Brilhante dossiê em forma de  thread do @DallasginReturn e compilada no threader.app . A publicação desse Dossiê serve como backup e para facilitar a leitura. Futuramente terá uma parte II.

Reserve alguns minutos para leitura!

 


 

Eu já disse e reafirmo, não faço nada sozinho, e me dou o Direito de protegê-los, uma vez que estou fora do Brasil e pra me processar fica um pouco mais complicado, sou fiel aos meus amigos e informantes e colaboradores.

Pouco tive a ver com o que será postado a seguir, porém faço uso de minha rede para expor canalhas e uma DST da internet chamada Sleeping Giants Brasil.

E será comprovado que o casal de idiotas apresentados não passa de imbecis usados como laranjas. Vamos ao que interessa:

Dossiê Sleeping Giants Brasil

A ESTRATÉGIA NAZISTA PARA ROTULAR CONSERVADORES

 

 

AS CÉLULAS DA SUBVERSÃO

Estão organizadas em células em todo o mundo visando rotular, deteriorar a imagem e principalmente subverter o discurso sob a acusação do ódio e disseminação de notícias falsas.

As Técnicas de Goebbels, armas empregadas pela Esquerda contra o Conservadorismo. Ligação apontam coordenação global da esquerda para rotular o conservadorismo como “extrema direita” com o objetivo de criminalizar o conservadorismo.

 

O SURGIMENTO DOS SLEEPING GIANTS

Assim surge em 2016 um perfil na plataforma Twitter com o pseudônimo “Sleeping Giants”. Este perfil surge com uma missão muito bem definida: Classificar mídias independentes e conservadoras como portadoras e propagadoras de “discurso de ódio” e “Fake News”.

Motivado pela vitória de Trump ao cargo de presidente dos EUA, após anos de domínio da esquerda, o perfil Sleeping Giants inicia sua campanha. Após uma sequencia de ações do perfil, uma investigação independente conclui que o nome por trás do Sleeping Giants é, Matt Rivitz. Atribuído à Nandini Jammi, que reivindicaria ser considerada cofundadora do Sleeping Giants. Matt Rivitz e Nandini Jammi chegam a um entendimento e assim todo o mistério por trás do Sleeping Giants é dado como encerrado.

Entretanto havia algo que não fazia muito sentido. Como uma iniciativa com forte ligação com uma mudança política recente teria sido iniciada por uma pessoa ligada ao mundo da publicidade sem nenhum vínculo político?

Joseph Goebbels, na época da campanha nazista, também conhecia o universo das mídias da época, mas foi seu profundo conhecimento filosófico e sua ligação com o partido e com o próprio Hitler que o fez sequestrar a imprensa e conduzir forte campanha publicitária antissemita.

Isto nos levou a investigar e procurar entender, como o Sleeping Giants havia traçado sua estratégia de ação e como ela se assemelhava às ações de Goebbels. Um indivíduo tem liberdade para seguir o perfil que desejar e isto não constitui violação de conduta.

Entretanto um perfil criado para combater conservadores por meio de acusações sem que o acusado tenha o direito de ser ouvido, sem dúvidas levanta alguns questionamentos, tais como: Qual a ligação entre o perfil Sleeping Giants e os outros que este perfil está seguindo?  Por que o perfil do Sleeping Giants seguiria algum outro perfil que não fosse uma de suas células? Há o envolvimento de políticos de esquerda na orquestração das ações do Sleeping Giants?

Seria o Sleeping Giants uma nova versão da propaganda ao estilo Goebbels a preparar o ambiente para a criminalização do conservadorismo a exemplo do que ocorreu com os judeus? Qual a razão para considerarmos o primeiro perfil além de estabelecer um vínculo?

PROCESSO INVESTIGATIVO

Foi então que se teve uma ideia: verificar o perfil do Sleeping Giants e os outros criados para atuarem como suas células aí no Brasil.

O ponto principal seria identificar qual o primeiro perfil seguido, e assim, estabelecer um elo de ligação entre este perfil e o perfil do Sleeping Giants que o segue.

Por se tratar de um perfil dedicado ao combate de mídias alternativas onde eles se baseiam em acusações que envolvem “discurso de ódio”, “fake news”, saber outros perfis que as células Sleeping Giants seguem pode estabelecer, quando identificado como o primeiro perfil seguido, se o tal perfil colaborou para a criação do perfil Sleeping Giants principal e outros que seriam utilizados como perfis células, além de saber quais destes teriam alguma ligação com opositores tanto dos conservadores quanto dos partidos ligados ao conservadorismo.

Mas como saber se determinado perfil seguido no Twitter foi o primeiro? Para esta tarefa se pedi ajuda a diversos perfis a fim de identificarem se o último perfil da lista que aparece na parte dos perfis seguidos corresponde ao primeiro perfil seguido por eles.

 

A CÉLULA MÃE

A investigação começa pela célula principal, o perfil @slpng_giants.

Primeiros seguidores:

O último da lista, ao que tudo indica o primeiro a ser seguido pelo perfil Sleeping Giants, é o perfil atribuído a Jon Favreau (@jonfavs). Quem é e qual a importância de Jon Favreau no cenário político de Jon Favreau o “leitor de mentes” – O Goebbels do século XXI.

Seu nome é Jonathan Edward Favreau, nascido em 02/06/1981. Após a formatura, ele foi trabalhar para a campanha presidencial de John Kerry em 2004, trabalhando para coletar notícias de rádio para a campanha e foi promovido ao cargo de Deputy Speechwriter (Redator de discurso).

Favreau conheceu Barack Obama, então um senador estadual de Illinois, enquanto trabalhava na campanha de Kerry. Em 2005, o diretor de comunicações de Obama, Robert Gibbs, recomendou Favreau a Obama como redator de discursos.

Favreau foi contratado como redator de discursos de Obama logo após a eleição de Obama para o Senado dos Estados Unidos. Obama e Favreau se aproximaram e Obama se referiu a ele como seu “leitor de mentes”.

Ele fez campanha com Obama para as eleições presidenciais . Em 2009, ele foi nomeado para a equipe da Casa Branca como Diretor de Redação de Discursos. Interessante: Jon Favreau trabalhou na campanha e depois na Casa Branca com Obama.

Jon Favreau atuou como redator principal de discursos de Barack Obama de 2005-2013, um papel que foi muito mais sênior e influente do que Jon Lovett.

Desde que deixou a Casa Branca, Favreau escreveu e falou sobre política e redação de discursos para audiências em todo o mundo. Em 2017, ele foi co-fundador da “Crooked Media”, onde é co-apresentador do “Pod Save America” e apresentador do “The Wilderness”.

Somente para constar, Jon Favreau também segue de volta o Sleeping Giants.

Lembram dos nomes que aparecem na lista de perfis seguidos pelo perfil do Sleeping Giants (@slpng_giants) exatamente na ordem que sugere terem sido incluídos sequencialmente após o perfil ter seguido Favreau? Vamos rever:

Jon Favreau, Dan Pfeiffer e Jon Lovett. Qual seria a ligação deles com o perfil do Sleeping Giants e na Crooked Media? Considerando que estes perfis estão sendo seguidos pelo Sleeping Giants, temos Jon Favreau, Dan Pfeiffer e Jon Lovett candidatos a serem os primeiros perfis seguidos pelo Sleeping Giants nos EUA. O fato mais intrigante é que tanto Favreau quanto os outros estiveram envolvidos com Barack Obama e estão ligados a esquerda dos EUA.

Teria sido o perfil Sleeping Giants uma estratégia da esquerda dos EUA para combater ao estilo Goebbels os conservadores? Será que usaram o termo “Fake News” e “Discurso de Ódio” para ocultar o que seria uma reformulação da estratégia de Goebbels pela qual a esquerda nos EUA perseguiria conservadores e aqueles que apoiam princípios e valores oriundos da cultura judaico-cristã? Obama e a esquerda nos EUA teriam orquestrado esta campanha onde membros da Casa Branca, durante a gestão Obama, estariam envolvidos?

Vale ressaltar que o S.G surge no auge da disputa americana para presidente, em 2016. Em 11/ 2016, logo após Trump ter sido eleito Presidente dos EUA, Matt Rivitz surge alegando que soube pela imprensa do papel desempenhado pelo portal Breitbart News naquela eleição histórica.

Neste mesmo mês, Matt Rivitz cria uma conta “Sleeping Giants” (@slpng_giants) no Twitter com uma única missão: Convencer as empresas de que a publicidade de seus produtos apareciam em sites como o Breitbart que ele, de forma pejorativa, passou a classificar como “extrema direita”, Propagadores de “Fake news” e “discurso de ódio”.

