Semana passada, houve um dos julgamentos mais polêmicos do STF, que continuará nesta semana: a ADO, ação direta de inconstitucionalidade por omissão, 26, que tem por objetivo a criminalização da homofobia pela via judiciária, ignorando totalmente o parlamento e o direito brasileiro. As ações têm a cara de pau de exigir que a suposta homofobia seja equiparada ao racismo, condutas totalmente dissonantes uma da outra, dado que o racismo é o resultado de um processo histórico e secular em massa de escravidão e humilhação de pessoas negras simplesmente por elas assim serem.

Tudo começou em 2013, quando o Partido Popular Socialista e uma associação LGBT impetraram a referida ação, usando as estatísticas do Grupo Gay da Bahia, estatísticas essas que são tão verídicas quanto a vagina do Pablo eVittar e desmentidas por uma simples análise de processos nos sites dos tribunais de justiça dos estados. O que mais chama a atenção aqui é a canalhice do Partido Popular Socialista no desespero para conseguir os votos dessa minoria: Marx, o guru supremo socialista, considerava a homossexualidade um “vício burguês e perversão fascista”. Seus seguidores mais fiéis, como Stalin, entendeu perfeitamente o recado e ao invés de “deturpar Marx”, implementou o “Termidoro Sexual” na URSS, que nada mais era do que perseguição e repressão legitimada pela lei contra homossexuais. Che Guevara fizera algo parecido em Cuba, fuzilando vários homens e mulheres simplesmente por não serem heterossexuais. Gays socialistas fazem a “análise brilhante”, equiparando homossexuais de direita a judeus ou negros nazistas, mas nada é mais hipócrita e ilógico que ser homossexual e comunista, pois se um desses líderes ressuscitassem e voltassem ao governo, como ocorre mais ou menos no filme “Ele está de volta” (assistam esse filme, por falar nisso, é ótimo e tem na Netflix), em que Hitler simplesmente acorda do nada em 2014, os homossexuais, principalmente os socialistas, seriam os primeiros a irem para o Gulag.

Se é necessário criminalizar a homofobia, antes de tudo é necessário se perguntar: “o que é homofobia?”. O sentido dessa palavra foi destruído pelo uso geral e subjetivo em qualquer situação, da mesma forma que ocorreu com “fascista”, “democracia”, etc. Fazendo uma análise morfológica do termo homofobia, temos medo/aversão de homossexuais, similarmente com o que ocorre com aracnofobia, conduta a qual a pessoa tem pavor de aranhas, entrando num estado de pânico quando vê uma e se afastando imediatamente. Sabe se que no Brasil e no mundo há sim preconceito contra homossexuais (preconceito esse difundido em boa parte pela esquerda comunista, como explicado acima), mas será que no Brasil o preconceito contra homossexuais é tão alto a ponto de necessitar de uma lei que os protejam como minoria vulnerável ao risco? Pois bem, já em 2005, o Brasil homofóbico deu vitória a um BBB homossexual, o elegendo posteriormente para 3 mandatos consecutivos, em 2010, 2014 e 2018, mesmo levando em conta a quantidade de asneira, a desonestidade intelectual e falta de decoro parlamentar praticada por ele (lembram do episódio do cuspe? Então). Em 2017, o Instituto Big Data fez uma pesquisa e revelou que 65,5% da sociedade brasileira é favorável ao casamento entre homossexuais, que já é liberado no Brasil. Homossexuais também podem adotar crianças, seguindo as mesmas regras de casais héteros. A pergunta que deve ser feita é: se a sociedade brasileira é tão homofóbica, como que homossexuais podem casar, adotar crianças e ter demais direitos?

O que a lacrolândia e a militância LGBTonta não sabem é que já há uma lei que pune quem injuria, bate e mata gays, travestis, bissexuais e lésbicas. Mas ela pune quem mata héteros também, é o Código Penal. O homicídio, ainda, se for praticado por motivo torpe, que inclui orientação sexual, tem a pena aumentada em 50% indo para 30 anos, pena máxima admitia pelo direito brasileiro. Isso significa que nenhuma eventual lei que seja criada para combater a tal da homofobia que só existe na cabeça dos comunistas do século XXI vai punir mais duramente do que a atual, porque, reiterando, ela já aplica a penalidade máxima.

A falta de coerência dessa militância é tanta que seus membros vivem pregando as pseudo-ideias do tipo “cadeia não resolve, bandido é vítima da sociedade, não pode ter penas mais duras, como a pena de morte e a perpétua”, mas querem porque querem que criar uma lei que proteja homossexuais, punindo agressores, ou seja, cadeia não adianta, mas homofóbicos têm que ir para lá. Outro ponto da ausência de lógica é: se matar, discriminar, agredir e injuriar homossexuais já é crime, mas acontece mesmo assim, porque raios o STF criminalizando novamente esses crimes vão deixar de acontecer? Se isso funcionasse, o STF já deveria ter criminalizado também o homicídio, o latrocínio, o estupro e roubo.

Seria muito mais lógico militar pela liberação do porte de armas, assim, gays que sofrem “homofobia” a nível de homicídio e agressão poderiam se defender, mas como a maioria de deles são esquerdistas e sofrem com a síndrome de vira lata, talvez não tenham capacidade o suficiente para portar uma arma e ainda têm a pachorra de falar que todos “somos iguais”. Felizmente, não somos!

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