Por Felipe Silva                                                                                                              @felipe4710

 

As duas faces do Flamengo

Analisando os confrontos do Flamengo contra Atlético-GO e Chapecoense

 

Nesta resenha vou expor as duas faces do atual momento do Clube de Regatas Flamengo,  em suas duas últimas partidas contra equipes pequenas e respectivamente em 13° lugar e o lanterna da competição.

O Flamengo vai caminhando como um time que se perde em campo a cada jogo disputado. O mengão passa a ser apenas uma sombra daquele time temido e respeitado como era desde 2019. E os fatos e as imagens falam por si. O time tem sobrevivido em campo graças às atuações individuais dos jogadores que tem a capacidade de definir um jogo. Isto porquê o jogo em conjunto e tático parece que sumiu da cartilha e prancheta do time do Flamengo e sua comissão técnica.

No jogo contra o Atlético-GO, o mengão foi envolvente, mas a sensação que passa ao ver o time em campo é que está numa pelada no campo de terra, e tem se portado desta forma em várias partidas inclusive na citada, onde teve lances geniais e bonitos e outros displicentes e sem foco na partida.

O time tem se aproveitado da boa fase do atacante Michael, que fez os dois gols da partida e fez a diferença em campo para o mengão. Mas esta vitória foi só para dar uma falsa expectativa ao torcedor. Porque no jogo seguinte diante da Chapecoense o pior time do Brasileirão com apenas uma vitória em todo o Campeonato até a 31° rodada, apenas empatou em 2X2, e expôs as duas faces em que o time tem se caracterizado!

Uma face que joga na empolgação, como se estivesse disputando um campeonato de várzea da cidade, sem se importar com o resultado e desleixado em campo. E a outra face mostra o atual Fla como uma equipe desorganizada, sem padrão de jogo e um time desconfigurado, claramente perdido em campo. Totalmente dependente de atuações individuais e da capacidade técnica de seus atacantes que são capazes de definir uma partida em um lance.

E foi isso que vimos em campo contra a Chapecoense, no jogo que terminou igual no placar. A pergunta que não quer calar: Com qual face o mengão entrará em campo no dia 27 de novembro, contra o Palmeiras, na final da Libertadores?

Será que a comissão técnica ainda tem algum urubu tático e organizado para “tirar da cartola”? Para nós, torcedores do mais querido do Brasil, resta torcer para que os urubus comecem a voar alto novamente e tragam o bom futebol e alegria ao seu time amado de coração!

 

*Felipe Silva é um brasileiro apaixonado por futebol e que ama o Flamengo!

 

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