Seja como for, Donald Trump foi eleito presidente dos EUA naquele ano. E a imprensa americana acabou aceitando o argumento de que Matt Rivitz e Nandini Jammi seriam realmente os co-fundadores do Sleeping Giants. Analisando verifica-se que até nós inicialmente lendo as notícias daquele tempo acha-se plausível, ainda que algo não estava devidamente se encaixando, acha naquele momento, que havia algum sentido para o nome de Rivitz e Jammi aparecerem.

Hoje olhando as conexões do perfil SG, não acreditamos que tenha sido obra de Rivitz e Jammi. Hj estamos percebendo, no mínimo, um mentor intelectual por trás de toda a trama. O perfil SG tem como 1° seguidor alguém ligado a um grupo muito forte na propaganda e publicidade.

TBWA\Worldwide – Subsidiária do Grupo Omnicom, proprietária da ABC no Brasil, além do fato de que os perfis que parecem ter sido os primeiros a ser seguido pelo Sleeping Giants são ligados ao ex-presidente Barack Hussein Obama II por meio de Jon Favreau.

Para que tudo ficasse mais relacionado à estratégia de Goebbels, em janeiro de 2017, Jon Favreau co-fundou a empresa de mídia liberal Crooked Media com os também ex-funcionários de Obama, Tommy Vietor e Jon Lovett , e começou a co-hospedar o podcast político “Pod Save America” com Vietor, Lovett e Dan Pfeiffer.

A Crooked Media seria a continuação do trabalho de Jon Favreau agora que a esquerda havia perdido a disputa pela Casa Branca. E assim aconteceu. No primeiro mês do início do governo Trump surge a Crooked Media.

Será que Rivitz foi utilizado como um laranja para o plano do Goebbels do século XXI? Seguindo para outro ponto interessante sobre o perfil Sleeping Giants – o primeiro seguidor. O perfil @slpng_giants nas pesquisas apresenta o perfil @lionelrecruits como o primeiro seguidor.

QUEM É A TBWA\WORLDWIDE?

TBWA Worldwide é uma agência internacional de publicidade com sede principal em Midtown Manhattan , Nova York , Estados Unidos. Desde 1993, a agência tornou-se uma unidade do Grupo Omnicom , a segunda maior holding de agências de publicidade do mundo.

É importante recordar um fato importante sobre o Grupo Omnicom e sua entrada no mercado brasileiro ocorrido em 2015:

” “Não posso falar sobre o assunto”, disse ao Meio & Mensagem o CEO do Grupo ABC, Guga Valente, nesta sexta-feira, 20, sobre a venda da holding brasileira para o grupo norte-americano Omnicom, confirmada à reportagem por outras fontes próximas à negociação. As duas partes já são sócias desde a fundação do ABC, em 2002, quando o grupo foi lançado, com a marca Ypy, por Guga e Nizan Guanaes. Entretanto, o relacionamento societário da dupla brasileira com o Omnicom é anterior ao lançamento do ABC.

Em 1997, Guga e Nizan venderam para a rede DDB, integrante da holding norte-americana, o controle acionário da DM9, agência que haviam comprado.

Atualmente, o Omnicom tem participações em quatro agências administradas pelo Grupo ABC: a multinacional é majoritária na DM9DDB (60%) e no escritório local da Interbrand (60%), e detém participações minoritárias na Africa (15%) e na Loducca (9%).

A aquisição do ABC pelo Omnicom deve ser anunciada oficialmente na segunda-feira, 23. Como geralmente acontece nesse tipo de acordo, o contrato assinado prevê a permanência de Guga e Nizan no comando do ABC por um prazo mínimo de cinco anos.”

 

Em 02 de maio de 2016 a notícia foi confirmada pelo portal ADNEWS com a seguinte matéria:

” Após meses de negociação e muita especulação, incluindo uma suposta investida da WWP, o grupo ABC, de Nizan Guanaes, foi vendido para o americano Omnicom.
De acordo com informações da coluna do jornalista Lauro Jardim, trata-se de um negócio de aproximadamente 1 bilhão de reais, o que torna a transação a maior da história da propaganda no Brasil.

O negócio deve ser anunciado oficialmente na segunda-feira e Nizan Guanaes e Guga Valente devem continuar como sócios comandando a operação. O valor total da compra deve ser quitado ao final de cinco anos.

Vale lembrar que, além de Nizan e Guga, o Grupo ABC tem como sócios o fundo Kinea (Itaú) e o Grupo Icatu. Africa, CDN, Loducca, DM9 e outras agências estão no guarda chuva da empresa. “

 

O primeiro caso onde se estabelece a conexão entre o Sleeping Giants e uma grande agência de publicidade começa com o perfil @lionelrecruits que, conforme mencionado anteriormente, parece pertencer a Lionel Carreon, Diretor Executivo, Recrutamento Criativo Global na TBWA\Worldwide – Subsidiária do Grupo Omnicom, proprietária da ABC no Brasil de Duda Mendonça. Com um grupo forte no mercado de propaganda e publicidade ligado ao primeiro perfil seguido pelo Sleeping Giants no Twitter surgem algumas perguntas:

  • Seria este o poder de convencimento do Sleeping Giants pelo qual as empresas contatadas pelo Sleeping Giants não oferecem a outra parte denunciada o direito de defesa quanto às acusações feitas?

 

  • Haveria alguma contrapartida oferecida em forma de publicidade para empresas que aceitam as ordens do Sleeping Giants?

 

  • Empresas de propaganda e publicidade brasileiras estariam ligadas ao grupo ABC e participariam da estratégia do Sleeping Giants para prejudicar empresas, pessoas e mídias alternativas com viés conservador?

 

  • Há jornalistas, na grande mídia brasileira, com viés político de esquerda envolvidos nesta estratégia?

Estas perguntas nos levam a considerar o cenário político e com isso analisarmos os outros perfis seguidos pelo Sleeping Giants dos EUA. Estes três perfis nos levam à esquerda dos EUA e ao ex-presidente Barack Hussein Obama II.

Estaria Obama, Crooked Media de Jon Favreau e sócios, a TBWA\Worldwide -Subsidiária do Grupo Omnicom proprietária da ABC no Brasil envolvidos com na estratégia de repetir os feitos de Goebbels?

Se analisar por esta ótica, veremos a atuação de Favreau tem forte ligação com o papel e estratégias adotadas por Goebbels. E sabia que para se conquistar as ruas, ele teria que usar o terror. Manchetes de jornal, ataques de gangues nas ruas, aliciamentos, agitação e violência.

Tudo isto foi exatamente o que assistimos nos EUA com os ataques da mídia aos conservadores e o aliciamento de pessoas, para aderirem ao movimento que ficou conhecido como BLM (Black Lives Matter).

Como Goebbels, Favreau agora passava a contar com uma empresa de publicidade com a qual pode prosseguir com seu plano, agora muito mais abrangente, pois a exemplo dos EUA, outras nações esboçavam uma forte reação conservadora, como foi o caso do Brasil.

Para adequar a estratégia de Goebbels aos novos formatos de mídia, Favreau podia contar com o Sleeping Giants, pois durante os anos de atuação na Casa Branca viu a imprensa fomentar temas que mais tarde seriam úteis aos seus propósitos.

Um deles, muito difundido tanto aqui nos EUA como aí no Brasil foi o termo “Fake News”. Enquanto sua nova empresa, a “Crooked Media” se encarregaria de garantir a publicidade da esquerda, o Sleeping Giants atuaria para desmonetizar portais de mídia alternativa que não compartilhavam os ideais comunistas da esquerda, forçando-os a encerrar suas atividades reduzindo, com esta ação, o apoio que poderiam dar ao movimento conservador.

Seguindo fielmente a estratégia de Goebbels, Favreau consegue passar despercebido, principalmente, quando o nome de Matt Rivitz aparece vinculado ao perfil Sleeping Giants, garantido que ele permanecesse nas sombras como o grande articulador da estratégia de minar os conservadores, imputando-lhes crimes que jamais cometeram.

 

COMO FAVREAU CHEGA AO BRASIL?

Quem é Nandini Jammi?

Por meio do Sleeping Giants dos EUA, diversos perfis semelhantes são criados como células em muitos estados brasileiros. Todos possuem algo em comum:

  • Ligação com perfis células do Sleeping
  • Ligação com perfil de Nandini Jammi
  • Ligação com figuras estratégicas

Antes de prosseguir com os perfis células e suas ligações, cabe uma pergunta: Como não foi percebida a estratégia de Goebbels nas ações do Sleeping Giants? Dois fatores podem responder a esta pergunta.

