Não é uma notícia, portanto, não precisa de data nem hora.

É só mais uma das muitas demonstrações do ódio que a esquerda tem pelo cristianismo. E não venha me dizer que estou usando fatos isolados para acusar este ou aquele grupo de algum crime. Não se trata disso. Apenas estou confirmando que a bandidagem marxista segue à risca o que o demônio barbudo (não me refiro a Lula) preconizou em seus inúmeros manifestos. Sim, Karl Marx odiava a religião, pois esta é a única e última barreira entre a realização de seus ideais e o fracasso deles.

Episódios de perseguição ao cristianismo são mais comuns do que se imagina. Desde o princípio de sua história é assim.  Jesus Cristo foi o primeiro mártir, seguido de Estevão e, daí em diante, fica impossível contar quantos morreram ou foram ferozmente perseguidos pelo fato de serem cristãos.

O marxismo ainda não dominou totalmente o mundo por conta da força que o cristianismo tem para defender seus princípios. Não fosse isso, o comunismo seria a ordem de domínio mundial implacável. Quero aqui colocar uma forma de resistência impressa pelo cristianismo contra a revolução marxista. Não é apenas ela, mas entendo que é a principal.

Refiro-me à família aos moldes judaico-cristãos, visto que ela constrói os pilares de moralidade e ética nas pessoas. Esses pilares sustentam valores como respeito à propriedade privada, hierarquia, ordem e moral. Uma vez aprendidos tais princípios, os cidadãos acabam por reprovar as lógicas comunistas, como, por exemplo, a retórica de Paulo Freire que afirma, em seus escritos na “Pedagogia do Oprimido”, que “As relações pais-filhos, nos lares, refletem, de modo geral, as condições objetivo-culturais da totalidade de que participam. E, se estas são condições autoritárias, rígidas, dominadoras, penetram nos lares que incrementam o clima da opressão”.

Entende-se que o indivíduo moldado aos valores cristãos, em regra, não vê justificativa no ato de assassinar opositores, como o mesmo Paulo Freire afirma na mesma obra – que, para criar vida (leia-se realizar a revolução), o assassinato é justificável. Tampouco acha normal que a sociedade deva ser dividida em castas ou classes. E que crimes possam ser aceitáveis desde que sejam cometidos em nome da revolução.

Por isso, cenas como invasão de missas e cultos, posts ofensivos ou mesmo campanhas de revolução cultural contra as religiões cristãs ainda serão comuns no Brasil, que continua aceitando organizações criminosas como partidos políticos.

O fato é que os cristãos já sabem que o cristianismo jamais será destruído. Por isso, eles sempre estarão atentos contra os ataques dos cretinos que investem contra.

Não roubar, não assassinar, honrar pai e mãe, amar a Deus sobre todas as coisas, não adulterar e não ter outros deuses diante d’Ele sempre serão princípios defendidos por aqueles que repudiam a esquerda revolucionária.

 

 

Davidson Oliveira, para Vida Destra, 17/02/2022.
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