Nesta série de artigos, sempre publicados às quintas-feiras, analisaremos a obra: Como ser um conservador, do filósofo e escritor inglês Roger Vernon Scruton, que faleceu em 12 de Janeiro de 2020. Acesse o sumário neste link, não se esqueça de colocar o mesmo nos seus favoritos. Lembrando que os títulos e subtítulos podem não ser iguais aos existentes no livro. Sem mais delongas, aproveitem!

 

 

A falsidade no socialismo

 

Nos últimos artigos, aprendemos sobre várias características do Estado de Bem-Estar Social e como ele funciona. Por ser administrado em sua maioria por socialistas e progressistas, o mesmo é cheio de fraudes.

Uma das fraudes mais conhecidas, é a falsa doutrina de que o Estado de Bem-Estar Social administra o produto social como um ativo comum, dando a impressão que há uma redistribuição da riqueza, de modo que todos possam garantir a parte que têm direito. De acordo com esse cenário, as riquezas e frutos do trabalho humano não têm dono até que o Estado faça uma redistribuição, ou seja, um pensamento e um padrão totalmente de esquerda.

Já vimos anteriormente, como é perigoso ter o Estado como provedor e gestor central na vida das pessoas. Imagine ter sua liberdade, oportunidades, rendimentos, riquezas e bases sociais de respeito próprio, sendo geridas.

Verdadeiramente, o Estado socialista não faz uma redistribuição de riquezas ou ativos na sociedade. Cria-se renda sobre os ganhos dos pagadores de impostos (trabalhadores e empresas que realmente produzem riquezas em um país) e oferecem essa mesma renda aos seus “clientes” privilegiados. Esses “clientes” para não perderem a renda, votam na classe política que a providencia. Com um número suficiente de votos, essa renda se torna permanente.

Quando uma grande parcela da população do país se torna dependente do Estado, há uma verdadeira criação de uma “classe de ócio”. Como na Grécia e França, que grande parte da população já está na folha de pagamento estatal.

Cabe lembrar que cada vez mais a riqueza é expropriada do produtor e transferida para os burocratas, que fazem a distribuição entre os mesmos e para uma parcela da população. A medida que o orçamento aumenta, cada vez menos há transparência e prestação de contas aos eleitores, aumentando os casos de corrupção.

Deturparam  totalmente o conceito de justiça, mérito, recompensa ou redistribuição.

 

 

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Nunes, para Vida Destra, 10/06/2021
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