<div>É, no mínimo, inconsequente a maneira com que algumas pessoas públicas aliadas à mídia poderosa de dentro e de fora do Brasil tentam passar a ideia de que tudo, absolutamente tudo, o que o presidente Jair Bolsonaro fizer será ruim, desengonçado, mal feito. Mas, mesmo com toda essa má intenção explícita, com todo esse descarado escárnio, essas pessoas não ousam afirmar nada a respeito de uma desonestidade vinda dele. Simplesmente porque não há. E a certeza disso me é dada por esses mesmos indivíduos e instituições que já teriam, há muito, feito o maior escândalo mundial se, ao menos, o Bolsonaro tivesse roubado uma balinha de sua filha Laurinha.</div>
Diante dessa incomparável qualidade de nosso presidente eleito, aos incautos restam apenas as tentativas patéticas de tentar ridicularizá-lo. Apegam-se às coisas mais sem importância e indiferentes do mundo e as colocam aos olhos mais distraídos como se fossem o fim dos tempos.
A fala do governador João Dória sobre o discurso do presidente na abertura da Assembleia Geral da ONU, infelizmente, é um exemplo disso. Vejam bem, o que podemos extrair dos comentários do governador? Vamos analisar, item por item. Primeiro, ele diz, com ar intelectualizado, este mesmo que já não convence a mais ninguém, nem àqueles com muita boa vontade em agradar, que o discurso foi inadequado e inoportuno, mas não explica o porquê desses dois adjetivos. Pois, então, eu digo, foi adequado porque ele estava representando o Brasil e o fez bem, pois deixou claro ao mundo que não somos menores, piores, nem mais fracos. Aliás, bem diferente do que os outros presidentes brasileiros deixavam transparecer em suas falas, por puro complexo de vira-latas. Foi oportuno, pois, há poucos meses, dois chefes de Estado criticaram o País e utilizaram para isso narrativas sem nenhuma base real, apenas apoiadas no ti-ti-ti daqueles que visam somente a seus benefícios perdidos, e isso nós já estamos cansados de saber.
Adiante, ele continua, dizendo que o discurso foi “sem referências que pudesse trazer respeitabilidade e confiança no Brasil no plano ambiental, no plano econômico e no plano político”. Novamente ele solta um rosário de expressões vazias e não nos permite uma compreensão do que se trata, não nos oferta o entendimento do que significam tantas críticas destrutivas. Assim, visto que o espaço em branco nos foi deixado, eu o preencho. A respeitabilidade e a confiança não se conquistam com palavras ao vento, nem aqui, nem na China, nem em nenhum lugar do mundo, governador. Confiança e respeito são conquistados, a duras penas, com muito trabalho e dedicação, dentro de um período de tempo necessário para, mais à frente, colherem-se os frutos.
Os outros países, sem a cortina de fumaça das falsas notícias, se ainda não perceberam que este governo e sua equipe estão começando a consertar as imundices feitas nos governos anteriores, daqui a pouco tempo, enxergarão, porque não há como não ver a verdade, esta é desobediente, ela não fica escondida por muito tempo. Quando menos se espera, ela salta aos olhos de todos, radiante, vitoriosa.
Em seguida, o governador Dória enumera como quarto ponto a “péssima repercussão internacional”. De onde vem essa repercussão? Segundo Dória, de “agências noticiosas”. Novamente, ele nos deixa no vácuo e não diz de quem são essas vozes tão fundamentais para a estabilidade interna e externa de qualquer país. Será que são as mesmas perniciosas vozes que falam mal de Donald Trump, Boris Johnson, Benjamin Netanyahu, mas que são incapazes de se manifestar, com a mesma intensidade, sobre o Maduro, os Castro, os Kirchner ou os Clinton? Sério? Será que temos mesmo que continuar nos preocupando com o que dizem esses grupos enganadores para sempre? Acredito que não.
E, prosseguindo em sua fala, com muito pesar, ele lamenta que Bolsonaro “tenha perdido mais uma oportunidade para o País”. Neste momento, em coro, podemos afirmar: não, senhor governador, ele não perdeu oportunidade alguma. Bolsonaro, a cada discurso firme que faz, como foi este pelo senhor citado, fortalece a nossa imagem como um gigante de oportunidades, que somos, para o mundo, e para nós, os brasileiros, que começamos, graças ao patriotismo bolsonarista, a nos conscientizar de que somos um povo digno de reconhecimento, e não um zé povinho que não vale nada e que por isso pode ser subjugado pelas “grandes” nações estrangeiras.
Por fim, o governador Dória insinua que nós não estamos sendo bem representados pelo presidente Bolsonaro. Bom, que cada um olhe para dentro de si e responda. Eu, respondendo por mim, digo, repito e grito em bom tom que nunca, na minha vida, tive um representante tão completo, sincero, leal, simples, honesto, verdadeiro e protetor como Jair Messias Bolsonaro. Ele me representa muito bem, muito mais do que eu poderia supor quando lhe dei o meu voto de confiança.
Gogol, para Vida Destra, 25/09/2019.
Gogol

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1 Comentário

  1. Texto extremamente correto quando pontua o que o vagabundo do Dória tenta perverter.
    Qualquer brasileiro minimamente informado e que ama o Brasil vibrou e se sentiu honrado com o discurso Épico do Presidente Jair Bolsonaro, é fato.
    Parabéns a todos nós!
    BRASIL ACIMA DE TODOS!

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