Hoje é sexta feira, 30 de setembro de 2022. Faltam dois dias para as eleições de 2022 no Brasil. Você deve estar preocupado ou receoso, assim como a maioria dos brasileiros que não querem brincar com seus votos.

Acompanhamos uma campanha imunda, repleta de safadezas da imprensa, de ex-jornalistas, de sub celebridades e de cúmplices de bandidos condenados. Essa eleição passa para a história com duas marcas. A primeira é a da canalhice, que nos possibilitou assistir a imprensa e os militantes de redações saírem do armário e se posicionar, sem qualquer pudor, a favor de vagabundos e corruptos que, de uma forma menos digna que o trabalho de um médico abortista, resolveram bandear para o lado dos saqueadores da pátria, na esperança de voltarem às tetas de dinheiro público destinadas, antigamente, aos cofres das prostitutas com CNPJ de jornalistas. A segunda é a constatação daquilo que Jair Bolsonaro conseguiu sozinho: implodir um sistema aparelhado há mais de três décadas. Isso, por si só, é motivo das forças cleptocratas chamadas partidos político se levantarem absolutamente todas, em união contra um único homem, que sem explicação racional ainda está de pé.

A vitória de Bolsonaro no primeiro turno é uma realidade que pode estar batendo à porta. Essa constatação me é lógica por conta daquilo que os olhos dos brasileiros têm testemunhado nesses últimos três anos e meio. Não existe qualquer possibilidade da realidade estar em concordância com as fajutas, desonestas e desconfiáveis pesquisas eleitorais. Absolutamente todas as manifestações em favor do Presidente tiveram adesão nunca antes vista. Assistimos o povo se manifestar espontaneamente, como um mar de verde e amarelo, ou, como está mais difundido, uma imensa plantação de girassóis.

O papel bisonho da imprensa, de tentar esconder aquilo que os olhos não podem deixar de ver, é ridiculamente parecido como aquilo que já citei em outro texto para este veículo de comunicação, onde comparo a reação do sistema à limpeza promovida por Bolsonaro como a do endemoninhado que se contorce quando o exorcista expulsa o diabo de seu corpo, numa cena parecida com a citada no Evangelho de Marcos, no capítulo 5, versos de 1 a 20, que descreve a situação em que Cristo expulsa uma legião de demônios do endemoninhado gadareno.

Para além de nossos anseios ou torcida pessoal, percebo que as pesquisas e os esforços sodomitas dos jornalistas são os sinais do último suspiro contra um inimigo que elegeram e, diga-se de passagem, começo a acreditar no jornalista da Jovem Pan, Guilherme Fiuza, que tem dito há algum tempo que não tem nada de ideologia nessa oposição da ex-imprensa e dos ex-jornalistas. É tudo uma questão de dinheiro; e muito dinheiro. Resumindo: Quando a fonte seca, os usuários dela começam o desespero.

 

 

Davidson Oliveira, para Vida Destra, 30/09/2022.
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