Não espere por uma crise para descobrir o que é importante em sua vida“. Platão

 

Diversidade de opiniões, posições, estratégias e convicções num país plural produzem muitos dissensos e poucos consensos.

A política é a arte do convencimento e aqueles que apostam em medidas rápidas estarão fadados ao insucesso que pode levar a extremismos.

Na política prática a realidade é muito diferente daquela que vemos nos textos, áudios e vídeos. A arte de convencer é para poucos e até agora não vi alguém com essa aptidão no governo. Estou esperando até um pequeno grupo com essa intenção, já que não temos uma pessoa, a não ser o próprio presidente.

Embate entre o governo e a esquerda raivosa, tendo de permeio olavistas, vacinados cognitivos na direita querendo o fechamento do Congresso e do STF, faz do momento uma confusão e não um caos político. Está faltando inteligência política no governo.

A campanha para à presidência já começou, contrariando a lei eleitoral. Diga-se logo que essa lei é inócua, casuística e fora da realidade política, uma verdadeira falácia.

Temos quatro grandes grupos contra o presidente atual, eleito legitimamente e portanto alvo da ganância econômica, social e política.  Os grupos, no momento, estão definindo posições contrárias, porém nada impede a união para obter o poder.

A velha esquerda, que subdivide para estabelecer discórdias hipócritas no intuito de lograr massas ignaras, mas no fim dos eflúvios, conquistadores querem o mesmo cetro para implantar suas vontades.

O ser politicus criou escudos para agregar pares com os mesmos objetivos e assim encherem de astúcia no alcance do poder. O escudo moderno são as agremiações denominadas de partidos; ora o nascedouro etimológico já pressupõe a discórdia, partido, seja aquele que se foi ou aquilo que está dividido.

Manobras se fazem de acordo com o momento, portanto o estabelecimento de estratégias é dominante para que o ponteiro guie caminhos diferentes aos olhos incipientes. Quem se lembra do homem montado no cavalo branco? Daquele homem que mostrava a mão para dizer que tinha cinco grandes objetivos? Do homem que adentrava na massa se fazendo popular? Do homem que tirou a barba, vestiu terno e que pregava paz e amor? Do homem que era aplaudido nos aeroportos?

Então, qual será o homem da vez? O velho corrupto sindicalista? O magistrado atrapalhado? O tresloucado economista? O político profissional eloquente, porém corrupto? Ou do atual ex-militar que não perseguiu, não mentiu, tão pouco se embebedou e não roubou?

Aí temos o que de mais brasileiro existe, não votamos em ideologia e sim em comportamento do momento. O cenário será de embates midiáticos como sempre, portanto temos que nos preparar, pois a luta não será fácil, já que teremos muitos rounds e no último a VITÓRIA DO CONSERVADORISMO É CERTA!

 

Não existem grandes conquistadores que não sejam grandes políticos. Um conquistador é um homem cuja cabeça se serve, com feliz habilidade, do braço de outrem“. Voltaire

 

 

Welton Reis, para Vida Destra, 16/12/2021.
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