A implosão da candidatura do ex-presidiário

Lula teve suas condenações anuladas pelos seus capangas do STF, com o incrível argumento de erro de CEP. Sim, o STF sempre teve certeza de que a Justiça covarde e aparelhada do Brasil não teria moral nem pulso para dar andamento às investigações da Lava-Jato, que iam em direção a Lula e sua quadrilha.

Esse erro de cálculo levou a Suprema Corte a fazer o maior malabarismo jurídico da história do mundo. Procuraram todas as desculpas esfarrapadas e tiveram a audácia de mudar o entendimento já pacificado sobre prisão em segunda instância, a fim de fazer o supremo favor ao condenado em três instâncias, dezenas de juízes e cortes superiores.

Agora estamos vendo um ser virtual aparecendo em lives, em entrevistas e em ambientes fechados, controlados por marqueteiros, para tentar apagar a imagem de ladrão, corrupto e mentiroso que já se fixou na silhueta desse ser incapaz de administrar os próprios bens, que, aliás, são em sua maioria presentes generosos de amigos caridosos.

Não tendo coragem de encarar o povo que assaltou, Lula está rigorosamente em prisão domiciliar, se encerrando em seu palácio de luxo e saindo somente sob forte esquema de segurança armada (a propósito, armados com armas de grosso calibre e não com livros e flores), parecendo ter medo de inimigos imaginários que supostamente o agrediriam em qualquer esquina; não sabendo ele que seus opositores são pessoas de bem, pais e mães de família, idosos, cadeirantes, “tias do zap” e demais brasileiros de bem que, ao contrário de Lula, não seriam capazes de surrupiar qualquer bem ou valor de outrem.

Os frutos da roubalheira estão sendo colhidos, e isso é só o começo. Creio que Lula terminará sua miserável vida correndo do povo que assaltou, restando-lhe somente contar com o apoio das prostitutas do consórcio, outrora conhecido como imprensa, com suas realidades paralelas, divulgando pesquisas que, de tão fantasiosas, acabam nos divertindo muito.

O ministro Luiz Edson Fachin demonstrou, recentemente, o que parece ser algo próximo de uma manobra ou movimento suspeito, pedindo aos prováveis observadores internacionais, convidados para acompanhar o processo eleitoral brasileiro de 2022, que, tão logo saibam do resultado das eleições, reconheçam e divulguem internacionalmente o vencedor. Essa pressa parece ser um ato para criar uma narrativa internacional de golpe, caso o resultado seja manipulado a favor do bêbado comunista, por Fachin admirado.

Enquanto isso, Lula faz o movimento “Joe Biden” de não colocar a cara na janela, aguardando uma possível fraude, já encaminhada, contando com as urnas de vontade própria, que Brasil, Butão e Bangladesh usam.

Vemos o consórcio, os militantes, os “gatos pingados” das vergonhosas “superproduções sem público”, onde Lula aparece com todo o aparato de construção de mais um Lula, desta vez o honesto e redimido, talvez o “injustiçado”, se regozijando com o sucesso de atos públicos controlados, inclusive com lista de inscritos, que depois são amplamente divulgados pelos meios lulistas de comunicação.

Continuamos desafiando Lula a fazer o teste das ruas. Não precisa ser na Avenida Paulista. Basta fazer qualquer ato ao ar livre, com garantia do direito de qualquer cidadão participar, sem ter que comprovar filiação partidária ou simpatia ao ladrão de nove dedos.

A prisão domiciliar de Lula mostra que o brasileiro não suporta a cara deste meliante, nem sua voz rouca vociferando ódio e autoritarismo, com seus desejos de censurar opositores e transformar o Brasil em uma Venezuela ou Argentina. Ele continuará preso em casa, quietinho, com medo de suas vítimas. Seus eleitores dividem-se em três categorias: os militantes apaixonados, uma minoria ridícula; os desinformados, humildes, à espera do milagre que Lula promete desde os anos 1980; e os canalhas, ricos, que encontram no ex-presidiário a chance de voltarem a ter ganhos bilionários com a regulação estatal que o Presidente Bolsonaro vem implodindo aos poucos.

Lula é isso: uma fraude muito mal montada e que se vê no desespero de já ter atingido o topo das possibilidades de votos, mas que tenta, a todo custo, fazer com que a população acredite que está com 349% das intenções de voto.

Sabemos que a biologia não permitirá muito tempo para que Lula pague pelos seus crimes (e Alckmin também sabe muito bem disso), mas a esperança é de, um dia, vermos aqueles que mudaram a lei para salvar seu “patrono” pagarem pelas fraudes jurídicas que cometeram em favor deste personagem que envergonha os brasileiros e esfrega na cara do povo que o crime compensa.

 

 

Davidson Oliveira, para Vida Destra, 16/06/2022.
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