O Brasil, analogicamente, é como se fosse um doente em estado terminal, e que precisa de um remédio amargo, muito amargo, se quiser pelo menos recobrar a consciência.

Um doente terminal, com muitos anos sucateado, sem infra, totalmente burocrático, com impostos altíssimos e retorno quase zero dos mesmos.

Desde que Jair Messias Bolsonaro começou aparecer na mídia, o establishment ficou incomodado. Alguém que não pode ser comprado, nem com títulos, dinheiro ou poder.

Basicamente aconteceu como a fala do Mahatma Gandhi:

“Primeiro eles te ignoram, depois riem de você, depois brigam, e então você vence.”

Bolsonaro luta nos mesmos passos de Trump e tem somente o apoio de uma parcela da população, aquela população que trabalha e sabe o valor das coisas, e como sempre, a mídia  é contra .

Há um verdadeiro jogo de xadrez entre a elite, sejamos atentos pelos próximos quatro anos.

 

 

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4 Comentários

  1. Para chegar ao alma, nem se precisa montanha de palavras, excelente fala sobre o que representa um remédio amargo e doce ao mesmo tempo. A batalha está começando para tentar mudar a historia dum país que tem tudo para ser potencia.

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