Que a esquerda baseia seu discurso em argumentos forçados e não embasados, isso não é nenhuma novidade, porém, nos últimos meses, com a guinada da direita na política e a eleição do presidente Jair Bolsonaro, o desespero dos canhotos foi tão grande que passaram a exagerar na pseudo-argumentação e nas falácias. A situação torna-se pior ainda quando tais argumentos têm sido amplamente aceitos em centros de construção e difusão do conhecimento, como escolas, universidades e mídias, o que traz, como consequências diretas, num curto prazo, o enfraquecimento de teses argumentativas provadas e embasadas à luz da lógica e da razão, isto é, teses que não são de esquerda, e, a longo prazo, um emburrecimento generalizado, afinal, dado que a esquerda possui o monopólio nesses centros, quando um esquerdista vai procurar emprego em um jornal, por exemplo, tem sua tese analisada por pessoas como ele, que têm desprezo por qualquer ideia conservadora ou liberal que contrariem a cultura canhota do não saber, o que inclui quase todas as teses liberais e conservadoras, uma vez que essas ideologias fazem oposição à esquerda, cada uma de uma forma, com pontos em comum. No que tange à questão do armamento, não há mudanças. Esquerdistas desprezam por completo os estudos sérios feitos na área de segurança e os exemplos práticos e lógicos que existem, colocando seus achismos aprendidos com outros esquerdistas, como jornalistas e professores, como verdades absolutas que não são passíveis de questionamento, mesmo a teoria e a prática mostrando o contrário. Aqui no Vida Destra já abordamos a questão do armamento civil, explicando detalhadamente os porquês dele dever existir, ser considerado um direito, quais são suas consequências e como ele deve ser reconstruído, isto é, como a sociedade desarmada deve ser guiada para uma sociedade armada. No entanto, nem a melhor das argumentações é capaz de convencer um esquerdista a mudar de ideia, pois quem está acostumado com argumentação falaciosa, quando se depara com dados matemáticos e estatísticos, sente-se perdido e opta por ficar na sua zona de conforto ao invés de fazer um exame de consciência e ao menos considerar se a tese oposta pode ser validada por algum método científico (algo que o esquerdista também não faz ideia do que é). A gente perdoa, pois vale lembrar que por terem passado anos ouvindo e louvando discursos emburrecedores, como dobrar a meta que não existe, estocar vento, saudar a mandioca e etc, perderam completamente a capacidade cognitiva de entender qualquer coisa que seja mais complexa do que andar para a frente, como bem lembrou a professora de história e deputada estadual eleita em 2018 pelo PSL-SC Ana Caroline Campagnolo. Tendo isso em vista e aproveitando que a questão do armamento voltou à pauta de debates da sociedade com o Decreto que o facilita, fiz uma compilação dos 30 argumentos mais retardados usados para defender o desarmamento. Obviamente, argumentos usados por canhotos. O objetivo deste artigo não é convencer nenhuma pessoa de esquerda a mudar sua opinião sobre o tema pelos motivos supra-explicados, mas sim expor ao ridículo e chamar a atenção da sociedade para as falácias argumentativas que vêm sendo construídas e enfiadas na cabeça de nossos filhos, jovens e crianças pela intelligentsia, termo muito usado pelo professor Olavo de Carvalho para se referir aos esquerdistas “intelectuais” e formadores hegemônicos de opinião que estão sempre na mídia. Então, vamos lá, aguente firme e não pegue câncer, você consegue chegar até o final.

1 – “Sou a favor do desarmamento”

Não é. Todo poder político emana do cano de uma arma. Se você é contra o armamento civil, terá que, obrigatoriamente, defender o armamento militar/governamental para que o estado consiga, usando armas, impor o desarmamento civil.

2 – “Diz que é cristão, mas defende porte de arma”

Sim, até porque não dá para se defender de um bandido usando uma bíblia. No mais, Jesus disse aos apóstolos “se não têm espada (que, logicamente, era a arma da época), vendam a sua capa e comprem uma” (Lucas, 22:36-b).

3 – “A sociedade não deve ter armas porque o estado tem a obrigação de fornecer a ela segurança, com a polícia”

A polícia não é onisciente e nem onipresente, no atual modelo peca pela ineficiência, burocracia e falta de policiais. No mais, o estado não é seu pai, nunca é tarde para assumir a responsabilidade por si mesmo e aprender andar com as próprias pernas.

