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Um grupo de pais enviou as máscaras faciais de seus filhos para análise em um laboratório. Aqui está o que encontraram!

 

 

Fonte: TownHall

Título Original:  A Group Of Parents Sent Their Kids’ Face Masks to A Lab for Analysis. Here’s What They Found 

Link para a matéria original: aqui

Publicado em 15 de junho de 2021

 

Autor: Scott Morefield

 

Durante mais de um ano, nos disseram que o uso generalizado e obrigatório de máscara facial devia ser implementado porque, ainda que a eficácia fosse apenas moderada, ou leve, ou insignificante para refrear a propagação da COVID-19, haveria ZERO inconveniente.

“Que mal há?”, eles perguntam.

“É só um pequeno desconforto”, eles dizem.

“Se isso salvar UMA ÚNICA VIDA, terá valido a pena”, eles imploram.

Enquanto isso, nós, do Time da Realidade, não só continuamos a enfatizar os dados do mundo real, que mostram que as máscaras faciais são totalmente ineficazes, como também sustentamos que o uso obrigatório de máscara facial, especialmente por longos períodos, tem efeitos negativos na vida em sociedade e inclusive consequências para a saúde, algo que os poderes constituídos estão bastante satisfeitos em ignorar, em subserviência ao recém-descoberto deus da máscara facial.

É lógico que uma das consequências à saúde está no fato de que milhões de pessoas, especialmente crianças, foram obrigadas a usar e a carregar por toda parte pedaços de pano, através dos quais respiravam continuamente durante horas e horas. Quais patógenos estariam à espreita nessas geringonças repulsivas que são manuseadas incessantemente, guardadas em bolsos e descuidadamente arremessadas sobre livros, mesas e carteiras escolares? Bem, um grupo de pais, na Flórida, enviou um lote de máscaras faciais usadas por seus filhos a um laboratório, a fim de descobrirem. E, sim, você provavelmente precisará se certificar de que não jantará nas próximas horas para poder digerir ESSES resultados.

Via press release:

Gainsville, FL (16 de junho de 2021) – Um grupo de pais em Gainsville, Flórida, preocupados com os possíveis danos que máscaras faciais poderiam causar, enviou seis máscaras faciais a um laboratório, para análise. O relatório resultante detectou que cinco máscaras estavam contaminadas com bactérias, parasitas e fungos, sendo que três delas continham patógenos perigosos e bactérias da pneumonia. Nenhum vírus foi detectado nas máscaras, embora o teste fosse capaz de detectá-los.

A análise detectou estes 11 patógenos assustadoramente perigosos nas máscaras:

  • Streptococcus pneumoniae (pneumonia)
  • Mycobacterium tuberculosis (tuberculose)
  • Neisseria meningitidis (meningite, sepsis)
  • Acanthamoeba polyphaga (ceratite e encefalite amebiana granulomatosa)
  • Acinetobacter baumanni (pneumonia, infecções sanguíneas, meningite, infecções urinárias resistentes a antibióticos)
  • Escherichia coli (intoxicação alimentar)
  • Borrelia burgdorferi (causa da doença de Lyme)
  • Corynebacterium diphtheriae (difteria)
  • Legionella pneumophila (Doença dos legionários [pneumonia extremamente agressiva])
  • Staphylococcus pyogenes serotype M3 (infecções graves, com altas taxas de mortalidade)
  • Staphylococcus aureus (meningite, sepsis)

Metade das máscaras faciais estava contaminada com uma ou mais cepas da bactéria da pneumonia. Um terço estava contaminado com uma ou mais cepas da bactéria da meningite. Um terço estava contaminado com patógenos perigosos de bactérias resistentes a antibióticos. Além disso, patógenos menos perigosos foram identificados, incluindo patógenos que causam febre, úlceras, acne, candidíase, amigdalite ou faringite, doenças periodontais, febre maculosa das Montanhas Rochosas, etc.

As máscaras faciais examinadas eram novas ou tinham sido recém-lavadas antes do uso, e foram usadas durante 5 a 8 horas, a maioria no período escolar presencial, por crianças de 6 a 11 anos. Uma delas foi usada por um adulto. Uma camiseta usada por uma das crianças na escola e máscaras faciais sem uso foram testadas, como controles. Nenhum patógeno foi encontrado nos itens de controle. As proteínas detectadas na camiseta, por exemplo, não eram patogênicas aos seres humanos e são comumente encontradas no cabelo, na pele e no solo.

Uma das mães que participou do estudo, Amanda Donoho, comentou que essa pequena amostragem indica a necessidade de mais pesquisa: “Precisamos saber o que estamos colocando diariamente nos rostos de nossas crianças. Máscaras faciais criam um ambiente quente e úmido para a proliferação de bactérias”.

Esses pais contrataram o laboratório porque estavam preocupados com o potencial de contaminantes das máscaras faciais que seus filhos eram obrigados a usar durante o dia todo na escola, pondo e tirando, apoiando em várias superfícies, usando-as nos banheiros etc. Isso os motivou a enviar as máscaras para análise no Centro de Educação e Pesquisa em Espectrometria de Massa, da Universidade da Flórida.

O gráfico abaixo, consolidado pelo grupo de pais, mostra os possíveis perigos de cada patógeno:

Apetitoso, não? Claro, nada do exposto acima, nem qualquer outra coisa, deterá os extremistas do culto às máscaras faciais; alguns deles, agora, querem máscaras faciais nas escolas para sempre.

 

 

Traduzido por Telma Regina Matheus, para Vida Destra, 26/06/2021.                                  Faça uma cotação e contrate meus trabalhos através do e-mail  mtelmaregina@gmail.com ou Twitter @TRMatheus

 

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