Conhecereis a verdade e a verdade, vos libertará – João 8:32

 

Será que viraremos uma Ditadura como Cuba? Ou talvez uma Venezuela? Neste caso, teríamos um corredor humanitário através do Muro do México. Será? Na Argentina estão desapropriando terras e a fome já fez os “Hermanos” desenterrarem comida de frango estragada. Todas estas perguntas e afirmações serão respondidas amanhã, dia 05.08.2021.

Esta quinta-feira será o dia “D” na Comissão Especial em que será votado o substitutivo do deputado Filipe Barros na PEC 135/2019, que acrescenta o § 12 ao artigo 14 da Constituição Federal, dispondo que, na votação e apuração de eleições, plebiscitos e referendos, seja obrigatória a expedição de cédulas físicas, conferíveis pelo eleitor, a serem depositadas em urnas indevassáveis, para fins de auditoria.

Após a live do Presidente Bolsonaro, de 29.07.2021, explicando os indícios de fraudes nas urnas eletrônicas, e as expressivas manifestações das ruas de 01.08.2021, exigindo eleições com contagem pública dos votos em 2022, espero que “alívio” no coração dos brasileiros seja eliminado, com a vitória do voto impresso auditável, colocando um “basta” na intromissão dos ministros do Supremo Federal no Parlamento.

O povo brasileiro não pode ficar refém de 5 ou 6 técnicos de Tecnologia de Informação (TI) do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que não são autorizados a comparecer à Comissão Especial para apresentar o contraditório em relação aos inúmeros questionamentos sobre a “Materialização do voto” em que especialistas como o do professor Diego Aranha e sua equipe, do técnico Engenheiro Amílcar Brunazo Filho, e do próprio Procurador do Estado do Mato Grosso do Sul, Felipe Gimenez indagam.

Não adianta técnicos fazerem apresentações da “Zerézima” e do “Boletim de Urna”, o brasileiro já está escaldado com o ilusionismo do mágico do TSE, que tira da cartola um coelho. Nós não somos “Palhaços”, somos sabedores de que ao teclar o “CONFIRMA” na urna eletrônica, nosso voto fica armazenado apenas na memória de acesso aleatório (RAM) e não na memória permanente.

O próprio Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) apresentou um relatório de uma auditoria em 2014 de que o sistema eleitoral é inauditável e inauferível, sugerindo que o TSE adote o voto impresso como “alternativa para checagem de votos”.

Aliás, o ex-Secretário de Tecnologia de Informação do TSE, Giuseppe Janino, pai das urnas eletrônicas, desde 1996 foi denunciado à PF pelo crime de falso testemunho pelo Grupo Convergência, em audiências promovidas pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal na CPI de Crimes Cibernéticos, ao dizer que a Smartmatic foi contratada apenas para carregar as caixas das urnas eletrônicas até os locais de votação, mas na verdade, o carregamento não era de “caixas”, mas de mídias geradas pela empresa.

Por outro lado, entendo que a determinação da Polícia Federal para que as apuração das eleições fosse centralizada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE),  de modo a evitar fraudes nos TREs, motivo que gerou a compra de um supercomputador e a contratação de inúmeros técnicos de Tecnologia de Informação (TI), provocou mais dúvidas do que certezas sobre as eleições.

Por isto, é imperioso que o ministro Barroso explique o porquê do hacker preso, que invadiu os sistemas do TSE, já que este entregou a amigos iranianos o banco de dados com a leitura biométrica do povo brasileiro.

Quando falamos em ciência, na Lei de Benford, somos zombados, porque para eles, é possível repetir 240 vezes o cara ou coroa. Não querem entregar o comprovante do jogo da loteria.

Peço a todos os brasileiros, que cobrem, amanhã, via Twitter, e-mail, telefone, os parlamentares para que eles aprovem o voto impresso auditável, de forma a dar mais transparência e segurança às nossas eleições. O preço da nossa liberdade é a eterna vigilância. Senão adeus!

 

 

Luiz Antônio Santa Ritta, para Vida Destra, 04/08/2021.
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