4 – “Não sou a favor das armas, sou a favor dos livros”

Ok. Quando tentarem invadir sua casa, mostre um livro para os criminosos.

5 – “Armas matam 1”

Disse a feminista que é a favor do aborto

6 – “Pesquisa do Datafolha mostra que 61% dos brasileiros querem que as armas continuem proibidas”

O Datafolha errou as eleições para o Senado e governos estaduais, segundo ele, teriam sido eleitos Dilma, Suplicy, Requião, Beto Richa, César Maia, Eduardo Paes etc. E também se os brasileiros realmente fossem contra as armas não teriam votado em um homem que defende abertamente o armamento civil desde sempre. No mais, há uma pesquisa do Paraná Pesquisas, o instituto que chegou mais perto dos resultados eleitorais, que mostrou que 52% dos brasileiros acham que as limitações para aquisição de armas nem deveriam existir. E há, ainda, o resultado do referendo de 2005, em que a população votou contra proibição do comércio de armas. Resumindo: brasileiros são a favor das armas

7 – “Armas matam 2”

Disse o riquinho do PSOL que anda com seguranças armados.

8 – “Os bandidos não respeitam nem a polícia de arma, por que respeitariam o cidadão?”

Ok, vamos tirar as armas da polícia então, já que os bandidos não a respeitam, como defendia dona Mariele Franco, vereadora assassinada do PSOL no Rio de Janeiro.

9 – “Mais armas não querem dizer mais segurança”

Vermont, estado dos EUA que até jovens de 16 anos podem ter armas, que não possui quase nenhuma regulação, é o mais seguro daquele país.

10 – “Apesar de os EUA ter 10 vezes mais armas que o Brasil e o número de mortes por armas de fogo ser bem menor, não se pode comparar o Brasil com os Estados Unidos, pois o brasileiro não tem aptidão para ter uma arma”

Se você sofre com a “síndrome de vira lata” e se acha incapaz de portar armas, não quer dizer que todos sejam iguais a você. No mais, Paraguai é um país bem mais pobre que o Brasil, muito mais armado e com muito menos mortes (comparando proporcionalmente) por armas de fogo, então mais armas, menos crimes. E quando as armas eram liberadas o número de homicídios por elas causado eram menores, então, sim, brasileiros têm muita capacidade de portar uma arma.

11 – “Se liberar as armas, brigas de trânsito serão resolvidas na bala”

Isso não é argumento. Você não tem provas e nem como validar essa premissa, sendo, portanto, apenas um achismo emocional.

12 – “Armas matam 3”

Pegue uma arma e coloque na sua frente e se sente. Espere ela te matar. Armas não matam, pessoas matam usando armas, facas, paus, mãos ou qualquer outro meio capaz.

13 – “Uma arma custa mais de 4 mil reais, pobres não terão acesso a elas”

Pobre trabalha, tem carro e casa financiados e iphone do ano, você realmente acha que não conseguirão comprar uma arma? No mais, se vão ou não comprar, isso é problema deles.

14 – “Liberar as armas vai fazer com que o número de assassinatos por armas de fogo subam”

A proibição de armas, processo inverso, não fez o número de homicídios por armas diminuírem, então esse argumento é inválido.

15 – “Armas matam 4”

Carros também matam, aliás, em 2017 mataram 47 mil pessoas e deixaram 400 mil feridas. Vamos proibir os carros.

16 – “Com a liberação das armas, mais pessoas vão morrer baleadas”

Se isso fosse verdade, EUA, Paraguai e Uruguai teriam mais mortes do que o Brasil. A única coisa que pode ser presumida é que a venda de armas irá aumentar por uma questão econômica de oferta.

17 – “Aquela mulher que apanha do marido bêbado vai ser morta por ele”

Outro achismo emocional impossível de ser validado, pois não há dado, estatística e nem base sólida que sustente esse argumento. Por outro lado, com armas liberadas, a mulher pode equiparar sua força com a do marido, já que é biologicamente mais fraca, e dar um tiro nele, agindo em legítima defesa, coisa que se fizer hoje, é presa por posse ilegal de armas de fogo e é capaz de ir a juri ainda, como ocorreu com o cunhado da apresentadora Ana Hickmann, que matou um homem que invadiu o quarto de hotel em que a apresentadora e a esposa dele estavam e atirou contra elas. Mais uma vez o estado favorecendo o crime com a benção de esquerdistas.

