A frase “O Brasil é o país do futuro” é antiga e se tornou um clichê. Na verdade, a impressão que esta frase nos deixa é que o futuro é algo longínquo e que nunca chegará, principalmente no que se refere ao nosso país. Há décadas padecemos dos mesmos males, e não parece haver solução no médio prazo.

A mídia e a imprensa contribuíram muito para que o país permanecesse num constante atraso, ao manter a população distraída, alheia aos graves problemas que se avolumavam, sem solução. Durante anos a fio, o Brasil somente adotou soluções paliativas, que apenas combatiam as consequências dos problemas, sem atacá-los na raiz.

Mesmo após o despertar de parte da população, ainda imperam no setor público práticas que mantém o país neste estado de atraso. Muitos políticos e autoridades continuam a empurrar os problemas com a barriga, sem buscar uma solução definitiva para eles. E por que isso acontece? Porque resolver os imensos e complicados problemas brasileiros exige muito esforço, união e muita boa vontade. E são poucas as autoridades dispostas a pagar o preço para que o país possa, enfim, quebrar o círculo vicioso que o mantém nesse eterno atraso. O presidente Jair Bolsonaro é um dos poucos políticos dispostos a arregaçar as mangas e fazer o que deve e precisa ser feito.

A mídia independente tem se esforçado para cumprir o seu papel, ao levar aos cidadãos despertos a verdade dos fatos. Manter as pessoas atualizadas com informações confiáveis, é importantíssimo em tempos de fake news e narrativas manipuladoras.

A construção do futuro do Brasil não é tarefa fácil, pois para isso é necessário que resolvamos de vez inúmeros problemas que nos impedem de evoluir. O momento atual parece propício, pois há uma rara boa vontade política, que pode ser benéfica ao país. Mas não podemos nos iludir.

A responsabilidade de construir o Brasil que queremos é de todos nós. O governo é apenas o executor da vontade do povo. Somos nós que devemos dar ao governo as diretrizes daquilo que queremos, e não podemos aceitar que o Estado, através de um punhado de políticos e burocratas, imponha sobre nós algo diferente daquilo que determinamos. Uma vez que explicitamos aos governantes as nossas vontades, devemos cobrá-los e fiscalizá-los quanto aos projetos para que tais vontades sejam satisfeitas. Por isso o trabalho é árduo, mas não podemos desistir.

Ninguém fará a nossa parte em nosso lugar.

 

 

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Fábio Sahm Paggiaro
Fábio Sahm Paggiaro
13 dias atrás

E isso. Temos que exigir de nossos empregados, os políticos, que façam o que que queremos e não o contrário.

Lívio Luiz Soares de Oliveira
13 dias atrás

Excelente editorial!