Nesta série de artigos, sempre publicados às quintas-feiras, analisaremos a obra: Como ser um conservador, do filósofo e escritor inglês Roger Vernon Scruton, que faleceu em 12 de Janeiro de 2020. Acesse o sumário neste link, não se esqueça de colocar o mesmo nos seus favoritos. Lembrando que os títulos e subtítulos podem não ser iguais aos existentes no livro. Sem mais delongas, aproveitem!

 

Entenda o Nacionalismo e suas verdades – Parte IV

 

Entendemos no artigo anterior, o motivo pelo qual as democracias atuais precisam de um “nós” nacional, e não um “nós” religioso ou étnico.

Só é possível existir, conceber ou firmar um Estado-nação, através dos acordos firmados e soluções conciliatórias obtidas, após muitos conflitos, entre pessoas que falam a mesma língua e vivem próximas. Esse comum acordo possibilita que possam ser respeitadas leis e territórios.

Devemos levar a sério os nossos semelhantes, como pessoas com o igual direito de proteção, e por quem devemos ser requisitados em momentos de crise para enfrentarmos os perigos mortais e de instabilidade.

É importante lembrar que, até que as pessoas se identifiquem com o país, com o território e com a herança cultural, não haverá uma política de solução conciliatória. A história está aí para provar essa questão, e o Estado fracassa diante do primeiro golpe sério, como aconteceu na antiga Iugoslávia, Síria, Somália, Nigéria e outros.

No próximo artigo falaremos sobre a inutilidade da Sharia, que alguns grupos islâmicos cultuam.

 

 

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Nunes, para Vida Destra, 18/03/2021
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Fábio Paggiaro
7 meses atrás

Muito bom, Nunes. Em poucas palavras levanta uma série de questões para refletirmos.