Nesta série de artigos, sempre publicados às quintas-feiras, analisaremos a obra: Como ser um conservador, do filósofo e escritor inglês Roger Vernon Scruton, que faleceu em 12 de Janeiro de 2020. Acesse o sumário neste link, não se esqueça de colocar o mesmo nos seus favoritos. Lembrando que os títulos e subtítulos podem não ser iguais aos existentes no livro. Sem mais delongas, aproveitem!

 

 

A verdade no Capitalismo

 

 Princípio Básico

 

A verdade no capitalismo sempre é, e sempre será, negada pelo socialismo. Não há dificuldades para entender essa verdade, pois é algo simples, isto é, as trocas voluntárias (comércio/serviços) e a propriedade privada são características essenciais e necessárias de qualquer economia de larga escala, ou seja, qualquer economia em que as pessoas dependam das funções e atividades de desconhecidos para a sobrevivência e prosperidade. Isso garante uma verdadeira coordenação econômica.

Os socialistas não aceitam isso. Eles veem a sociedade como um mecanismo de distribuição de recursos para quem o exigem, sem respeitarem o sistema de cooperação econômica, causando diversas aberrações econômicas ao longo do tempo, como por exemplo, controle de preços e produção pelo Estado.

A atividade econômica depende do conhecimento das necessidades, desejos e recursos da população. Esse conhecimento está disperso na sociedade e não é propriedade de nenhum indivíduo. Nas trocas voluntárias de bens e serviços, esse conhecimento é garantido pelo mecanismo de preços. Os preços em uma economia livre oferecem a solução para inúmeras equações simultâneas, que projetam a demanda individual diante das inúmeras ofertas disponíveis.

Como falamos acima, no mundo ideal pelos socialistas, a economia, principalmente a produção e distribuição são determinadas por uma autoridade central, no caso, o Estado. Deste modo, os preços não oferecem mais um indicador de escassez de recursos e nem a dimensão da demanda por eles. A economia livre é destruída com filas, excesso e escassez no lugar da ordem espontânea da distribuição. Também a mesma pode ser substituída pelo mercado negro, onde os produtos e até serviços são negociados pelo seu preço real, mas somente para as pessoas que têm condições de pagar que conseguem usufruir dessa modalidade.

Como confirmar tudo o que falamos acima? É só olharmos a experiência real de economias socialistas e de economias liberais. Onde há progresso? Onde há escassez, miséria e corrupção generalizada?

 

 

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Nunes, para Vida Destra, 29/07/2021
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