em relação à falta de respeito a um símbolo religioso.

Um dos principais problemas da sociedade atual é a falta de limites nas relações sociais. O mesmo processo que busca implodir nossos valores, também trabalha para que as pessoas passem a ignorar os limites morais e éticos que foram desenvolvidos ao longo de séculos, influenciados pela fé cristã. Uma pessoa quer ser mais livre que a outra, quer agir sem pensar nas consequências e é uma liberdade abusiva, pois não importa se alguém será prejudicado, se alguém se ofende ou não. Aliás, importa sim!

Se nós, a maioria, nos ofendemos, não há problema algum. Afinal temos que respeitar a liberdade de expressão alheia. Mas se nos ofendermos, e ousarmos criticar as ações de alguns membros da minoria, então aí há um sério problema a ser enfrentado. A liberdade é seletiva, só vale para alguns.

Impressiona a covardia daqueles que atacam os valores cristãos, pois são incapazes de atacar outras religiões, como o Islã, o que ajuda a comprovar o caráter pacífico do Cristianismo, já que quem perpetra ataques a símbolos cristãos sabe que não sofrerá represálias maiores do que as nossas manifestações de repúdio.

Outro ataque recente envolveu a figura simbólica de Papai Noel, que apareceu em um relacionamento gay numa propaganda dos correios da Noruega. Além de atacar uma figura ligada diretamente ao Natal, um dos mais importantes acontecimentos comemorados pelos cristãos, este ataque se mostra ainda mais perverso pois o seu alvo é um personagem que possui grande apelo junto ao público infantil. Mostrar um Papai Noel beijando outro homem num comercial de TV é repugnante. E aqui não nos referimos ao relacionamento em si, mas nos referimos à clara tentativa de desconstruir um símbolo tradicional e influenciar as mentes das crianças para que aceitem uma pauta que vem sendo imposta sobre a maioria da população.

Quando repudiamos atitudes como as citadas acima, não estamos defendendo a discriminação das pessoas que as praticam ou que são simpáticas a tais práticas, mas estamos usando o nosso direito de legítima defesa da nossa fé, das nossas famílias e dos nossos valores, para exigir RESPEITO!

Defendemos que cada pessoa seja livre para viver a sua vida como achar melhor. Mas não queremos que nos imponham práticas ou nos obriguem a viver uma vida sob valores com os quais não concordamos.

Liberdade envolve escolhas. E escolhas envolvem opções. Se não há o que escolher, então a decisão já está tomada e não há uma verdadeira liberdade. E tudo isto envolve responsabilidade.

Não importa a qual vertente cristã pertençamos, todos precisamos nos unir e defender a nossa fé, enquanto temos liberdade para isto, pois se nada fizermos, não estará longe o dia no qual seremos tratados como párias e a nossa fé será considerada algo subversivo e ilegal.

Nossos inimigos não estão brincando em serviço.

 

 

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Aurea
Aurea
5 meses atrás

Eles podem pintar e bordar mas com fé e esforço venceremos e garantiremos o direito de escolher das futuras gerações, pois tanto biblicamente as “maiorias abraâmicas” sempre vencem.