Nesta série de artigos, sempre publicados às quintas-feiras, analisaremos a obra: Como ser um conservador, do filósofo e escritor inglês Roger Vernon Scruton, que faleceu em 12 de Janeiro de 2020. Acesse o sumário neste link, não se esqueça de colocar o mesmo nos seus favoritos. Lembrando que os títulos e subtítulos podem não ser iguais aos existentes no livro. Sem mais delongas, aproveitem!

 

 

 “NÓS”

Uma das bases da cultura ocidental e dos países considerados decentes ao redor do mundo,  é o fator liberdade, e algo que está ligado a isso é quando permitem ao cidadão o sentimento de se pertencer a uma comunidade. Ao mesmo tempo ele não vê o lugar somente como dele ou seu, mas utilizando de forma plural, nosso. Esse pensamento não é aceito pelos internacionalistas, socialistas revolucionários ou pelos intelectuais devotados à visão atemporal, ou seja, gente da pior espécie.

Quais as maneiras que uma pessoa pode manifestar-se no plural? De duas formas: por meio de um objetivo comum ou da ausência de um propósito comum.  Como entender isso de uma forma fácil? Observe a amizade. Valorizamos nossos amigos pelo que eles são e não pelo que os mesmos tem, ter uma amizade é totalmente proveitoso para a nossa vida, pois o benefício dela com a amizade,  não é um fim, mas um meio, além de ser um dos fatores que ajudam e dão sentido aos nossos propósitos.

Basta observar em um passado recente, em países comunistas da Europa com controle soviético, o Estado através do partido à frente da liderança e a polícia secreta, queriam dominar a vida das pessoas de toda forma, desde a educação, amizades, propriedade privada até a criação de associações, jornais, partidos e etc.

Para o espanto das autoridades; as pessoas faziam amizades, reuniam-se com o intuito para estudar, ler, fazer música e discutirem a vida e trocarem informações. Mesmo com a opressão estatal, a sociedade se renovava em pequenos pelotões e conseguiam burlar esses controles destrutivos, mesmo que ocasionalmente, fosse pegos pela polícia secreta. Ou seja, as pessoas descobriram que a sociedade, para a sua vida pessoal, não visava a um objetivo e sim, um fim em si mesma, uma forma  de vida apreciada pelo que é, não pelo que faz.

 

 

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Nunes, para Vida Destra, 14/01/2021
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Sandra Nascimento da Silva
Sandra Nascimento da Silva
11 dias atrás

Texto perfeito!!!

FABIO PAGGIARO
11 dias atrás

O conservadorismo cultua valores e princípios. A esquerda dogmas contrários à natureza humana para destruir a sociedade e impor o comunismo. Excelente Nunes.

Sander Souza
Editor
9 dias atrás

Muito bom o conteúdo escrito pelo Roger Scruton! Obrigado pelo trabalho de compartilhar conosco!
Lido e compartilhado!