Há diversos fatores que nos levam a escolher nosso posicionamento político. Dentre eles, está a visão filosófica que temos da sociedade e do indivíduo em si. A direita, por exemplo, considera o indivíduo um ser soberano, dotado de direitos naturais de vida, liberdade e propriedade, os quais existem não porque a lei os criou, pelo contrário, são a razão da lei existir. A esquerda, por outro lado, vê o indivíduo como um meio para se atingir um fim: os regimes ditatoriais socialistas, por exemplo, pouco se importavam com quantos indivíduos tinham que matar para conseguir implantar o programa comunista, o qual, na cabeça deles, traria paz e prosperidade para a sociedade inteira. A esquerda também peca por ver o indivíduo como um ser incapaz e inferior: quando defendem, por exemplo, que o governo planeje e controle todos os setores da sociedade, de segurança à educação, vendo a iniciativa privada com maus olhos por só “visar o lucro”, os esquerdistas ignoram princípios básicos de economia e lógica, os quais levam à conclusão de que se um único órgão tem que planejar a vida de todos os cidadãos, ele certamente não fará isso direito (esse é, inclusive, o motivo o qual o socialismo não funciona: é impossível que uma pessoa ou uma instituição consiga obter o conhecimento do que toda a sociedade quer, processar esse conhecimento e obter, através desse processamento, um resultado exato das demandas dos indivíduos).

A esquerda também defende políticas econômicas heterodoxas impossíveis e que só geraram desgraça por onde passaram, começando pelo socialismo. Os regimes comunistas totalitários de Stalin, Mao, Pol Pot e Fidel mataram por volta de 100 milhões de pessoas, mas essa não é a pior parte. Apesar de já ser sabido que o socialismo é impossível por vários motivos na teoria (como explicado ali em cima a impossibilidade dos órgãos planejadores entenderem e processarem todas as demandas da sociedade, por exemplo) e também na prática, a esquerda insiste nesse regime, que necessariamente resultará em uma ditadura. Dizem que não há, por exemplo, ameaça comunista no Brasil, sendo que temos partido comunista apoiado por diversos intelectuais e mídia, fomos governados por um partido socialista por 13 anos e meio, em que uma das suas líderes era uma terrorista na juventude (Dilma Rousseff) e temos, é claro, o Foro de São Paulo, instituição que reúne todos os líderes socialistas da América Latina e que foi criada com o objetivo de implantar essa ideologia assassina no continente. Enquanto isso, a direita preza pela liberdade de mercado, medida a qual traz ótimos resultados sociais, pois distribui a renda e, apesar de não tornar todos ricos da noite pro dia, permite que todos que morem em países que tenham liberdade econômica alta, como Singapura, Hong Kong e Suíça, tenham um boa qualidade de vida.

A aplicação de medidas econômicas heterodoxas se dá pela demonização da atividade humana responsável por criar produtos novos e desenvolver a sociedade: o empreendedorismo. Acontece que Karl Marx teorizou, quando estava vivo, que os patrões “exploravam” seus empregados, pois não pagavam a eles tudo aquilo que eles produziam, porém Marx, como todo esquerdista, foi desonesto, uma vez que não levou em consideração que, apesar de os empregados não ficarem com tudo que produz, eles não correm o risco que o empreendedor corre, porque eles têm salário fixo todo mês. Além disso, caso os empregados queiram também correr os riscos da empresa e serem por isso remunerados, eles podem comprar ações da Companhia na bolsa de valores e, desta forma, acabar com aquilo que Marx chamou de “mais valia”, que é a suposta exploração da produção mão de obra. Além disso, Marx não observou um pequeno detalhe: quando um dono de uma fábrica tem um funcionário que produz, por exemplo, 50 itens de um produto e resolve contratar outro funcionário, o dono da fábrica terá sua produção aumentada em 100%. Porém, se ele contratar outro funcionário que produza tanto quanto os outros, estará aumentando sua produção em 50%, o próximo proverá um aumento de 25% até chegar ao ponto em que o último funcionário a ser contratado produzirá apenas o que ganha, mas ainda assim o dono da fábrica precisará dele para suprir as necessidades dos compradores, que se não comprarem do dono dessa fábrica procurarão outro.

A esquerda também tem meios um tanto quanto questionáveis de tentar se manter no controle das coisas: ela falsifica dados. Você já deve ter ouvido, por exemplo, que o Brasil é o país que mais mata LGBTs no mundo, certo? Acontece que esses dados são extremamente equivocados: o grupo gay da Bahia, órgão responsável por essa pesquisa fraudulenta, falsifica essas estatísticas não se sabe com qual objetivo. Há casos, por exemplo, de mulheres lésbicas que foram atropeladas por acidente e entram nas estatísticas de mortos por “homofobia”. Tais atitudes relembram o livro clássico de George Orwell, 1984, em que o mundo todo foi dominado por uma ditadura de esquerda socialista e que o partido que está no comando falsifica os dados para manter a hegemonia sobre a população, que está tão alienada pelo “grande irmão”( o chefe supremo do partido que vê todos através de telas espalhadas em casas e ruas) a ponto de sequer questionar os dados falsificados graças ao chamado “duplipensamento”, que é a capacidade de pensar e aceitar como verdadeiras as ideias que são contraditórias, como por exemplo, 2 + 2 serem 5, mesmo a matemática provando exatamente o contrário.

