Como já era previsto e esperado, mal passou o primeiro turno das eleições municipais e a velha imprensa já voltou à carga com notícias a respeito do suposto aumento dos casos de Covid-19. Na esteira dos dados relativos à pandemia, o governador de São Paulo já decretou a prorrogação da quarentena vigente no estado, até o dia 16 de dezembro. E alguns prefeitos já cogitam decretar restrições ao comércio e à circulação de pessoas.

A narrativa da pandemia vem seguindo um script, que já está escancarado para toda a sociedade, mas que mesmo assim continua sendo obedecido pelos agentes públicos. Os políticos não parecem se importar com o fato da população já saber que a narrativa catastrófica que foi disseminada pela imprensa, é totalmente falsa! E aqui acho importante frisar que as pessoas reconhecem que existe a doença denominada Covid-19, reconhecem que esta doença causa mortes, mas também já reconhecem que a sua letalidade não é a que foi propagada pela imprensa, que deixou as pessoas em pânico, pensando que o contágio pelo coronavírus seria uma sentença de morte.

Demorou, mas as pessoas começaram a perceber a verdade, apesar de todo o bombardeio de informações manipuladas e tendenciosas vindo dos órgãos de imprensa. Os dois recentes feriados prolongados, em 7 de setembro e 12 de outubro, mostraram claramente que as pessoas já não viam a Covid-19 da mesma maneira, e ignorando decretos e a quarentena, saíram de casa aos milhões, congestionando as estradas, e lotando as praias e outros locais turísticos.

E apesar de toda esta movimentação popular, não houve a explosão de casos de Covid-19 alardeada por “especialistas”! Mesmo com a retomada da atividade econômica, com o retorno das aulas presenciais em várias cidades, e com o aumento da circulação de pessoas, os dados relacionados à pandemia mostravam a estabilização do número de novos casos. Mas foi só o primeiro turno das eleições se encerrar, que este número passou a subir! Dá para acreditar na confiabilidade destes dados?

Alheio à opinião da população, e parecendo ignorar os dados da pandemia, o governo de São Paulo recebeu hoje (19/11), as primeiras 120 mil doses da vacina Coronavac, importadas da China, e que foram fabricadas pelo laboratório chinês Sinovac, em parceria com o Instituto Butantan. Estas doses recebidas são as primeiras de um lote de 6 milhões de doses, que devem chegar até o final deste ano.

É importante que as pessoas saibam que esta vacina ainda se encontra na fase 3 dos testes em voluntários, e os resultados ainda não são conclusivos. Além disso, esta vacina ainda não foi liberada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para aplicação na população. E temos também o caso envolvendo a morte suspeita de um dos voluntários que haviam tomado a vacina, e que não foi esclarecida de forma satisfatória.

É de espantar que o governo paulista esteja gastando recursos públicos para adquirir uma vacina que sequer teve seu desenvolvimento concluído, e que ainda nem foi aprovada para o uso. Caso  a Anvisa não aprove a vacina, o governo paulista receberá de volta os recursos gastos? Vale mesmo a pena investir recursos públicos na aquisição de uma vacina, para imunizar as pessoas contra uma doença de baixa letalidade, que já se encontra com as taxas de novos casos estabilizada?

Além da questão das vacinas, há ainda a questão da possibilidade de prefeitos e governadores decretarem novas medidas restritivas e lockdown, justamente neste momento no qual a economia vem se recuperando fortemente, inclusive com a criação de centenas de milhares de empregos formais. Sabemos que, pelo menos aparentemente, vários governantes estão apenas esperando a conclusão das eleições municipais para colocar novamente a imprensa para divulgar a narrativa alarmista da Covid-19, criando o pretexto necessário para justificar a adoção de medidas restritivas. Mas se o povo já está ciente que a narrativa é falsa, e está ciente da cumplicidade da velha imprensa com este plano sórdido, resta a pergunta: a população pretende mesmo aceitar o papel que os governantes lhes determinaram neste plano autoritário?

Amigos leitores, estou fazendo vários questionamentos neste artigo, pois gostaria que todos analisassem os fatos e tirassem suas próprias conclusões. De minha parte, afirmo que esta narrativa da pandemia já deu o que tinha que dar, e a cara de pau dos governantes já foi longe demais. Não dá mais para aceitarmos a tudo isto passivamente! Chegou a hora de colocar um ponto final nisso tudo! Ou saímos de casa para uma reação democrática contra tantos desmandos, ou em breve seremos obrigados a sair de casa para tomar esta maldita vacina chinesa! Que opção você ira escolher?

 

Sander Souza (ConexãoJapão), para Vida Destra, 20/11/2020.
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Nunes
Admin
3 dias atrás

Parabéns pelo artigo. Era um tema que as pessoas e mídia, precisariam bater mais em cima.

Lizlange
Lizlange
3 dias atrás

Sander, destaquei o trecho “…mas também já reconhecem que a sua letalidade não é a que foi propagada pela imprensa, que deixou as pessoas em pânico, pensando que o contágio pelo corornavírus seria uma sentença de morte…” Porque percebo que isto ocorre até hoje, pessoas apavoradas pela narrativa genocida da mídia, por mais que a gente argumentar, a mídia já fez seu estrago, se pessoa não morre pela doença, morre pelo medo de ir para o hospital aos primeiros sintomas.🤷‍♀️

Luiz Antonio
3 dias atrás

Nestes belos questionamentos do art. de @srsjoejp até quando a pandemia: o primeiro em relação a vacina chinesa, pergunto onde está TCE-SP para averiguar o contrato; o segundo, temos de deixar de sermos passivos e ir para rua contra o lockdown.

Lívio Luiz Soares de Oliveira
2 dias atrás

Esclarecedor e oportuno artigo Sander! Meus parabéns!

Fábio Paggiaro
Fábio Paggiaro
2 dias atrás

Essa pandemia não terminará enquanto não destituirem Bolsonaro ou o pivô se insurgir contra seus manipuladores. Excelente Sander.