Um deles está relacionado ao fato de não termos feito a ligação do SG com TBWA\Worldwide – Subsidiária do Grupo Omnicom proprietária da ABC no Brasil e JonFavreau. O outro fator tem a ver com uma ação preparatória ocorrida pouco antes das ações do SG se intensificarem no Brasil.

Eles trouxeram à tona a figura do Goebbels, mas de uma forma que mexeria com a emoção das pessoas causando com isso um tipo de blindagem pelo qual o Sleeping Giants não seria ligado a Goebbels, uma vez que haveria um episódio recente, não ligado aos partidos de esquerda ou às ações do Sleeping Giants, estabelecendo uma certa diferença cognitiva, suficiente para evitar comparações.

É importante relembrar onde e como aconteceu.

No dia 16 de janeiro de 2020, o secretário especial da Cultura do governo do presidente Jair Bolsonaro, Roberto Alvim, fez um discurso que a imprensa brasileira noticiou como semelhante ao do ministro de Adolf Hitler da Propaganda da Alemanha Nazista, Joseph Goebbels, antissemita radical e um dos idealizadores do nazismo.

Hoje, ao analisar aquele episódio, a pergunta se não era uma estratégia para trazer a memória do brasileiro a figura de Goebbels e sua propaganda que divulgou ao mundo os ideais nazistas como a forma de ocultar a semelhança e dissociar as ações do SG, mantendo Favreau nas sombras?

Entretanto veja a frase de Goebbels e compare com a estratégia utilizada pelo Sleeping Giants e veja se não é exatamente o que ocorre. A frase é: “A propaganda jamais apela à razão, mas sempre à emoção e ao instinto.”

 

A CÉLULA DO BRASIL

Será que não é assim que o Sleeping Giants tem agido? Observe que uma denúncia geralmente é um apelo à razão, solicitando apuração de acordo com o devido processo legal, etc.

Enquanto a estratégia publicitária ignora a razão, tentando apelar para meios relacionados à emoção e assim conquistar seu objetivo.

Veja alguns registros de contatos realizados pelo Sleeping Giants.

Em qual destas postagens acima, percebe-se o direito de resposta quanto às acusações? Não é exatamente a estratégia que apela à emoção, ao instinto?

Talvez aquela ação envolvendo o ex-secretário de Cultura tenha servido para que do lado dos conservadores ninguém se atrevesse a associar os eventos das células do Sleeping Giants ao modus operandi do propagandista do nazismo. Se tivéssemos feito tal associação talvez teríamos chegado ao mentor por trás de toda a estratégia da esquerda dos EUA. Pagamos um alto preço por não termos, se quer, cogitado tal possibilidade. Siga analisando os perfis células do Sleeping Giants no Brasil e suas ligações.

Começaremos pelo perfil Sleeping Giants Brasil para o qual teremos dois perfis:

@brasil_sleeping (seguindo a lógica da nossa pesquisa sobre o primeiro perfil que a célula do Sleeping Giants seguiu).

O último perfil da lista de perfis seguido pela célula @brasil_sleeping é o perfil @moreira1950. Não se pode afirmar seu vínculo com o Sleeping Giants ou com Jon Favreau, nos chama a atenção é o que levaria uma célula do Sleeping Giants a seguir um perfil e se este foi ao que tudo indica, o primeiro da lista de perfis seguido pelo @brasil_sleeping, qual seria o vínculo?

Observe também que o perfil possui Nandini Jammi como um dos perfis seguido.

O que reforça o vínculo com o Sleeping Giants dos EUA onde Jon Favreau, ex-membro do gabinete de Obama aparece como um possível primeiro perfil seguido.

Qual a razão para célula do Sleeping Giants, no perfil @brasil_sleeping seguir outros perfis de pessoas que não são ligadas ao Sleeping Giants, ou possuem alguma ligação?

@slpng_giants_pt (outro perfil célula do Sleeping Giants no Brasil). Este parece seguir a nomenclatura da célula matriz nos EUA (começando com “@slpng”)

Além do perfil de Nandini Jammi, que alega ser co-fundadora com Matt Rivitz. Será que esta célula do Sleeping Giants no Brasil, teria sido criada pelo Sleeping Giants cuja mentoria pode ter sido de Jon Favreau – uma espécie de Goebbels do século XXI?

Qual a razão para célula do Sleeping Giants no perfil @slpng_giants_RS seguir outros perfis de pessoas que não são ligadas ao Sleeping Giants ou possuem alguma ligação?

Qual a razão para célula do Sleeping Giants no perfil @slpng_giantPR seguir outros perfis de pessoas que não são ligadas ao Sleeping Giants ou possuem alguma ligação?

@slpng_giants_MA (outro perfil célula do SG no Maranhão – Brasil). Qual o vínculo de Renan Costa com o SG no perfil @slpng_giants_MA, para que este apareça na lista como um candidato a ter sido o primeiro perfil seguido por uma das duas células identificadas com o Maranhão?

Outro perfil seguido pela célula do Sleeping Giants do Maranhão (@slpng_giants_MA) é João Marcos (@JoaoM014) :

O perfil de João Marcos (@JoaoM014) também segue alguns perfis células do Sleeping Giants. Qual a razão para a célula do Sleeping Giants do Maranhão estar seguindo estes dois perfis? Qual o vínculo deles com a estratégia do Goebbels do século XXI, Jon Favreau?

Vale ressaltar, o que nos chama a atenção para os questionamentos é o perfil da célula do Sleeping Giants (@Slpng_Giants_Ma) estar seguindo estes perfis. @slpng_giantsMA (outro perfil célula do Sleeping Giants no Maranhão – Brasil). O primeiro perfil seguido por esta célula, ao que tudo indica, era do jornalista das organizações Globo, João Paulo Saconi.

Dias depois de uma investigação por parte das autoridades este perfil foi excluído. Entretanto, não há como provar que a exclusão esteja relacionada com as investigações.

Entretanto, João Paulo Saconi continua seguindo os perfis da co-fundadora do Sleeping Giants, Nandini Jammi. Os perfis da células de Goiás (@slpng_giants_go) e a célula do Rio Grande do Sul (@slpng_giants_RS). O perfil de uma das células com o nome Brasil na composição do perfil (@slpng_giants_pt), perfil da célula matriz do Sleeping Giants nos EUA (@slpng_giants) e por último, o perfil da célula do Sleeping Giants na França (@slpng_giants_fr) .

Claro que o jornalista é livre para seguir o perfil que desejar, o que nos chamou a atenção, foi o fato de seu perfil constar como um possível candidato a ter sido o primeiro perfil seguido pela conta que foi excluída(@slpng_giantsMA).

Qual seria o vínculo do Jornalista João Paulo Saconi, das organizações Globo, com o Sleeping Giants? Seria parte da estrutura para criminalizar conservadores no Brasil, a exemplo do que o Sleeping Giants fez nos EUA? Qual o vínculo dele com o Goebbels do século XXI, Jon Favreau?

Outra célula que deixou de existir ao ter a conta excluída foi a do Rio de Janeiro (@slpng_giants_rj).

O perfil da célula do Rio de Janeiro (slpng_giants_rj) era seguida pelo jornalista do The Intercept Brasil, Leandro Demori.

Após o início de processo de investigações por parte das autoridades, o perfil (@slpng_giants_rj) teve a conta excluída, não há como provar que a exclusão esteja relacionado com as investigações.

A próxima célula Sleeping Giants é do Paraná (@slpng_giantsPR)

O primeiro perfil seguido por esta célula (@slpng_giantsPR), ao que tudo indica, é o que aparece ao final da lista como o último perfil. Há tantos outros e todos com as mesmas características. Resta saber, qual o vínculo das pessoas relacionadas aos perfis que as células do Sleeping Giants seguem, com a estratégia montada pelo Sleeping Giants.

Primeiros seguidores

 

A ESTRATÉGIA DE GOEBELS NO BRASIL

 

Tudo o que foi constatado até aqui, desde o surgimento do movimento no ano de 2016, demonstra ser uma reprodução contemporânea da estratégia utilizada por Goebbels, quando planejou usar as ferramentas e seu conhecimento sobre o poder da propaganda com o objetivo de iniciar um movimento dedicado a convencer a Europa, primeiramente a Alemanha, que os judeus eram os grandes culpados pelas mazelas na economia.

Segundo Joachim Fest, em A face do Terceiro Reich, ‘a propaganda foi o gênio do nacional-socialismo e não somente um instrumento de poder’. O autor explica que o nacional-socialismo tinha uma filosofia obscura e contraditória, mas uma índole clara e objetiva quanto à propaganda.

