A presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados, deputada federal Beatriz Kicis (PSL-DF), vem sendo assediada e ameaçada de cassação por parlamentares da oposição, por se manifestar contra a execução do policial Wesley Soares Góes, que foi baleado após atirar para cima e contra policiais, na tarde deste domingo (29), na região do Farol da Barra, em Salvador.

Populares foram tomados de indignação em decorrência deste vídeo gravado no local, do ponto de vista de um prédio que dá a correta noção do que ocorreu.

A mídia divulga uma imagem com zoom que dá a entender que o soldado atirou para cima dos colegas, quando apontou para o alto, se quisesse acertar alguém, um policial treinado e atuante por quatro anos teria acertado.

Parlamentares de esquerda tentam emplacar uma imitação narrativa dos eventos do Capitólio no Brasil, mas como sempre, soam desvairados.

O soldado Wesley estava há mais de 30 passos do local da guarnição que disparou os tiros, não houve negociação alguma como se vê no vídeo, o que deixou os populares revoltados, pois entenderam se tratar de mera execução.

O vídeo caiu na rede, afinal todo mundo conhece algum “amigo policial” e ademais a corporação se viu ameaçada,  correndo risco de morte pela mão de criminosos e de companheiros. Esse foi o ponto de deflagração da greve de policiais e protestos.

A esquerda brasileira, pateticamente, imita todos os fatos conflitivos ocorridos no exterior atendendo a uma narrativa internacionalmente articulada. São factoides, artificialidades que a população já percebeu, daí a dissonância entre discurso midiático e debates populares.

Veja o vídeo:

 

*Por Renata Araújo (@Renata_AFVA)

*Esta notícia pode ser atualizada a qualquer momento.

 

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