Todo regime democrático é sustentado pela participação ativa de seus cidadãos nas atividades políticas. E tal participação não é possível sem que as pessoas gozem de liberdade, seja para ir e vir, para pensar e expor seus pensamentos,  seja para empreender e trabalhar. Em suma, liberdade para decidir acerca de tudo aquilo que diz respeito às suas próprias vidas.

Porém, ninguém consegue usufruir plenamente da sua liberdade, sem acesso à informação. É através das informações que obtemos ao longo dos nossos dias, que aperfeiçoamos o nosso conhecimento a respeito do mundo ao nosso redor, nos permitindo tomar as melhores decisões, e permitindo também uma participação qualitativamente melhor na vida cívica da nação.

É por isto que a Imprensa tem um papel fundamental na manutenção dos regimes democráticos, pois é ela que permite a difusão de informação em larga escala. É justamente por este motivo que, quando deixa de exercer o seu papel, que é o de informar as pessoas sobre os fatos e acontecimentos, a Imprensa acaba contribuindo para enfraquecer as liberdades individuais que sustentam as democracias.

Não é à toa que a invenção de Johannes Gutenberg revolucionou o mundo, ao massificar as informações e o conhecimento. Através da Bíblia impressa por ele, muitas pessoas tiveram acesso ao conhecimento que antes era restrito a um pequeno número de pessoas privilegiadas. O maior efeito da massificação do conhecimento foi o maior acesso à verdade por parte das pessoas comuns, dificultando assim, que o povo continuasse a ser manipulado por aqueles que antes utilizavam do conhecimento que possuíam apenas em seu benefício próprio.

À Imprensa cabe o honroso compromisso de auxiliar a sociedade em sua evolução cultural, fornecendo o conteúdo que servirá de combustível para debates, e para decisões que podem mudar a vida de todo um país. E se a Imprensa não cumpre com o seu papel, ou se comporta de forma a beneficiar grupos específicos e não à sociedade como um todo, cabe às mídias independentes assumir este papel. Cabe a veículos como a revista Vida Destra, a tarefa de disseminar a verdade, contribuindo para que a evolução das pessoas e as suas liberdades não sejam tolhidas em favor de projetos políticos inimigos da sociedade e da verdade.

Este é e sempre será o papel da verdadeira Imprensa: levar a verdade dos fatos às pessoas e permitir que elas decidam no que acreditar, independente dos meios utilizados. Não é papel da Imprensa dizer às pessoas no que elas devem acreditar, isto cada indivíduo deve decidir por conta própria. A nós, cabe apenas o papel de mensageiros, entregando sempre a vocês, leitores, a verdade, doa a quem doer!

 

 

Vamos discutir o Tema. Sigam os perfis do Vida Destra no Twitter @vidadestra e o reserva @VidaDestra_Sup

 

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José de Arimateia Veras Aguiar
3 meses atrás

Concordo em número e grau, não posso concordar com uma imprensa parcial, lacradora, onde o jornalista emiti sua opinião, isso não nos interessa, o nosso interesse são os fatos , as conclusões ficam por nossa conta.

Welton Reis
3 meses atrás

Separar o joio do trigo é o grande problema quando se tem a imprensa e política no mesmo lado. Neste caso a imprensa ativista e a política jornalística são inimigos da sociedade. O dinheiro que circula entre estes atores é a praga porque sempre teremos o joio e trigo vivendo juntos. Essa praga é de difícil controle!