O rádio foi o maior instrumento, mas nada referente às comunicações foi desprezado;o próprio Goebbels escrevia artigos, embora tenha se divertido muitíssimo mais com o rádio, que despertou seu interesse pela facilidade na manipulação de sons e no timbre da voz, que ele fazia questão de tornar mais ou menos dramático. A polêmica propaganda subliminar surgiu no novo cinema alemão idealizado por Goebbels, no início dos anos 1930.

Ele contratou seus próprios diretores, roteiristas, fotógrafos e cinegrafistas, que trabalharam muito durante a ascensão de Hitler. Tudo foi coberto, até mesmo as terríveis experiências nos campos de concentração, e seus resultados foram fartamente documentados.

O marketing, esse poderoso instrumento maquiavelicamente utilizado por Goebbels, hoje pauta não apenas a propaganda e a publicidade clássicas, mas interfere profundamente no funcionamento dos meios de comunicação, deturpando fatos e distorcendo a realidade.

O jornalismo, supostamente livre dessa manipulação, está acabando e não é uma questão de novas mídias, mas do que o Goebbels do século XXI vem conseguindo bem diante do olhar dos conservadores.

Pouco a pouco, Jon Favreau, a esquerda dos EUA e agora as células do Sleeping Giantsno Brasil começam a repetir as estratégias de Goebbels enquanto assistimos a tudo isto como se realmente estivessem falando de combate ao “discurso de ódio” ou às “fake news”, quando está cada vez mais claro que as intenções são as mesmas que Goebbels tinha quando intentou ser o propagandista do Nazismo, começando pela manipulação das emoções e dos instintos dos alemães.

Lembre-se da frase de Goebbels sobre os princípios éticos da propaganda em seu tempo: “A propaganda jamais apela à razão, mas sempre à emoção e ao instinto. “

No Brasil, nós temos o que a lei considera como “o devido processo legal”. Quando alguém lhe acusa seja lá do que for e imediatamente o acusador cobra a adoção de medidas punitivas, há sim, de fato, um apelo à emoção e ao instinto.

Não fosse uma reprodução da estratégia de Goebbels, teria assistido aos acusados serem dados o direito de se defenderem de tais acusações. Não lhe parece que está revivendo a Alemanha de Hitler, onde um judeu era acusado e não lhe davam o direito de se defender e quando davam este “direito” era apenas um teatro para um julgamento onde a condenação era certa.

Os eventos que deflagraram todas estas estratégias ficaram lá atrás, em 2016, mas não se enganem o seu real motivador foi o resultado das urnas onde a população escolheu políticos conservadores para que estes pudessem consertar anos de envilecimento, em todas as áreas da sociedade e dos serviços públicos, promovido pelos partidos de esquerda. E a cada disputa política teremos novamente esta estratégia em ação, até que eles consigam fazer com que o cidadão sinta vergonha de se considerar um conservador.

É para esta finalidade, transformar conservadores em referências pejorativas que tentam esta campanha publicitária que visa atrelar ao conservadorismo rótulos como “discurso de ódio”, propagadores de fake news”, “teóricos da conspiração”, “gabinete do ódio” e mais recentemente associá-los a movimentos como QAnons, por exemplo.

Mas o que foi permitido de fazer para que um novo Goebbels surgisse e utilizasse as mesmas ferramentas de outros tempos?

Dentre muitas coisas que se negligenciam, a mais prejudicial de todas, foi não ter deixado bem claro que um conservador é, em primeiro lugar, aquele que defende os valores oriundos da fé cristã.

Muitos parecem terem vergonha de admitir, que a nossa fé e nosso temos ao Criador e seu Cristo nos fazem conservadores nos costumes. É a vontade de nos aproximarmos dos ensinamentos do Cristo, transmitidos no seu evangelho que nos torna conservadores.

Isto é o que cedo ou tarde tem que reafirmar. Se não o fizer, se perde este direito, mas não o perde de imediato, começam sendo classificados como portadores de um “discurso de ódio”, depois de “propagadores de ódio”, de “articuladores do ódio”, depois de “propagadores de fake news” até o ponto que declarar ser criacionistas será considerado “teoria da conspiração”. E tudo pode ter começado com Jon Favreau, o homem que Obama chamava de “leitor de mentes”, o Goebbels do século XXI e uma estratégia chamada Sleeping Giants.

 

GRUPOS DE INTERESSE NO BRASIL

Há diversos grupos de interesses em comum no Brasil que necessitam silenciar a mídia independente, movimentos em redes sociais e pessoas comuns. São estes grupos:

  • Grandes órgãos de imprensa que perderam drasticamente receitas;

 

  • Universidades federais que tiveram atividades de extrema-esquerda amplamente divulgadas em redes sociais;

 

  • Políticos que recebem críticas, fotos e vídeos com exposição de comportamentos não condizentes com os discursos;

 

  • ONG’s (Organizações Não Governamentais) que recebem críticas, fotos e vídeos de ações controversas;

A Gazeta do Povo publicou no dia 13/11/2020 a matéria “Conheça a ONG dona da plataforma que criou o site usado pelos Sleeping Giants”.

Segundo a reportagem: “A  http://Nossas.org  é uma “rede de ativismo” que aglutina voluntários para fazer “pressão pública” por um “país mais justo e solidário”.

Segundo o site da ONG, ela já contou com mais de 5,4 mil colaboradores que se dedicaram a projetos como o Programa de Mobilizadores, cuja descrição promete “treinamento em metodologias e tecnologias de ativismo. A Nossas realiza uma série de programas focados em causas sociais.

Alguns funcionam dentro da ONG, como é o caso dos sites Meu Rio, Minha Sampa, Minha Campinas, Minha Jampa e MeuRecife. Há também projetos que foram incubados dentro do Nossas, mas hoje funcionam de forma independente.

O estatuto social da ONG é assinado pela fundadora do Minha Sampa e pela criadora do MeuRio, Alessandra Orofino. Alessandra, que é diretora executiva e co-fundadora da rede Nossas, é responsável pela direção do programa de TV GregNews, apresentado por Gregorio Duvivier, crítico do liberalismo e do conservadorismo. Ela também foi idealizadora e diretora de um vídeo apresentado pelo youtuber Felipe Neto – crítico ferrenho de pautas que se choquem com o progressismo – publicado no jornal norte-americano The New York Times em agosto deste ano.

No vídeo, há pesadas críticas ao presidente da República Jair Bolsonaro e ao presidente norte americano Donald Trump. Completam o time de líderes da ONG a diretora de projetos Enrica Duncan, o diretor de criação Rodrigo Arnaiz e a diretora de operações Virginia Rigot-Muller.

O Conselho rotativo conta coma participação de Ana Carolina Evangelista, Ana Paula Lisboa, Branca Vianna, Roberto Andres, Felipe Estefan e Inês Lafer. A equipe é formada por 25 pessoas. FONTE: Gazeta 

 

DOAÇÕES MILIONÁRIAS

Em seu site oficial, a Nossas informa que conta com doações de pessoas e fundações que acreditam em seu trabalho. De acordo com demonstrações contábeis, no ano de 2018 a rede recebeu um valor próximo a R$5,5 milhões somente em doações e contribuições.

Quanto às receitas por serviços prestados a clientes, esse valor foi de apenas R$7,4 mil – isto é, 0,13% das receitas totais. Já em 2019, a entrada em doações e contribuições foi de mais de R$4,2 milhões, com entradas decorrentes de serviços prestados sendo referentes a menos de R$60 mil (1,4% do total). Por outro lado, o gasto com pessoal e encargos foi de R$2 milhões em 2018 e R$1,2 milhão em 2019.

Os números demonstram que quase a totalidade de suas fontes de receita estão atreladas a doações, o que não é estranho quando se trate de organizações não governamentais. Ainda segundo os dados do balanço, a atuação da rede foca em criar projetos próprios por meio de uma equipe de profissionais remunerados com a receita vinda das doações.

 

QUEM REALMENTE LIDERA O NOSSAS?

ALESSANDRA OROFINO POUBEL, Carioca, Economista pela Universidade Columbia com especialização em direitos humanos, é diretora executiva da ONG Nossas e diretora-geral do Greg News.

https://piaui.folha.uol.com.br/colaborador/alessandra-orofino/

Segundo o site:  BrazilTalk
Alessandra Orofino Poubel, carioca, é economista, mobilizadora, co-fundadora do Meu Rio e diretora executiva da Rede Nossas.

Atualmente também é colunista da Folha de S. Paulo e Diretora Geral do Programa Greg News. Graduado em Economia e Direitos Humanos pela Universidade de Columbia na cidade de Nova York e Ciências Políticas no Institut d’Etudes politiques de Paris.