18 – “Se é contra o aborto, não aborte. Se é contra o casamento gay, não case com um gay. Se é contra a liberação da maconha, não use maconha”

Se é contra a liberação das armas, não compre armas (esse contra-argumento, aliás, é ridículo e falacioso, mas é usado aqui como retórica e ironia ao “arjumento” acima, afinal de contas, argumento idiota, refutação igualmente idiota).

19 – “Se você não vai matar alguém nem cometer crimes, não há necessidade de ter uma arma”

A arma tem o uso repressivo e o uso defensivo e é justamente por causa desse último que ela deve ser liberada para cidadãos comuns, pois se o estado não consegue controlar a violência, o mínimo que ele deve fazer é não proibir as pessoas de se defenderem.

20 – “Se as armas forem liberadas, a esquerda corre perigo, pois “bolsominions” vão nos perseguir e atirar na gente” (de longe o mais retardado de todos)

Realmente, da mesma forma que “bolsominions” iam sair por ai, assim que Bolsonaro fosse eleito e “implementasse a ditadura”, batendo em gays (algo que nunca aconteceu nos governos de esquerda) e fazendo suástica nos petistas, como aqueles estudantes que se auto mutilaram com o símbolo para acusarem os eleitores do presidente e hoje respondem por denunciação caluniosa ou falsa comunicação de crime.

21 – “O Brasil tem problemas mais urgentes que a legalização das armas”

O fato de ter outros problemas não impede que esse seja solucionado. No mais, o alarmante número de homicídios por armas que só cresce desde a proibição não é menos importante, muito pelo contrário, uma vez que a vida de inocentes está em risco.

22 – “Se liberar as armas, as pessoas que têm pensamentos suicidas vão se suicidar”

Primeiro que se uma pessoa quer mesmo se suicidar, ela vai fazer isso de uma forma ou de outra, aliás, é mais provável que compre uma arma no mercado negro para tal, pois lá não há nenhuma burocracia e é mais barato. Segundo, o que raios você tem a ver com a vida de uma pessoa? Se a vida é dela, ela quer tirar e esse tirar não fere a propriedade de ninguém, ela não pode ser privada do suicídio, até por que “minha vida, minhas regras”. Ou não?

23 – “Com as armas legalizadas, vão ocorrer massacres nas escolas e igrejas, como nos EUA”

Ainda bem que os massacres nas escolas de Realengo (RJ), Juscelino Kubitschek (RO), Medianeira (PR) e Alexânia (GO); nas igrejas Catedral de Campinas (SP) e Assembleia de Deus em Mogi (SP) não ocorreram no Brasil. No mais, só uma pessoa armada pode parar a outra de forma eficiente, então é belo e moral que professores possam trabalhar armados se assim desejarem, até porque o magistério está virando uma das profissões mais perigosas do Brasil, só em 2018, em SP, o número de agressões a professores cresceu 189% em relação a 2017 graças a alunos que não respeitam o profissional na ausência de uma autoridade com força maior.

24 – “Eu não conseguiria viver em uma sociedade com pessoas armadas”

Disse a socialista de iPhone que vai todo ano viajar para Orlando, nos EUA.

25 – “Com a liberação das armas, as “vítimas da sociedade” irão morrer baleadas, pois não terão a chance de serem recicladas e reinseridas na sociedade” (outro dos mais retardados)

Foda-se. Se você defende bandidos, você tem parte da culpa na morte dos inocentes.

26 – “Liberar as armas não vai diminuir o número de crimes praticados com armas”

Não mesmo. Foi uma mera coincidência, por exemplo, o que houve em Chicago, em 2011, que, ao tentar controlar as armas, viu o número de homicídios crescer quase 20% em 2012. Chicago voltou atrás em 2014 por ter reconhecido o fracasso de sua política anti armas.

