Vejam essa postagem da Deputada Federal Táliria Petrone PSOL/RJ, no Twitter do dia 19/08/2020.

 

 

Essa postagem, foi referente a reportagem veiculada no portal G1 no dia 19/08, mas que teria ocorrido no dia 14/08. Transcrevo aqui um trecho:

Um representante de vendas morreu enquanto trabalhava em um supermercado da rede Carrefour no Recife, e teve o corpo coberto com guarda-sóis e cercado por caixas de papelão, engradados de cerveja e tapumes improvisados entre as gôndolas.[…] Funcionários e clientes que estavam no supermercado disseram que o estabelecimento permaneceu funcionando normalmente. O Carrefour identificou o homem como Moisés Santos e disse, em nota, que a causa da morte foi infarto”. 

O que a nobre deputada fala, é sobre a perda de valores como empatia, consciência e indignação. O que ela não fala, é que ela e seu partido pregam e apoiam, o que nos levou a essa situação.

Não sou, e nem poderia deixar de ser contra o progresso. Sou de uma geração em que os Correios eram de grande importância na vida da população. Telefones residenciais, só para alguns pouco privilegiados. Os públicos, os famosos orelhões, onde se formavam longas filas, requeriam doses excessivas de paciência de quem precisava usar. Para você, que não sabe o que significa isso, imagine, ficar em uma fila, esperando para ligar de um telefone público, com outras dez pessoas a sua frente, enquanto o cidadão que está usando, não consegue completar a ligação.

Imaginou?

Foto do 1º orelhão de Porto Alegre

 

Agora, imagine sua televisão sem colorido. Tudo preto e branco. Ou imagine sua vida sem internet. Qualquer informação de que precise, terá que ir à biblioteca, ou a uma sala de leitura.

Fiz muito isso!

Em um passado não muito distante, longe da tecnologia que existe hoje, as novidades que chegavam ao mercado americano, só ficávamos sabendo aqui no Brasil, depois de dois ou três anos, e assim mesmo, só chegavam por aqui, depois de quase dez anos.

Então, viva o progresso, e principalmente, o da tecnologia das comunicações, que nos possibilitou um mundo globalizado.

Antes de voltarmos à  Talíria e sua pergunta, preciso informar que progressistas e sociais-democratas, são mais um engodo dos socialistas, uma máscara que usam para disfarçar quem são, e suas reais pretensões.

Os socialistas, sob essa máscara de progressistas e sociais-democratas, pregam um progresso social, que alteram a visão moral da sociedade, relativizando conceitos como respeito, certo e errado, e consciência.

Veja, ninguém, é obrigado a presenciar um casal se agarrando, se beijando em lugar público. Nem tão pouco, falando palavras de baixo calão. Principalmente, se estiver com a família, com filhos. Quando são homem e mulher, sejam brancos, ou afro descendentes, já é uma falta de respeito. Mas se esse casal, ou essa pessoa for homossexual, ou de cor, seu protesto contra tais atos, vira homofobia, ou preconceito. E você, que estava protestando por respeito, acaba virando réu em algum processo.

Quando te dizem que, assaltantes e homicidas são vítimas da sociedade ou do capitalismo, te afirmam que ser assaltado ou assassinado, faz parte da vida. Estão relativizando, o “não matarás” e o “não desejarás o que é do próximo”.  Assim, nesse ponto, se chega fácil as 60.000 mortes violentas ao ano. E quando temos que passar o dia a andar na rua,  desviando de cadáveres, a morte, e um morto, passam a ser uma coisa banal.

É o que a esquerda chama de “O Novo Normal”.

Coisas que nem em meus piores pesadelos, ou filmes de terror de minha infância, podiam prever, que seriam realidades atuais.

E não para por aí!

Quando Emmanuel Macron ganhou as eleições presidenciais na França, a imprensa o chamou de liberal, contudo Macron, é socialista, assim como a maioria do parlamento francês,  que não por acaso, no  último dia 11/08, aprovaram  uma lei que facilitaria o aborto até os nove meses de gravidez, para casos em que a gestante, é diagnosticada com “sofrimento psicossocial”, um mal que é sério, mas que neste caso, pode ser mal usado por conta de um diagnosticado subjetivo. 

No Estado de Nova York, do governador democrata Andrew Cuomo, graças a maioria democrata alcançada nas eleições, conseguiram aprovar em janeiro de 2019, que o aborto será legal nas 24 primeiras semanas da gravidez, ou mais adiante na gestação se for determinado que a mãe está em risco. Fizeram isso, porque o presidente Trump disse querer revogar a Lei do aborto, que vigora desde 1973, decidido pela Suprema Corte Americana, no caso “Roe v. Wade”.

No nosso caso, depois de 35 anos de progressistas, sociais-democratas e socialistas (sic), fica fácil responder à pergunta da nobre deputada. 

“Quando a vida passou a valer tão pouco?”

Começou quando o progresso passou a ignorar e a mudar os valores morais.

 

Adilson Veiga, para Vida Destra, 08/09/2020
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Sander Souza
Sander Souza(@sanderjp)
1 ano atrás

Parabéns pelo excelente artigo!
Esquerdistas são hipócritas!
Lido e compartilhado!

Luiz Antonio
Luiz Antonio(@luiz-antonio-santa-ritta)
1 ano atrás

Em art. “Qdo a Vida passou a valer tão Pouco”, Veiga trás a Dep. Talíria Petrone se chocando com a morte de um trabalhador em um Supermercado Em Recife. Agora espanta-me ela ser do Rio e não se preocupar com a morte de uma mulher c/bala de fuzil em comunidade.

Nunes
Nunes(@nunes)
Admin
1 ano atrás

Excelente! Achei sensacional essa parte :

“Quando a vida passou a valer tão pouco?”
Começou quando o progresso passou a ignorar e a mudar os valores morais.
 

Simone Lisboa da Costa
Simone Lisboa da Costa
1 ano atrás

Sua análise está corretíssima!
Sua resposta não poderia ser mais certeira! ????