Alessandra iniciou sua carreira como trainee no Instituto Promundo do Rio de Janeiro, utilizando as ferramentas certas, comunicação estratégica, análise econômica e relações governamentais para a campanha “Não Bata, Eduque”, Realizando pesquisas sobre temas relacionados à punição e humilhação infantil. Em outubro de 2008, Alessandra trabalhou como pesquisadora no CHSJ – Centro de Saúde e Justiça Social (Nova Delhi).

Durante 4 meses, ela desenvolveu um manual com o objetivo de fornecer estratégias para envolver homens e meninos na igualdade de gênero e na redução da violência interpessoal. O manual seria traduzido para o hindi e distribuído a várias ONGs e associações indianas comprometidas com o fim da violência de gênero. Durante 8 meses de residência na Comunicarte Alessandra trabalhou em programa de formação, sendo a única candidata selecionada para a edição anual.

É autor de trabalhos relacionados às áreas de mercado social e responsabilidade social corporativa, bem como relatórios de avaliação de ações de responsabilidade ambiental e elaboração de propostas comerciais.

Em 2009, Alessandra foi co-fundadora do escritório da Purpose NY na cidade do Rio de Janeiro, e gerente geral até 2013. Na Purpose, junto com os principais atores da nova Economia Social, Alessandra ajudou a criar formatos de mobilização em parceria com grandes marcas para aumentar a consciência entre os consumidores com impacto social significativo. A Purpose foi a incubadora de empreendedorismo, resultando em organizações como  http://Avaaz.org ,O maior movimento online do mundo com 4 milhões de membros operando em 13 idiomas e  http://GetUp.org da Austrália, um fenômeno político reconhecido internacionalmente pelo número de membros associados.

Em 2011, Alessandra fundou o Meu Rio, ONG que promove políticas de população local envolvendo milhares de associados nos processos de tomada de decisão na cidade e criando novas ferramentas de participação direta do cidadão.

Segundo o site:  RioGringa

“Então Orofino começou a trabalhar, examinando os esforços de organização do trabalho em outras partes do mundo. Ela descobriu o Get Up, o maior movimento político da Austrália que usa ferramentas novas e inovadoras para organizar as pessoas. Jeremy Heimans, o fundador da Get Up, estava se mudando para Nova York para começar uma nova organização chamada Purpose assim que Orofino estava para começar na Columbia.Duas semanas depois de chegar a Nova York, ela bateu na porta dele e ele a contratou. Depois de começar na Purpose, ela encontrou o lugar perfeito para incubar uma organização no Rio. Depois de trabalhar na organização em Nova York, ela voltou ao Rio para abrir o escritório da Purpose no Brasil e começar a arrecadar fundos para sua própria organização. No final de 2011, nasceu o Meu Rio.”

Há mais fontes que ligam Orofino ao Jeremy Heimans: Link 1 e Link 2

A PUPORSE BRASIL

O que é a Puporse Brasil? É uma fundação internacional que atua com campanhas. É ligada ao movimento resistas. Faz ativismo por sustentabilidade.

“Trabalhamos com a coalizão City Of Dreams, contribuímos para a formulação de políticas para soluções climáticas urbanas e apoiamos o movimento Resista para comunicar a agricultura sustentável e a agenda de proteção da terra. Trabalhamos também para promover a mobilidade urbana limpa com o Ônibus dos Sonhos e impulsionar a cobertura climática feita por grupos de comunicação da periferia de cidades brasileiras com Clima e Territórios.”

FONTE: https://www.purpose.com/offices/sao-paulo/

 

A PUPORSE E A OMIDYAR NETWORK

 

Segundo a própria página da Omidyar Network: Quando a Purpose fez parceria com a Omidyar Network para criar Mecanismos de Mudança, sabíamos que a tecnologia cívica era um campo vibrante composto de pessoas e organizações que se preocupavam tanto com os desafios técnicos quanto com o potencial de impacto no mundo. Ficamos impressionados com a amplitude, diversidade e crescimento deste espaço em quase todos os nossos indicadores de movimento social.

O relatório inclui um amplo conjunto de recomendações para tecnologia cívica com base em nossas descobertas, mas hoje queremos destacar um aspecto único da tecnologia cívica que pode ter implicações para os movimentos sociais de forma mais ampla.

Dentro da comunidade de tecnologia cívica, um conjunto específico de objetivos se destacou para nós – a criação de um governo mais conectado, engajado e responsável perante os cidadãos.

Isso inclui um governo onde a tomada de decisões pode acontecer não apenas de cima para baixo, mas também de baixo para cima e lateralmente. Este é o tipo de governo que não é uniformemente ridicularizado como ineficaz e ineficiente, mas está criando novas oportunidades de participação e mostrando valor real para os cidadãos.

O que foi notável para nós não foi apenas o potencial para esta visão, mas também um caminho potencial para a alcançar – o cultivo de um movimento onde os “decisores” e ativistas trabalham em uníssono para resolver problemas. Os tecnólogos e criativos que estão criando as ferramentas e a infraestrutura necessárias para permitir interações contínuas com o governo; os ativistas que estão pressionando pra mudar o poder de interesses arraigados que lucram com o status quo, seja financeira ou politicamente.

A necessidade de uma combinação de mudança de poder e soluções de construção não poderia ser mais clara do que na semana passada, quando um consórcio de grandes empreiteiros governamentais desafiou o trabalho e o papel do 18F, um serviço inovador que utiliza os melhores talentos da tecnologia para criar soluções tecnológicas eficazes para o governo. Alegando que o 18F tem um conflito de interesses e concorre injustamente por serviços de tecnologia do governo, os empreiteiros existentes estão preocupados com as mudanças no status quo. E à medida que nos movemos para um novo governo, seja o presidente Clinton ou Trump.

Haverá necessidade de pressão contínua para manter o trabalho incrível que ajudou a impulsionar as iniciativas de tecnologia do governo Obama. A colaboração entre especialistas no domínio e ativistas é absolutamente essencial para muitos movimentos.

Especialistas em políticas fornecem esquemas para uma solução, e ativistas descobrem como fazê-los acontecer no mundo. O que é único aqui é que não são apenas os especialistas de elite envolvidos na formulação de políticas, mas um exército de base de formuladores que está realmente ajudando pelo menos a começar a resolver alguns desses problemas.

Esse tipo de colaboração entre criador e ativista é mostrado na teoria da mudança de grupos como a Fundação Sunlight e o Code for America. Essa dinâmica continua sendo uma conversa e uma pergunta constantes dentro do próprio espaço de tecnologia cívica.

Até que ponto as organizações devem simplesmente oferecer soluções, em vez de pressionar aqueles no poder a adotá-las? Como podemos garantir que a comunidade de tecnologia não ignore a necessidade real de mudar o poder, Bem como a pilha (por exemplo, o debate desta semana sobre a proposta de Shervin Pishevar de um aplicativo para ajudar a evitar o tiroteio da polícia)? Responder a essas perguntas é fundamental para o futuro de muitas das principais questões e grupos dentro da comunidade de tecnologia cívica.

Curiosamente, essa abordagem de resolver enquanto mobiliza está se tornando mais relevante em outras áreas de problemas. Em particular, o setor de saúde é aquele em que grupos e indivíduos estão fornecendo soluções tecnológicas ao mesmo tempo em que pressionam por mudanças estruturais e legais.

E, de maneira mais geral, criar um impacto real no contexto global e em rápida mudança de hoje envolve o uso de uma combinação de diferentes tipos de abordagens, incluindo mobilização pública eficaz, construção de tecnologia e influência sobre os formuladores de políticas. O movimento por um governo mais responsável e engajado nos ajuda a ver esse caminho a seguir.

FONTE : https://medium.com/omidyar-network/civic-tech-of-makers-and-activists-b7428b4eb67

A REVOLUÇÃO DA NECESSIDADE

A Puporse é o principal meio de transferência de conhecimento para a ONG NOSSAS promover o ativismo no meio digital. As publicações abaixo confirmam as teses corroboradas no capítulo 5.

Segundo o site: https://www.revolutionofnecessity.com/meu-alessandra-orofino-transcript    Alessandra Orofino revela as ligações dela com a Puporse e a “Revolução da Necessidade”.

Alessandra Orofino:  “Essencialmente, o que estamos vendo é uma crise no modelo de democracia, no modelo de economia que estamos aplicando. Quero dizer, as pessoas não estão felizes porque o mundo é realmente um lugar fodido.”

