Por Lucas Barboza                                                                              @BarbozaLucaas

 

A intelectualidade no mundo parece estar em decadência, com o acesso da internet você perceberá o que quero dizer nesse texto. Jovens ditos críticos não sabem argumentar ou escrever direito, e os mais velhos ditos experientes parecem que não sabem o mínimo sobre a história.

De 2017 para cá, o termo fascismo e suas derivações passaram a fazer parte do vocabulário dos “críticos”, influenciar virou um jogo capitalista, quem engajar mais seus seguidores conseguirá mais “patrocinadores” e para chamar a atenção de possíveis seguidores o termo fascista é um dos mais adequados.

Imagine que você é um dos maiores políticos do país e está ocupando um cargo de grande responsabilidade, qualquer frase que você fala levará a uma enxurrada de críticas, tanto destrutivas quanto construtivas e, em muitos casos a oposição irá criar uma narrativa criminosa e usará termos como racista, fascista, xenófobo e misógino, por exemplo, e com isso imputando-lhe algo que com certeza você não é.

Agora vemos a seguinte definição do fascismo, “Fascismo é uma ideologia política ultranacionalista e autoritária caracterizada por poder ditatorial, repressão da oposição por via da força e forte arregimentação da sociedade e da economia”, me diga você, caro leitor, essa definição parece qual tipo das ideologias presentes na política? Claramente a esquerda.

Movimentos como os antifas e Black Live Matter nada mais são que os fascistas no século 21, quando querem impor a “sua verdade” e sua visão de mundo acaba por estar se assemelhando aos fascistas na Itália antes da Segunda Guerra Mundial. Em sua maioria os envolvidos nesse tipo de movimento são os jovens, os jovens que querem mudar o mundo mas não arrumam as próprias camas, os jovens que defendem igualdade entre todos mas se esquecem que é a liberdade de escolha torna as pessoas mais iguais do que as imposições por meio das leis; os mesmos jovens, se perguntados qual a definição de fascismo e um exemplo de fascista, logo irão responder: o governo de Jair Bolsonaro.

Para quem não sabe ou não se recorda, o lema fascista é “Tudo no Estado, nada fora do Estado, nada contra o Estado“; essa frase foi dita por Benito Mussolini em 1927, podemos reparar que o governo presente no Brasil hoje não quer nada para o Estado, e sim tudo fora do estado, quer um estado mínimo na vida de seus cidadãos, ao menos, o Brasil tem a população mais lúcida da América Latina. Alguns anarcocapitalistas podem argumentam que não temos liberdade o suficiente e pagamos muitos impostos – alias, únicos argumentos deles – mas se vermos bem, temos todas as liberdades possíveis, mas como diz o ditado “cada escolha uma renúncia”, se optarmos por um governo que vai contra as liberdades, logo estaremos a caminho de governos ditatoriais.

Sempre que um político dizer que o Estado gasta pouco em determinados setores, ou que faça parte de algum partido político de esquerda, saiba que as chances dele ser um fascista é grande, quem diz combater o fascismo só veste uma plumagem bonita porque no fundo ele não passa de um fascista.

 

 

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