Sei que muitos vão dizer: lá vem mais texto sobre FAKE!

Não meus amigos, não é sobre FAKE! Se bem, que não devemos nunca, relevar algo tão importante. Não devemos e não podemos, já que esse assunto é importantíssimo.

Além de Fakes News nos atingir a honra, pois se trata de notícias ou narrativas falsas, ainda tem o famigerado Projeto de Lei, PL 2630/2020, com o qual pretendem tirar nosso direito mais sagrado. O do livre expressar de pensamentos.

Não esqueça: “O que consideramos irrelevante, se torna relevante e nos engole”.

Esse texto é sobre algo que me aflige, e sei que a muitos de vocês. Trata-se sobre as artimanhas usadas pela esquerda, e sobre nossa passividade frente a elas.

Como disse o senador americano Daniel Patrick Moynihan (1927-2003), “Você tem direito suas próprias opiniões, mas não tem direito a seus próprios fatos.”

Hoje, nós temos vários bons analistas do atual cenário político. Principalmente nas mídias sociais. E é aí, que a situação começa a ficar um pouco contra o que defendemos. Pois, uma pesquisa do PNAD Contínua – IBGE, dos últimos três meses de 2018, mostra que 1 em cada 4 brasileiros, não têm acesso à internet. Ou seja, se informam através dos grandes jornais impressos.

Se considerarmos, que dos três brasileiros restantes da pesquisa, dois trabalhem de 08 a 10 horas por dia, e passem muito tempo no trajeto casa-trabalho, trabalho-casa, dificilmente terá tempo para acessar a internet, e/ou ler jornais online. Provavelmente, o máximo que conseguirá, será ler alguma manchete em jornais pendurados em bancas ao longo do trajeto ou recortes de manchete em redes sociais. E é aí que entra as artimanhas da esquerda, que precisa ser urgentemente combatida pelo governo.

Veja o que diz o Código de Ética do Jornalista Brasileiro, em seus artigos , e :

Art. 2° – A divulgação da informação, precisa e correta, é dever dos meios de divulgação pública, independente da natureza de sua propriedade.

Art. 3° – A informação divulgada pelos meios de comunicação pública se pautará pela real ocorrência dos fatos e terá por finalidade o interesse social e coletivo.

Art. 7° O compromisso fundamental do jornalista é com a verdade dos fatos, e seu trabalho se pauta pela precisa apuração dos acontecimentos e sua correta divulgação.

Se você pegar as notícias de um grande jornal, excluindo aí os colunistas, pois esses emitem opiniões, verá que raramente os jornalistas têm se pautado por tais artigos do Código. O que normalmente vemos, são letras garrafais em títulos que dizem uma coisa, e matérias que dizem outra.

Vejamos um exemplo, entre milhares:

Eis a manchete. Mas basta dar um pulo no Registro Civil do Portal da Transparência, para vermos que nunca se ultrapassou as 1000 mortes diárias por Covid no Brasil. Mas para quem só leu a manchete, o estrago já foi feito.

Fatos como esse, vemos aos montes diariamente. E raramente, alguém pede retratação, e quando pede, normalmente ela vem em letras miúdas no rodapé da página.

Outro fato notório são as narrativas. Não é raro vermos o Partido Rede Sustentabilidade, da Marina Silva e do Senador Randolfe Rodrigues, totalmente sem representatividade nenhuma no congresso, ou o PSOL do Marcelo Freixo, ajuizar no STF, ação contra qualquer projeto do qual seja contra. Muitas das vezes, tais ajuizamentos nem passariam na porta de nenhum tribunal do mundo, por seu precário fundamento. Mas aqui, além de passar, ganham relevância até da grande mídia.

E acabam sendo aceitos como verdade, por muitos desinformados.

O grande problema desse tipo de artimanha tão bem usada pela esquerda, que não somente está nas manchetes, mas também nas redes sociais, e que não encontra respostas à altura dos conservadores, justamente por nosso perfil mais comedido, honesto e centrado, procurando sempre demonstrar as falácias através do diálogo, perdendo muitas das vezes, para a gritaria e balbúrdia da esquerda. 

Vale também ressaltar, a total passividade dos políticos da base governista, para tais artimanhas e narrativas, que podem levar parte da população a cair no truque  da oposição, que se apresenta como “salvadora”.

Também deveriam estar em oposição aos desmandos dos presidentes da Câmara e do Senado, ante suas posições de reeleição às respectivas presidências, à não colocação em pauta das reformas propostas pelo governo (que na maioria das vezes até caducam) e, principalmente, engajados em agregar colegas partidários e apartidários em torno das pautas pelas quais se elegeram. À vista dos eleitores, estas pautas estão parecendo secundárias. 

Precisamos urgentemente, entrarmos nessa GUERRA, com força e dedicação. Acreditando estarmos lutando por um bem muito maior que nós. “Nossa Fé, nossa Família, nossos Valores, e nosso País”.

 

Adilson Veiga, para Vida Destra, 14/08/2020
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Angelo
Angelo(@angelo)
1 ano atrás

Mais um show, caro Veiga!
Parabéns! Assino embaixo!

Adilson Veiga
Adilson Veiga
Reply to  Angelo
1 ano atrás

Mais uma vez, obrigado pela ajuda e pelo apoio meu amigo!

Nunes
Nunes(@nunes)
Admin
1 ano atrás

Li e reli o artigo e publiquei em todas as redes sociais. Os conservadores estão muito passivos diante da esquerda, e isso pode ser fatal.

Adilson Veiga
Adilson Veiga
Reply to  Nunes
1 ano atrás

Verdade meu amigo!
Estamos em guerra, e essa passividade pode sim, ser fatal.

Sander Souza
Sander Souza(@sanderjp)
1 ano atrás

Parabéns pelo excelente artigo!
O tema é muito oportuno! Realmente temos muito o que fazer, e nem tudo depende da sociedade civil, muita coisa tem que ser feita pelo políticos que elegemos e falta, da parte deles, um maior engajamento!

Wander Marins Opilhar
Wander Marins Opilhar
1 ano atrás

Parabéns pelo texto. Gostei muito! Sucesso!