David Madden: “O Vale do Silício gosta de dizer que está tornando o mundo um lugar melhor, mas isso é principalmente besteira. Os problemas que as empresas de tecnologia mais famosas estão resolvendo, não são “problemas” reais. Mas em outros países – países em desenvolvimento – há empresários que estão construindo coisas que estão realmente mudando a vida das pessoas, de maneiras muito práticas. É disso que trata este podcast. Eu sou David Madden e você está ouvindo Revolução da necessidade. Neste podcast, compartilhamos histórias de empreendedores de tecnologia em países em desenvolvimento. São pessoas que estão inovando em lugares onde a tecnologia poderia realmente tornar o mundo um lugar melhor. Este podcast é compatível com a Omidyar Network. Omidyar Network é uma empresa de investimentos filantrópicos fundada pelo cara que criou o eBay, Pierre Omidyar, e sua esposa Pam: Hoje, estamos falando sobre tecnologia cívica: como a tecnologia pode ser usada para tornar os governos mais responsivos e facilitar o envolvimento dos cidadãos. Neste episódio, conversamos com uma jovem brasileira na vanguarda do uso da tecnologia para mobilizar cidadãos para a melhoria de suas vidas”. Alessandra Orofino é cofundadora da Nossas, uma organização sem fins lucrativos brasileira que fornece ferramentas online e know-how de campanha para ajudar as pessoas a agir nas questões que mais as afetam. Tenho a sorte de conhecer Alessandra há quase uma década. Ela foi uma das primeiras funcionárias da Purpose, a agência de estratégia digital de Nova York que meu bom amigo Jeremy Heimans e eu co-fundamos. Alessandra passou a fazer coisas incríveis e vamos ouvir falar delas hoje.”

David Madden: “Alessandra abandona o Science Po e retorna ao Rio. Ela consegue um emprego em uma pequena ONG dos direitos da criança e lá, trabalhando em uma campanha para proibir o castigo físico, ela tem um gostinho de como é efetuar mudanças de fora.”

Alessandra Orofino: “Não bata, eduque” Não bata, uhm, educa. Acho que seria a tradução do nome da campanha. E vencemos, foi uma vitória. O projeto foi aprovado, sim.

David Madden: “Conte-nos como foi”

Alessandra Orofino: “Foi incrível, quer dizer, eu nunca soube até aquele momento, quero dizer, eu meio que sabia abstratamente, mas nunca tinha experimentado, tipo, o poder das pessoas Nunca soube que as pessoas podiam influenciar a política dessa forma, sabe? Na minha opinião, e acho que foi isso que me atraiu para o Sciences Po, se você quisesse influenciar a política, precisava ser um burocrata, alguém que trabalhava para o governo ou um funcionário eleito, uhm, e foi isso.  Não havia realmente nenhum outro caminho em minha mente a não ser, você sabe, trabalhar dentro do governo. E essa foi a primeira experiência de trabalhar com um grupo de ONGs. Não era apenas a ONG para a qual eu trabalhava, havia uma grande coalizão. Era principalmente advocacy tradicional, mas eu nunca tinha visto advocacy sendo feito dessa forma antes, então foi muito esclarecedor, eu realmente adorei e eu e eu vimos. Bem, há algo aqui, quer dizer, há uma maneira para você influenciar a política e ter um impacto real na vida de muitas pessoas sem necessariamente ter que estar dentro do governo ”.

David Madden: “Nessa época, Alessandra se envolve em uma eleição importante. E tem a Suíça e,  Gana na mesma cidade. Em 2008, muitas pessoas no Rio estão animadas com um veterano militante anti-ditadura que está concorrendo à prefeitura contra o partido Stalwart. Mas todas as esperanças dos voluntários de campanha rapidamente se transformam em amargura quando seu candidato perde por uma pequena margem, apenas um ponto percentual. ”

Alessandra Orofino: “Todos os, tipo os jovens que se voluntariaram para trabalhar naquela campanha e dedicaram tempo, energia e sonhos, se sentiram traídos. A atitude deles era como : “Ok. Então perdemos, foda-se. “. Eu só espero que eles façam coisas terríveis e nós provemos que eles estão errados e provemos que deveríamos ter vencido “. E é um sentimento compreensível, mas também é bastante enfraquecedor pensar que, porque você perdeu uma eleição. Há literalmente nada que você possa fazer nos próximos quatro anos, então tudo que você pode fazer é esperar pela próxima eleição, isso é muito triste. Então, isso para mim foi realmente um alerta e, e, e apenas perceber que havia esse vácuo. Havia, não havia muitas organizações de pessoas, coletivos, grupos oferecendo aos jovens em particular coisas que eles poderiam fazer entre os ciclos eleitorais. O que você pode fazer quando não está votando? Que é a maior parte do seu tempo. Não era muito disso que se fazia, na época no Rio.”

David Madden: “Alessandra viu agora em primeira mão o poder das campanhas de advocacia, bem como a energia de cidadãos engajados. Com toda aquela cerveja no fundo da mente, ela vai para a Universidade de Columbia em Nova York, onde, precisando ganhar algum dinheiro extra, ela acaba na porta da Purpose, a empresa de construção de movimento social que Jeremy e eu co-fundamos .”

Alessandra Orofino:Então comecei a procurar emprego. O que fiz foi fazer uma lista de todas as pessoas de quem gostava ou admirava e das organizações que gostava ou admirava e meio que persegui os fundadores um pouco. Eu literalmente bati na porta da Purpose, uhm, na porta da Purpose, e eu disse “Ei, eu sou Alessandra. Sou uma jovem brasileira e eu, umh, vou para a Columbia e estou procurando um estágio e eu não preciso receber muito, só preciso receber alguma coisa, hein, e eu quero trabalhar e posso trabalhar muito duro e isso é o que eu faço e por favor me contrate ”.

David Madden: “A equipe Purpose adora a tenacidade de Alessandra. Ela foi contratada!”

Alessandra Orofino: “Eram três funcionários, eram duas mesas e um escritório imundo que tentei limpar. Foi muito divertido porque estávamos, estávamos descobrindo o que a empresa seria.”

David Madden: “Jeremy e eu fundamos a  http://Avaaz.org  e a  http://Getup.org , duas organizações que usam tecnologia para mobilizar pessoas. A Purpose foi criada para desenvolver ainda mais este trabalho de uso da tecnologia para construir movimentos.”

Alessandra Orofino: “Mas a ideia era criar novos movimentos, ter um lugar onde os empresários do movimento pudessem chegar com uma grande ideia e esse lugar forneceria a eles os recursos, tanto de metodologia quanto de tecnologia, e a experiência de que eles realmente precisavam transformar essa ideia em algo em que as pessoas possam se reunir. A ideia era tornar mais fácil e mais barato coordenar pessoas porque, você sabe, costumava ser que coordenar grandes quantidades de pessoas exigiria muito dinheiro. Acho que havia essa esperança na Purpose na época de que aplicássemos esses aprendizados que têm sido tão úteis, uhm, em, em outras áreas, mas as questões que historicamente foram mal atendidas em termos de recursos, tempo e dinheiro, uhm, então poderíamos ajudá-los a crescer também.”

David Madden: “Alessandra trabalha em campanhas como ‘All Out’, que vinculou organizações LGBTQ a aliados em todo o mundo para pressionar governos, como Uganda, onde ser gay era um crime e uma ofensa punível. Desde a eleição para prefeito do Rio em 2008, Alessandra tem conversado com uma velha amiga de escola, Miguel Lago, sobre formas de engajar os brasileiros em questões importantes fora das eleições.”

Alessandra Orofino: Na época, o Rio estava muito otimista. Havia uma sensação de que tudo poderia acontecer nos próximos quatro anos e que havia essa janela de oportunidade para a cidade. Que era incrível e que precisávamos aproveitar isso e sabíamos que teríamos outra eleição no ano seguinte e em seguida, as Olimpíadas quatro anos depois. E a visão era: não queremos ter outra eleição como a de 2008, onde imediatamente após a eleição, as pessoas se sentem impotentes, e dissemos que isso é particularmente crucial nos próximos quatro anos porque esses serão os quatro anos antes das Olimpíadas, a cidade vai mudar drasticamente. Haverá muito investimento. Há dinheiro privado, há dinheiro público, há dinheiro do petróleo, tudo isso está vindo para a cidade e se as pessoas não se organizam e se não defendem as coisas que querem ver na cidade, então isso vai mudar na maneira que realmente não, uhm, leva em conta os sonhos, as aspirações das pessoas que vivem aqui.”

