O dia 20 de janeiro de 2021 ficou marcado, não apenas pela posse de Joe Biden como o 46° presidente americano, mas também por encerrar o período que entrará para a história como a “Era Trump“. Embora as narrativas alarmistas a respeito do que Donald Trump faria, tenham caído por terra ao longo do seu mandato, a grande mídia seguiu atacando o agora ex-presidente, focando apenas naquilo que renderia manchetes negativas para o mandatário, e ignorando intencionalmente tudo de bom que seu governo produziu, não apenas para a sociedade americana, mas também para o mundo.

É comum que se criem expectativas a cada início de mandato presidencial e agora não é diferente. Do ponto de vista da imprensa, a era Biden promete uma mudança radical na postura da mídia em relação aos feitos da presidência americana. Se Trump era considerado o responsável por todos os males do mundo, o mesmo não deve acontecer com Biden. A velha imprensa não deve adotar uma postura crítica em relação ao presidente que ajudou a eleger com suas narrativas fabricadas. E Trump deverá seguir como o responsável por todos os problemas que Biden encontrar pelo caminho.

Em outras palavras, as narrativas não cessarão. Caberá às mídias independentes se manterem firmes no papel fiscalizador, apontando os erros e acertos, colocando sempre a verdade em primeiro lugar, doa a quem doer. Mas não será uma tarefa fácil. A velha imprensa ganhará um novo fôlego para continuar a defender as pautas progressistas e globalistas. E devemos ter em mente que a mídia americana não tem a mesma dependência de verbas estatais que a brasileira tem.

De qualquer forma, as narrativas contra o governo brasileiro devem ganhar força na mídia americana, fazendo com que a nossa velha imprensa ganhe forças na defesa das narrativas anti governo. A defesa da verdade, por parte das mídias independentes, não será fácil, pois a luta contra as grandes corporações midiáticas é desigual. E esta desigualdade deve aumentar daqui pra frente.

A defesa de pautas pró-aborto, de ideologia de gênero, raciais, feministas e LGBTQI+ também deve ganhar força no governo Biden, pois o partido Democrata tem a maioria tanto na Câmara, como no Senado americano, o que facilitará a aprovação de propostas a respeito destes temas. Com o apoio da mídia, tudo será facilitado.

O apoio destas pautas, no Brasil, também deverá ganhar novo fôlego, e será papel da imprensa independente e conservadora endurecer a luta contra aqueles que defendem tais projetos. E também devemos endurecer a luta contra as narrativas, que ganharão forças à medida que as eleições presidenciais se aproximem.

As mídias independentes, bem como os conservadores e a direita em geral, devem enfrentar um recrudescimento da censura, principalmente nas redes sociais. As grandes empresas de tecnologia já nos deram amostras do que virá pela frente. Emissoras de TV que cortam entrevistados ao vivo, quando estes dizem coisas que não contribuem para as pautas defendidas pela velha imprensa, também são exemplos da censura a que estaremos ainda mais expostos daqui em diante.

Embora Joe Biden seja presidente apenas dos Estados Unidos, não podemos ignorar a influência que as decisões do governo americano tem sobre o restante do mundo. E não podemos pensar que não seremos atingidos pelas consequências boas e ruins de tais decisões. Devemos nos manter preparados para enfrentar o que vier pela frente.

Nosso foco permanece o mesmo, independentemente de quem ocupe a presidência, seja nos Estados Unidos, seja no Brasil: defender a ética, a moral e os valores conservadores, defender a verdade e sempre transmitir às pessoas os fatos, tais como ocorreram. Não é nosso papel dizer às pessoas no que elas devem acreditar, pois cremos que nossos leitores tem discernimento, e principalmente liberdade, para decidirem por si mesmos no que acreditar. Nossos desafios aumentarão sob o governo Biden, mas estaremos preparados para enfrentá-los.

 

 

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FABIO PAGGIARO
1 mês atrás

Concordo em gênero, número e grau. Acrescento: a única solução é criar redes e órgãos de imprensa como domínio conservador, mas não censores, como alternativa aos donos da informação. O simples fato de haver concorrência inviabilizaria o autoritarismo q sofremos hoje.

Fabio
Fabio
1 mês atrás

Estaremos juntos , combatendo esse mal !!

Rita Sakano
Rita Sakano
1 mês atrás

Continuaremos na luta.
Sigo apenas no website. Caso seja possível entrem no Signal.
Outra mídia interessante é o Line.

Rita Sakano
Rita Sakano
1 mês atrás

Como nosso querido Percival disse: queremos nosso país de volta!!!
https://youtu.be/GzzrsrnFt5o