Bergoglio, ou se preferirem ‘Bergoglinovsky’, por seu atrelamento a uma agenda da esquerda mundial, mormente neste tema “imigração”, me fez por suas próprias atitudes (e muitas delas por omissão, contrariando o dogma da própria Igreja que ele deveria defender) sair de seu rebanho!

Recentemente, ele, o Papa, o mesmo que se recusa a falar da perseguição aos cristãos nas bárbaras teocracias muçulmanas nos países do Oriente Médio, abraçou duas causas que são caras a esquerda global e que em resumo são a Amazônia e a Imigração, e nisto, mais uma vez, o Papa queridinho da esquerda global na primeira está jogando pesado de batina e tudo e na segunda, bom, aí derrubou o sacrário no chão…

Quando Mussolini governou com mão de ferro a Itália cometeu por óbvio todos os erros digno de um ditador, mas teve lá seus acertos, entre eles resolver o problema milenar de ter dentro das fronteiras nacionais de um país um poder paralelo, inatacável por vários motivos, com os quais os vários governos de uma ainda jovem Itália em formação tinha de conviver, qual seja, ter um Papa reinante e concorrente ao poder político central, o que fez Mussolini? Foi coisa sim de gênio bolar o “Pacto de Latrão”, que conferiu ao Vaticano o status de um Estado dentro de outro Estado, limitando a atuação política do Papa de turno por força de um tratado.

Deu certo até o surgimento do Sr. Bergoglio, hoje não mais! Bergoglio, aquele que se omite quanto a perseguição aos cristãos que deveria defender, se mete e se intromete em tudo atingindo sobremaneira a Itália e seu povo, especialmente na questão do verdadeiro tráfico de carne humana, praticada pelo comércio do tráfico de ilegais (imigrantes uma ova!) devidamente disfarçada de ‘ajuda humanitária’ por ONG’s de fachada, cobram entre 300 a 1.200 euros por um lugar nos ‘’barcones’’ (são oito neste momento os navios no mediterrâneo neste negócio lucrativo) e despejam milhares de africanos em uma Itália incapaz de recebe-los e mante-los. Tudo isto com o amparo de um governo de esquerda e extrema-esquerda, além do beneplácito da porca mídia que, por sua vez, vendo mais adiante, ao apoiarem esta política de imigração desenfreada e sem controle (um método de estupro cultural da identidade italiana), visam à hegemonia política e cultural, pois como dizia o jornalista Indro Montanelli, “A esquerda ama de tal modo os pobres que quando vai ao poder lhe aumenta o número”.

Valendo-se do “buonismo”, essa esquerda italiana no poder abre as fronteiras e ordena a Guarda Costeira que recolha os imigrantes e escolte os navios aos portos do sul da Itália, criando assim algo inédito na história: o uso de uma força armada de proteção nacional de fronteiras na invasão do próprio país! Isto tudo só faz uma coisa, aumentar a pobreza do italiano pagador de impostos…

Sempre que a oposição protesta, fazendo as vozes do povo e do contribuinte, e vejam que são os contribuintes os pagantes da política de “acoglienza”, cujas benesses eles mesmos, os italianos, não possuem (moradia de graça, telefone celular, comida, etc), Bergoglio ameaça os fiéis (a Itália é um país majoritariamente católico todos sabem) com o fogo do inferno e compara Jesus a um imigrante! Heresia digo eu!! Imigrantes fomos nós, a exemplo do Brasil, em especial na região sul do Brasil. E não apenas italianos, mas húngaros , poloneses, russos, alemães, japoneses, etc que, chegando aqui, trabalharam duro sem qualquer benefício do Governo, e jamais impuseram sua cultura e modo de vida aos brasileiros (que pouco a pouco foram absorvendo esta nova “multiculturalidade”) respeitando as leis, criando colônias que eram um exemplo de trabalho e organização e não como fazem os ilegais na Itália (repito, produto do comércio ilegal de tráfico humano) que, por serem muçulmanos, se recusam a seguir as leis do local (continuam, por exemplo, a  bater em suas quatro esposas), não aprender o idioma (recusam-se a matricular as filhas na escola, porque consideram que mulheres não têm de ser alfabetizada) e pior de tudo, recusam-se a trabalhar, pois lá existe o “bolsa-imigrante”, instituído pelo governo de esquerda!

Bergoglio apóia a tudo isto e se cala diante da renitência dos “imigrantes”, mas não para forçar cada vez mais o governo Italiano (e o bolso dos contribuintes italianos) a aceitar este modelo esquizofrênico imigratório, cuja única intenção final é destruir a identidade nacional, que no caso italiano, é um empecilho difícil de transpor pelo nacionalismo atávico do italiano médio, orgulhoso de sua história e cultura!

A esquerda está desesperada no mundo todo, pois existe, ainda que não de modo organizado (Admito! Temos de aprender isto com eles!) um movimento de refluxo natural em vários países contra a agenda de esquerda global. Com isso, foram eleitos Trump e Bolsonaro, agora na Áustria também deve ser eleito um representante de direita, na França, depois dos fiascos de Macron e em breve, na invadida e violentada Itália, Matteo Salvini também deve ser eleito. Ora, e o que faz dona esquerda em desespero? Aciona em seu auxílio seu mais potente aliado existente, sempre em discreta reserva: a Igreja Católica, hoje comandada por um jesuíta (por 500 anos a Igreja Católica, em seus conclaves, sempre temeu em nomear alguém daquela Ordem). Afinal, quem quer ser mau? Ser contra dar um pão, ajudar ao outrem, não ser solidário com a dor alheia?

É difícil desconstruir a narrativa, denunciar os abusos e acima de tudo, insurgir-se contra o Chefe da Igreja mais poderosa do mundo e que de quebra, é também um Chefe-de-Estado!

Por todos estes motivos, em caráter pessoal, abandonei a Igreja Católica por seu uso político e influenciador bem como sua instrumentalização a serviço da agenda de esquerda mundial e termino aqui dizendo (ou vaticinando, talvez): aguardem a bomba que será o tal “Sínodo da Amazonia”!

Nás, brasileiros conservadores (e somos a maioria sim!) e nosso Brasil sentiremos na pele a guerra movida contra os nossos legítimos interesses e desejos para o Brasil do mesmo modo como hoje está a sofrer o povo italiano!

Paulo Boccato, para Vida Destra, 07/10/2019.

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