David Madden: “Usando suas conexões, Alessandra e Miguel arrecadam dinheiro para testar sua ideia e, com um pouco de ajuda da equipe da Purpose, nasce “My Rio” ou em português “MeuRio”. Você trabalhou um pouco agora, você e Miguel estão realmente prontos para se atirar nisso, mas, na verdade, são só vocês dois.”

Alessandra Orofino: “Sim”

David Madden: “Quero dizer, diga-nos como você faz para construir esse movimento?”

Alessandra Orofino: “É uma loucura. Demora, eu, eu não sei, eu, eu, eu acho que tenho sorte. Eu tinha 21 (risos). Eu não sabia disso … talvez não tivesse acreditado nisso. Não, quero dizer, tínhamos a equipe da Purpose, o que foi incrível.”

David Madden: “O que, o que você quer dizer com isso Alessandra?”

Alessandra Orofino: Quer dizer, sabe, quando você é jovem, eu ainda sou jovem, não me considero velha, mas era muito jovem e acho que veio uma ingenuidade daí. Não pensamos em nenhuma das considerações que eu teria agora se quisesse me mudar para um novo espaço.

 

A LUMINATE GROUP

Segundo o link https://www.omidyargroup.com/pov/organizations/luminate/

“Luminate é uma organização filantrópica global focada em capacitar pessoas e instituições para trabalharem juntas para construir sociedades justas e justas.

A Luminate trabalha com seus investidores e parceiros para garantir que todos tenham a oportunidade de participar e moldar as questões que afetam suas sociedades e para tornar o governo, as empresas, a mídia e aqueles em posições de poder mais responsivos e responsáveis.

A Luminate faz isso financiando e apoiando organizações e empreendedores inovadores e corajosos em todo o mundo e defendendo as políticas e ações que irão impulsionar a mudança em quatro áreas de impacto: Capacitação Cívica, Direitos Digitais e de Dados, Transparência Financeira e Mídia Independente.

Luminate era anteriormente a iniciativa Governance & Citizen Engagement na Omidyar Network e, a partir de 2018, faz parte do Grupo Omidyar. Até o momento, já apoiou 236 organizações em 18 países com US $ 314 milhões em financiamento.”

 

A CONEXÕES POLÍTICAS E UNIVERSITÁRIAS

A ligação da ONG NOSSAS se dá por meio de nomeações de assessores e doações de campanha para candidatos do PSOL. A irmã da Alessandra Orofino, Daniela Orofino Poubel, é filiada ao PSOL e realizou doações para a campanha de Talíria Petrone.

Segundo o próprio ministério da Justiça, Daniela foi assessora do deputado na época Marcelo Freixo, do PSOL no Rio de Janeiro em 2015.

Fonte: https://www.jusbrasil.com.br/diarios/99511827/doerj-poder-legislativo-08-09-2015-pg-3

 

DOAÇÕES SUSPEITAS

Daniela Orofino Poubel tem rendimentos ligado aos políticos e faz doações em período eleitoral.

Segundo o link  https://ops.net.br/fornecedor/104256 , Daniela tem a empresa com CNPJ ativo e as principais fontes de rendas advém da deputada Talíria Petrone.

 

A Daniela Orofino é filiada regularmente ao PSOL conforme link .

 

A LIGAÇÃO COM AS UNIVERSIDADES FEDERAIS

 

Foi pesquisado o Currículo Lates da Daniela Orofino.

Segundo o site Escavador:

Mestranda do IBICT – UFRJ. Formada em licenciatura em Ciências Sociais pela UFRJ. Pesquisadora do NetLab, grupo de pesquisa formado por doutores, pós-graduandos e graduandos, com o objetivo de promover pesquisas sobre os usos sociais das tecnologias de informação e comunicação e suas implicações sociais e culturais. Atualmente é Gestora de Criação do Nossas, laboratório de ativismo que tem projetos como o Meu Rio  https://www.meurio.org.br, o Mapa do Acolhimento (https://www.mapadoacolhimento.org/) e a Beta (https://www.facebook.com/beta.feminista/).  Tem 7 anos de experiência com comunicação para causas e planejamento estratégico de campanhas. De 2013 a 2018 trabalhou como assessora parlamentar do presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, Marcelo Freixo, e coordenou a estratégia de comunicação digital de sua campanha a prefeito em 2016. É uma das fundadoras da CHAMA Agência-Rede, que trabalha com comunicação e mobilização para causas. Além disso, é membra do Ocupa Política, uma confluência de organizações, coletivos da sociedade civil e (atualmente) 16 Mandatos-Ativistas.

A Daniela Orofino tem no momento sua dissertação orientada por Rose Marie Santini. Tema da dissertação: Assédio virtual e violência informacional: ataques cibernéticos a parlamentares femininas nas redes sociais e suas implicações sociais, políticas e simbólicas; Início: 2020;

http://app.pr2.ufrj.br/diplomas/registros/1b6453892473a467d07372d45eb05abc2031647a

Dissertação (Mestrado em Ciência da Informacao) – Universidade Federal do Riode Janeiro; (Orientador);

Quem é Rose Marie Santini? Segundo o link:

Professora Associada da Escola de Comunicação da UFRJ. Professora do Programa de Pós graduação em Ciência da Informação do convênio ECO-UFRJ/IBICT e do Programa de Pós graduação em Mídias Criativas da ECO-UFRJ. Pós-doutorado no Centre d’Estudis i de Recercad’ Humanitats do Departamento de Economia da Universidade Autônoma de Barcelona, Espanha (2011). Doutorado em Ciência da Informação no Instituto Brasileiro de Informação Ciência e Tecnologia (IBICT) em convênio com a Universidade Federal Fluminense (2010) com doutorado sanduíche na Universidade Rey Juan Carlos de Madrid (2007-2009). Mestrado em Comunicação Social na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2004). Graduação em Comunicação Social na Universidade Federal do Rio de Janeiro (2001). Possui experiência na área de Comunicação e Informação com ênfase em Estudos de Internet (Internet Studies). Atua principalmente nos  seguintes temas: microssociologia aplicada a estudos de rede; curadoria algorítmica e sistemas de recomendação online; manipulação e desinformação nas redes sociais; social bots; propaganda computacional; comportamento e manipulação da opinião pública online. Fundadora e coordenadora do Laboratório NetLab  http://www.netlab.eco.ufrj.br/  .

 

CARACTERÍSTICAS DIGITAIS

O Perfil Sleeping Giants se caracteriza por utilizar de técnicas de ocultação do perfil nas redes, VPN para dificultar o rastreamento e paga por serviços adicionais de proteção de dados do site.

Explorando o IP do site dos Sleeping Giants se obtém as informações do DNS (Domain Name System) e onde o a página da internet está hospedada. Foi utilizado um aplicativo de PING para detecção do IP. O IP do DNS do site dos Sleeping Giants é o 172.67.139.67

Ao verificar o IP, foi detectado que o IP estava utilizando um DNS Cloudflare.

 

COMO DIFICULTAR O RASTREAMENTO

Os SGs utilizam práticas comuns de pessoas com plenos conhecimentos em informática. Para dificultar o rastreamento, a conta no twitter foi ativada todas as formas de privacidade visando dificultar a recuperação do e-mail e posteriormente senhas. O telefone ao qual foi ativada a conta é +55-51 9 9219-4554. Provavelmente um telefone pré pago no qual o CPF do portador da linha não foi detectado.

Para acesso à conta, é utilizado o VPN para esconder o IP que é trocado semanalmente. Após o usuário do Twitter @Pozzer_RP revelar o uso do VPN dos Sleeping Giants, o mesmo usuário afirma que sofreu uma tentativa de invasão da conta do Linkedin. Link da postagem.

Print do alerta do e-mail:

 

INCONSISTÊNCIAS

O casal apresentado pela reportagem Folha de São Paulo em dezembro de 2020 através do link. Leandro Leal e Mayara Stelle alegavam estar desempregados e dependendo do auxílio emergencial do governo federal pago no período de Maio de 2020 a Dezembro de 2020.

Os valores de R$ 600,00 a cada um totalizam o valor de R$ 1.200,00. Porém vale ressaltar que os bens utilizados e os valores pagos pelos serviços de hospedagem na internet e os computadores são incompatíveis com a condição financeira do casal jovem. Os preços totalizam em torno de R$ 600,00 por ano.

https://www.godaddy.com/pt-br/sites/criador-de-sites/planos-e-precos

A proteção do DNS utilizando o Cloudflare custa US$ 20,00 mensais. Em torno de R$ 100,00 mensais considerando valor do Dólar a R$ 5,00 quando foi criado o perfil na internet.

https://www.cloudflare.com/pt-br/plans/

Os laptops utiliza dos pelo jovem casal que se apresenta como proprietários da conta dos Sleeping Giants Brasil é um modelo Thinkpad da Lenovo. Dependendo da configuração pode chegar a R$14.090,00. Algo completamente incompatível com rendimentos do casal jovem.

