Em 1992, nossos jovens foram protagonistas nos protestos pelo impeachment do então presidente Fernando Collor de Mello. Respondendo a um pedido de apoio feito pelo presidente, que pediu às pessoas que fossem às ruas usando as cores nacionais em sinal de apoio, milhares de pessoas, a maioria jovens, foram às ruas vestidos de preto, mostrando de forma clara a sua insatisfação com a atuação do mandatário e com as acusações que foram feitas contra ele.

Impulsionados por entidades de esquerda, principalmente por entidades estudantis como a União Nacional dos Estudantes (UNE), aqueles jovens entraram para a história brasileira como os caras pintadas, pois se tornou comum que os manifestantes fossem às ruas vestidos de preto mas com os rostos ostentando pinturas com as cores verde e amarelo. Os movimentos populares pelo impeachment do presidente Collor revelou várias jovens lideranças que anos depois ingressaram na política pelos partidos de esquerda. Lindbergh Farias se tronou um dos exemplos mais notórios entre as lideranças estudantis de 1992.

Neste ano eleitoral, vemos um grande movimento entre os jovens brasileiros com muitos deles tirando o seu Título de Eleitor para pode votar para presidente pela primeira vez. E é notável a quantidade de jovens que estão fazendo isto com a intenção declarada de votar em Jair Bolsonaro para reelegê-lo Presidente da República.

Mesmo com o movimento ocorrendo também entre jovens de esquerda, impressiona como o movimento entre os jovens de direita e conservadores é muito maior. E este imenso movimento mostra de forma clara aquilo que já apontávamos lá no início do projeto Vida Destra: a maioria do povo brasileiro é conservadora, mesmo sem saber!

Por trás do atual engajamento juvenil há mais que ideologias políticas. O atual movimento protagonizado por nossos jovens não é um movimento apenas político mas é também cultural, pois revela que está baseado em valores morais. Muitos jovens estão se engajando na reeleição de Bolsonaro para evitar que pessoas comprovadamente criminosas cheguem novamente ao poder. Isto mostra que as pessoas, e em especial os nossos jovens, possuem valores morais que ainda não foram totalmente corroídos pela doutrinação esquerdista.

Da mesma forma que a participação da nossa juventude foi fundamental para determinar os rumos políticos do país em 1992, acreditamos que o mesmo pode ocorrer novamente neste 2022. Trinta anos depois, mais uma vez nossa juventude terá um papel crucial na construção democrática do futuro do nosso país.

Esperamos que da mesma maneira como ocorreu em 1992, que este movimento atual revele novas lideranças políticas, mas desta vez de direita e conservadoras, que permitam contrabalançar  e combater a hegemonia esquerdista.

Estamos juntos com vocês, jovens eleitores conservadores e de direita, pelo futuro do nosso amado Brasil!

 

 

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Ademir Prust
Ademir Prust
3 meses atrás