27 – “O governo tem que recolher as armas para garantir o desarmamento e a sociedade se tornar mais pacífica”

O governo já recolheu as armas, mas apenas dos cidadãos de bem, que entregaram na esperança de realmente alcançar-se uma sociedade mais pacífica, mas os bandidos continuam com armas até os dentes e compradas no mercado negro e nos tornamos reféns deles justamente porque o governo nos proibiu de nos defendermos, além de não nos defender também. Logo, o governo diz que vai me defender, não me defende e tira minhas chances de eu me defender. Um paradoxo.

28 – “Diz que é a favor de armas, mas se sair na rua com a arma a polícia do governador Witzel vai te abater”

A proposta de Witzel é para abater criminosos que andem com fuzis nas ruas, armas de guerra que não justificam estar nas mãos de civis, dado que um mero revólver 3.8 é capaz de garantir a segurança pessoal, não para abter cidadãos que saiam com uma pistola 9mm ou uma arma do mesmo tipo.

29 – “É um absurdo considerarem a ideia de ter pessoas portando armas na sociedade”

Disse o esquerdista que passou os últimos três anos falando que pegaria  em armas caso Lula fosse preso, Dilma destituída do cargo e Bolsonaro eleito.

30 – “Temos que tirar as armas das polícias, pois elas, como instituições fascistas e opressoras, usam esse instrumento para nos oprimir”

O esquerdista não pode nem fazer seu protesto lacrador, que consiste em depredar patrimônios, ficar pelado na rua, cagar em público na fotos dos outros, queimar pneus, trancar rodovias e demais vandalismos que a polícia fascista já o ameaça com uma arma. Quanta injustiça.

Como vimos, há uma infinidade de ideias absurdas que a esquerda considera considera normal, como o fato de desarmar a polícia, além, é claro, da ausência da lógica na argumentação, também exibida a rodo no presente artigo. Dado tantos problemas enfrentados, o questionamento que deve ser feito é: “como frear ou resolver, isto é, como cortar a fonte do pensamento esquerdista assassino de ideias no Brasil?”. Para isso, temos que analisar o problema de baixo para cima. As ideias de esquerda são difundidas pela mídia e universidades. Ao analisar notícias sobre armas, por exemplo, raramente lembramos daquelas que dizem que armas salvaram alguém e isso ocorre porque a mídia, embora noticie tais acontecimentos, não dá a eles a devida atenção, ao passo que se alguém entra armado numa escola e mata um inocente, fazem disso uma grande oportunidade sensacionalista para atacar o armamento civil e difundir os pseudo-argumentos. Nota-se então que o primeiro passo é acabar com a hegemonia de esquerda na mídia e isso já começou a acontecer: aqui em SP, por exemplo, o Estadão ultrapassou, agora em janeiro, a Folha de São Paulo em circulação impressa. De longe o Estadão é uma mídia conservadora, liberal ou anti esquerda, mas numa disputa de quem é mais esquerdista com a Folha de SP, perde feio. Há ainda o crescimento e difusão de mídias como o próprio Vida Destra, Spotniks, Terça Livre, Renova, etc, que vêm conquistando cada vez mais seguidores cansados da antiga imprensa. Há, ainda, a questão das Universidades, que têm reitores tendenciosos, que favorecem o esquerdismo e suas pseudo ideias, mas isso não será problema, pois o Ministro da Educação, Ricardo Velez Rodrigues, já mostrou que não está para brincar em serviço com atitudes como a de nomear para Universidades e Institutos Federais reitores que não são esquerdistas (esses são sempre os mais votados na eleição feita pela Universidade e, numa tradição, o MEC nomeava-os para o cargo de diretor. Nomeava, no pretérito imperfeito mesmo, porque já esse mês Ricardo Velez nomeou o segundo colocado nas eleições para o INES, Instituto Nacional de Educação dos Surdos, ao invés da professora esquerdista escolhida pelo instituto. A UFTM, Universidade Federal do Triângulo Mineiro, deverá receber o mesmo tratamento em fevereiro). Estes são caminhos novos a serem trilhados para restaurar a intelectualidade, o pensamento lógico e a inteligência brasileira e como todo caminho, há muito o que se trilhar e aprender ainda, mas tudo indica, ao analisar as obras de Antonio Gramsci sobre hegemonia cultural, a qual consistia em ocupar os meios de cultura para controlar a sociedade, que dessa vez estamos no caminho certo!

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