“LARANJAS”

Fazendo as contas:

  • 2 x 6 meses = 12 x R$ 600,00 = 7.200,00.
  • Domínio e hospedagem do site: R$ 49,99 x 12 meses (mínimo contratado) = 599,88
  • Serviço DNS de proteção do site: US$ 20 x 12 meses (mínimo contratado) US$ 240,00 x cotação do dólar R$ 5,00 = 1.200,00.
  • Laptops considerando o mais barato: 2 x 4.959,00 = R$ 9.918,00
    Total: R$ 599,88 + 1.200,00 + 9.918,00 = 11.717,88
    Falta nesta conta 4.517,88.

Se realmente o jovem casal arcou com os custos, quem pagou a diferença? A campanha iniciada pelo Catarse foi em 15 dezembro de 2020.

 

A TEIA DE COLABORAÇÃO

É notório que o jovem casal de Ponta Grossa-PR não teria capacidade para promover tantos acionamentos de agências de publicidade. Basta analisar a quantidade de publicações no Twitter por hora quando se trata de desmonetizar vários portais de notícias ou vídeos no Youtube.

Com o uso da ferramenta Spyderfoot, foi comprovada a criação da página na internet utilizando o serviços Godaddy e o DNS da Clouldflare.

No rastreamento destas informações foram criadas camadas de proteção para dificultar o rastreamento. Porém conseguiu chegar aos seguintes endereços de e-mail na internet:

A comprovação do registro no site GoDaddy:

 

CONLUIO COM TWITTER BRASIL

Há por meio de comprovação das postagens que há simpatia de funcionários pela causa do Sleeping Giants, partidos políticos e também apoio à censura em redes sociais por posicionamento político que caracterizam um conluio entre o Twitter e os SG.

FUNCIONÁRIOS DO TWITTER

FIAMMA ORLANDO ZARIFE

De acordo com o Linkedin através do link  https://br.linkedin.com/in/fiammazarife , comprova-se o vínculo empregatício com o Twitter.

Ao analisar as postagens, pode-se verificar o posicionamento político e simpatização às causas da esquerda. Perfis no Twitter que a Fiamma Zarife segue:

 

FERNANDO GALLO

Perfil no Twitter  https://twitter.com/fernandogallo 

Fernando Gallo é colaborador da revista Piauí, ligada à ONG Nossas, principal financiador dos Sleeping Giants.

Escreveu junto com Anna Livia Solon Arida o artigo “A Internet que queremos” sendo favorável à aprovação do PL-2630

O conteúdo da matéria diz:

O texto demonstra opiniões contraditórias, porém no que tange o termo que as redes sociais precisam trabalhar para controlar a qualificação do conteúdo. Este dossiê não tem por objetivo defender que sejam publicados em redes sociais atos de extremismo islâmico, cenas de estupro, sexo, pornografia infantil, pedofilia ou algo deletério àdignidade humana. Mas o livre pensamento das pessoas não pode ser tolhido.

THAIZA AKEMI ASAO

Perfil no Twitter:  https://twitter.com/thaiza

As postagens são claras as preferências políticas. Algo que não é proibido à ninguém que esteja atuando em qualquer empresa.

As imagens abaixo são de um perfil homônimo, porém curtido e compartilhado pela diretora do Twitter. Se a conta é falsa, por que não denunciou?

 

CAMILLA GUIMARAES


Perfil na rede social:  https://twitter.com/CamillaGuip 

O portal de notícias da mídia alternativa Terça Livre denunciou em uma publicação o apoio à candidatura do Guilherme Boulos para a prefeitura de São Paulo no pleito de 2020.


A matéria diz: “Mesmo com uma campanha à prefeitura de São Paulo mais cara do que ade Bolsonaro para presidente, Guilherme Boulos continua recebendo apoio da grande mídia. Agora, foi a vez de uma Big Tech: a analista de Marketing do Twitter, Camilla Guimaraes, escreveu um tuíte nessa terça-feira (27/10) prestando seu apoio ao candidato socialista. No breve texto, a analista do Twitter ironiza, chamando de “gênios”, os candidatos que não gostam do Boulos e de sua campanha ideológica de esquerda. Boulos, durante o vídeo, tenta se justificar de várias maneiras o seu posicionamento, mas todas elas, com um efeito contrário, apontam para a clássica “esquerda pomposa”. Tomando emprestado o lema da Revolução Francesa, a “esquerda pomposa” atualmente, em sua essência, deseja “‘liberdade, igualdade e fraternidade’ para mim, mas não para você”. Atualmente, o Twitter da analista Camilla Guimaraes se encontra com apossibilidade de “somente seguidores aprovados podem ver os Tweets de @CamillaGuip”, dizendo que “estes Tweets estão protegidos”.”

 

SAMANTHA ALMEIDA

Perfil no Twitter:

A Head do Twitter Brasil também demonstra suas preferências políticas e partidárias. Fez doação para a campanha eleitoral do candidato.

Segundo o portal de contas abertas,  houve doação na importância de R$ Hum mil reais da diretora do Twitter ao candidato Guilherme Boulos.

Algumas publicações:

 

A POLÍTICA DE CENSURA DO TWITTER

Este dossiê em por finalidade mostrar a parcialidade do Twitter em relação aos perfis que publicam contestações que contrariam seu viés ideológico. No dia (02/02/2021), o perfil criado para esse fim @Marcelo19611306, começou a publicar indagações no mesmo molde do perfil do @slpn_giants_pt contra as empresas patrocinadoras do programa Big Brother Brasil.

As publicações tiveram como objetivo, contestar a inércia do programa e dos patrocinadores em relação aos acontecimentos recentes, amplamente divulgados nas redes sociais, onde uma participante tem realizado atos de tortura psicológica, discurso de ódio e xenofobia.

Cabe ressaltar que a opinião sobre esse tema não é uma opinião pessoal e sim uma opinião do público que assiste o programa. A primeira publicação ocorreu as 11:31 AM

A última publicação ocorreu as 11:26 AM.

Em questão de minutos, as publicações começaram a circular entre os mais diversos públicos, como podemos ver nas estatísticas dos posts. Como se pode perceber, apesar do pouco tempo que o perfil ficou no ar e poucos seguidores da conta (no momento da postagem era apenas 1), as publicações tiveram um engajamento significativo, atingindo o pico de 16.373 impressões no post da @Amstel.

Ao retornar ao perfil @Marcelo19611306 por volta das 14:30, foi verificado que a conta havia sido bloqueada e a última atualização de outras postagens tinha ocorrido as 14:14.

Ao tentar acessar a conta através de um outro perfil era mostrada a seguinte mensagem:

Como se pode observar nos posts acima a linguagem utilizada foi praticamente a mesma. O único acréscimo realizado foi das palavras tortura psicológica, discurso de ódio e xenofobia.

Se for realizado uma pesquisa no Twitter com os termos acima, serão retornados vários resultados, mostrando assim, que não são termos considerados ofensivos pela plataforma do Twitter.

Qual o motivo então da suspensão da conta?

A linguagem utilizada foi praticamente a mesma usada pelo perfil do @slnp_giants_pt e não foram utilizados termos considerados ofensivos. A suspensão da conta só demonstra a postura ideológica do Twitter.

 

 


 

Brilhante dossiê em forma de  thread do @DallasginReturn e compilada no threader.app . A publicação desse Dossiê serve como backup e para facilitar a leitura. Futuramente terá uma parte II.

As opiniões expressas neste artigo são de responsabilidade de seus respectivos autores e não expressam necessariamente a opinião do Vida Destra. Para entrar em contato, envie um e-mail ao [email protected]
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Regy
Regy
24 dias atrás

Parabéns!

Nunes
Admin
24 dias atrás

Parabéns! Excelente pesquisa

PAULO SÉRGIO MENDES QUARESMA
PAULO SÉRGIO MENDES QUARESMA
24 dias atrás

Excelente trabalho de pesquisa. Repleto de informações sobre as conexões entre aparentemente singelos blogueiros caipiras e magnatas financiadores de campanhas de ódio e, estas sim, antidemocráticas pois sufocam a voz dos conservadores.

VASTI ALVES DE SOUZA
VASTI ALVES DE SOUZA
23 dias atrás

São literalmente lobos em pele de cordeiro.
Pessoas com profundo conhecimento de tecnologia de rede ,usam esse conhecimento para controle.
Triste muito triste isso.