Atualização:
Palavras como: Esquerdofrenia, e suas derivadas como esquerdofrênica, esquerdofrênicos e suas variantes, foram inventadas/criadas pelo nosso amigo da direita @WJuniorMetal enquanto debatia em um grupo do Twitter, e o mesmo teve a idéia de agrupar ESQUERDISTA+ESQUIZOFRÊNICO .
Em pouquíssimo a expressão e suas variantes se alastraram pelas buscas do Google e em Tweets (twitter), mesmo sendo de domínio público, cabe a nós do Vida Destra mostrar os verdadeiros fatos e dar seus verdadeiros créditos, além de sempre abrirmos espaços.


 

Regurgitada de adeptos, a doença da década se tornou orgânica.

 

Quando a esquizofrenia foi diagnosticada, ainda sob perspectivas médicas a partir de diagnósticos em pacientes com constantes transtornos de perturbação mental, que não possuíam capacidade de discernimento e distinção entre o irreal e o real, quaisquer comportamentos cercados de confusões mentais ensejavam novas pesquisas, e, daí em diante, foram descobertos alguns fatores a respeito da doença: não ter cura é um deles.

No entanto, o que nenhum PhD em Medicina de Harvard ou Yale poderia prever é o surgimento de uma nova categoria emergente da condição, cujo nome entitula o artigo: a esquerdofrenia; nesta última, os pacientes não se interessam por tratamento, pois, suscetíveis às fantasias submetidas, aparentam prazer e realização sobre aquilo que os personificam: a imaginação. Poderíamos enquadrá-los num quadro de “Síndrome de Peter Pan”, afinal, a superação da infância para a entrada na vida adulta é inibida por um processo de involução da espécie e degradação mental em detrimento ao desenvolvimento corporal e circunstancial. A esquerdofrenia, porém, ao contrário de sua categoria antecessora, é endêmica e gradativamente aceita nas mais diversas esferas (leia-se: do campo acadêmico às calçadas das ruas), ora, pois, o seu charme está na aplicação frequente de doses da ignorância em virtude da sua sustenção social.

O paciente esquerdofrênico apresenta instabilidades descomunais de caráter, desvios da ordem pública e achocalhamento na vida privada. Possuem desdém maior que noção, juízo menor que razão e coração em supérflua versão. Acima de tudo e abaixo de toda escória social, ou seja, seu alicerce, o paciente em questão, aferente do despeito ao bom-senso, faz questão de vangloriar seu atestado mental como um diploma rústico e poderoso na parede branca do seu quarto escuso.

Contudo, ao passo em que somos apresentados aos riscos da doença, tornamo-nos iscas intrínsecas para a propagação da praga, já que a permissibilidade e permeabilidade propiciadas pelas nossas idiossincrasias democráticas dá vazão aos discursos antagônicos e platônicos dos doentes terminais, que, por suas vezes, entre jargões e obviedades, introduzem loucuras nocivas numa deturpação visual da palavra RESISTÊNCIA.

Para finalizar, é imprescindível que evitemos ouvi-los mais que aos seus gritos e indispensável que permitamos gritá-los. Para toda uma insanidade há uma camisa de força, aliás, para esta em particular, a internação é a sua exposição à realidade, que lhe trará, senão uma injeção de realismo, um milagroso clarão intelectual.

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