Quantas vezes ouvimos, que a Dilma foi mais destrutiva que o Covid em questões da economia?

Eu vou fazer uma comparação de números, entre os dois primeiros anos de mandatos de dois presidentes: Dilma Vana Rousseff (2015/2016), e Jair Messias Bolsonaro (2019/2020).

Aliás, peguei esses dois anos, pois além  de serem inícios de mandatos, tiveram fatos  incomuns, alheios a vontade dos referidos mandatários.

Veja a tabela abaixo:

A título de ilustração, em 2016, a Bolsa de Valores só alcançou a marca de 60 mil pontos graças a destituição da Srª Dilma Rousseff.”

 

Vamos às definições:

PIB: é a soma de todos os bens e serviços finais produzidos por um país, estado ou cidade, geralmente, em um ano. Todos os países calculam o seu PIB nas suas respectivas moedas.

Criação de empregos: medido pelo CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), é o resultado entre as admissões e demissões de vagas formais (carteira assinada).

Inflação: é o nome dado ao aumento dos preços de produtos e serviços. Ela é calculada pela variação dos índices de preços.

Taxa Selic: representa os juros básicos da economia brasileira e seus movimentos influenciam todas as taxas de juros praticadas no país.

Bolsa de Valores: é um mercado financeiro onde são negociados as ações e ativos de diversas empresas, títulos de renda fixa, commodities, fundos mútuos, entre outros.

Considerações:

Acredito que após o gráfico e definições não será preciso grandes explicações, mas será bom fazer algumas considerações!

A Srª Dilma, estava assumindo em substituição dela mesma (segundo mandato), ou seja, só estava piorando uma situação que vinha se arrastando há muito mais tempo.

Teve seu pedido de impeachment  aceito pela Câmara dos deputados em 2 de dezembro de 2016, foi afastada por 180 dias em 12 de maio de 2016, e afastada definitivamente em 31 de agosto de 2016, assumindo em seu lugar o vice-presidente Michel Temer.

Antes que me perguntem porque estou medindo 2016, já que a Srª Dilma não foi até o fim,  quero lembrá-los que: nos sete meses – entre o afastamento em 12 de maio, até 31 de dezembro – teve todo processo de impeachment, tendo muito pouco tempo para que fosse feito algo que melhorasse a economia.  Além do que a continuidade da Srª Dilma poderia ter piorado muito a situação.

Sobre o governo Bolsonaro devemos dizer que assumiu em 2019, com o país menos mal, devido a algumas mudanças feitas pelo Temer, inclusive a aprovação da reforma da legislação trabalhista.

Porém, não devemos deixar de citar alguns fatos:

Primeiro, apesar da aprovação da reforma previdenciária – graças ao apoio popular – teve seu governo praticamente boicotado desde o primeiro dia pelo Establishment, com presidentes da Câmara e Senado travando pautas do governo, oposição a todo momento no STF para barrar o pouco que era aprovado, e o próprio STF interferindo a todo momento em questões “interna corporis” do Executivo.

Novamente, antes que questionem que o STF só fala quando provocado, quero lembrá-los que: quando é de sua conveniência, como barrar o relator da CPI do Covid, ele (STF) vem com o “interna corporis” – que ele não aplica em relação ao Executivo!

Segundo, em fevereiro de 2020 tivemos o primeiro caso de Coronavírus, que se tornou uma pandemia e que prejudicou a reação da economia, fazendo que o PIB fosse negativo – lembrando que ficamos abaixo da expectativa do FMI, sendo a quarta melhor ao nível mundial – além da continuidade dos ataques do establishment, como bem sabemos.

Conclusão:

Por 2015, 2016 e 2020 concluímos que a Srª Dilma – aquela que faliu a lojinha de R$ 1,99 e poste do Lula – foi bem pior que o Coronavírus!

E o mais importante: estaria o establishment social-democrata tentando nos empurrar para o processo de venezualização, do qual fugimos ao eleger Bolsonaro?

Por 2019 podemos concluir que se o establishment não tivesse engessado o Presidente Bolsonaro, que tem apreço pelo país e pelo povo, teríamos tido um 2020 bem melhor na economia e no enfrentamento da pandemia.

 

 

Adilson Veiga, para Vida Destra, 11/05/2021.
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Alvaro
Alvaro
6 meses atrás

Excelente texto Sr Adilson, veio a provar que o pior vírus foi o governo ineficiente e incompete da esquerda, aliado ao câncer da corrupção e dos que querem o pior para o Brasil.
Esperamos que nas próximas eleições os quadros sejam renovados e tenha uma maior participação dos que querem o bem só Brasil, mesmo que a médio prazo.

Welton Reis
Welton Reis(@welton)
6 meses atrás

Em economia não existe mágica. A esquerda sempre achou que o país tinha dinheiro de sobra e que poucos se beneficiavam desse dinheiro, assim deu no que deu desde Sarney a Dilma, inflação, pobreza e atraso educacional, por fim, destruição de valores e da economia. Parabéns pela analogia!

FABIO PAGGIARO
FABIO PAGGIARO(@fabio-paggiaro)
6 meses atrás

Só não enxerga quem é canalha. E se compararmos nosso crescimento ao longo de todos os governo petistas com o dos demais emergentes, veremos que perdemos uma das maiores oportunidades de desenvolvimento mundial da História da Humanidade. Se colocar comunista para tomar conta do deserto, acabam areia e pedras. Excelente, Veiga.

Luiz Antonio Santa Ritta
Luiz Antonio Santa Ritta(@luiz-antonio-santa-ritta)
6 meses atrás

No brilhante artigo de @AJVeiga2 sobre o vírus e o monstro, só posso dizer que o vírus sabe quanto é 30% de 25% ou 30% de 30%.