Eis ai outro fator que me fez virar à direita, o “duplipensamento” esquerdista: em 2015, quando a Câmara aprovou a maioridade penal, a maior crítica da esquerda, da qual eu fazia parte, era a de que não seria bom colocar no mesmo ambiente adolescentes e criminosos mais experientes, pois poderia resultar numa corrupção ainda maior desses jovens, crítica a qual é válida, uma vez que facções como PCC saíram desse sistema prisional falido. Porém, eu descobri que os adolescentes ficariam em um ambiente separado dos presos maiores e expliquei para meus colegas de esquerda que eles estavam repassando informação errada. Não adiantou nada mostrar na lei, eles continuaram espalhando uma mentira, mesmo sabendo a verdade, o que mostra que a esquerda tem o poder de fazer uma espécie de lavagem cerebral tão profunda em seus militantes que a fonte da verdade para eles é aquilo que seus líderes falam, não necessariamente o que a verdade, que é a conclusão lógica obtida através do exercício intelectual que comprova uma tese, realmente é. A lavagem cerebral que é feita é tão profunda que faz os militantes acreditarem em absurdos e em terrorismos: quando Jair Bolsonaro estava prestes a ser eleito, os membros da esquerda enfiaram na cabeça dos jovens que haveria uma ditadura militar, que negros, mulheres e toda aquela ladainha de minorias seriam perseguidos. Isso fez crescer nesses militantes um medo tão grande que partiram para atos extremos, como tatuar suásticas nazistas na própria pele para acusar os eleitores do atual presidente com o objetivo de passar a mensagem de que tais agressões seriam normais quando Bolsonaro fosse presidente. Cá estamos nós, em quase 10 meses de governo, sem perseguição a negros, gays, mulheres ou suásticas, muito pelo contrário, notou-se uma efetiva melhora nos indicadores econômicos e de segurança pública. Mais um exemplo de duplipensamento é ver a esquerda conseguindo fazer com que seus membros odeiem seus inimigos ideológicos, como Jair Bolsonaro e Donald Trump, por exemplo, e fazer os mesmos membros, como mulheres e homossexuais, apoiar a invasão de muçulmanos que tem ocorrido no mundo ocidental. Os mesmos muçulmanos que estão estuprando as mulheres europeias, não toleram homossexuais e são machistas a ponto de obrigar, sob ameaça de violência, suas esposas a usarem burca e seguir a lei sharia.

A intolerância é outro fator que faz da esquerda e dos esquerdistas pessoas insuportáveis: se dizem defensores das mulheres, dos negros, dos homossexuais até o ponto que esses discordarem de sua ideologia psicótica. Há feministas desejando que mulheres que discordam do feminismo sofram estupros ou coisa do tipo, basta dar uma olhada nos perfis expostos pela página “Ódio do Bem”, presente no Twitter e Facebook. Além disso, para a esquerda, não importa o que é praticado, mas sim quem o pratica: durante as eleições, fizeram um verdadeiro inferno na vida do, na época, candidato Jair Bolsonaro, acusando o de machismo, racismo, homofobia e toda aquela coisa. O tratamento, no entanto, foi diferente quando Ciro Gomes chamou Fernando Holiday de “capitaozinho do mato”, agrediu um jornalista, praticou todo tipo de atos machistas supostamente reprováveis pelos canhotos, que aplaudiam tudo isso como verdadeiros robozinhos.

A esquerda chegou em um ponto que não consegue mais se sustentar, foi se o tempo em que as pessoas caiam em sua ladainha. Está ocorrendo no mundo todo uma espécie de “desesquerdização” dos órgãos políticos, pois países como Brasil, Chile, Estados Unidos e Áustria têm optado por líderes efetivamente de direita, pois com políticas econômicas fracassadas e imigração incontrolada, a esquerda cavou sua própria sepultura. Os absurdos praticados pela esquerda foram tão grandes que levaram Jair Bolsonaro, um homem com 7 segundos de tempo de propaganda eleitoral, que não tinha apoio legislativo ou do “beautiful people” do Leblon a vencer as eleições no Brasil sem apoio midiático e levando uma facada, o que o impossibilitou de ir aos debates. Esses mesmos absurdos farão com que Marine le Pen ganhe as eleições na França em 2022, país que foi devastado pela esquerda nas últimas décadas.

Vinicius Mariano

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6 Comentários

  1. Excelente. Motivos de sobra para mudança de direção deixando no passado esse tempo tenebroso. Esquerda nunca mais. Parabéns pelo artigo.

  2. Tomei conhecimento deste site hoje, através de um familiar, pelo whatsapp. Precisamos divulgá-lo!

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