• Quais os valores que estamos defendendo?
  • Quais as pautas que estamos levando em consideração na hora de decidir o nosso voto?
  • Somos patriotas, conservadores, Bolsonaristas e de direita mesmo? 

Faço as perguntas acima apenas para embasar meu raciocínio, logo abaixo.

Tenho visto muitas pessoas que ainda não entenderam o que realmente está em jogo nessa eleições de 15 de novembro próximo. Não entenderam que tudo aquilo que desejávamos ao votar e eleger o presidente Bolsonaro e tudo que ele representa, pode se fortalecer e muito após 15/11.

Pode se fortalecer se nós entendermos que a jornada para desconstruir tudo que a esquerda levou décadas implantando não será uma tarefa fácil, de curto ou médio prazo. 

Levaremos as mesmas décadas para reverter todo o estrago do politicamente correto, da “corruptocracia”, dos maléficos efeitos da doutrinação ideológica nas escolas e universidades, do aparelhamento do judiciário, da inserção gigantesca de militância esquerdista nas mais diversas áreas e setores do governo federal, da cooptação da mídia às expensas do erário público e também por alinhamento ideológico dos canhotos que infestam as redações de todos os meios de comunicação e tantas outras mazelas que somos obrigados a suportar como herança maldita dos esquerdistas que ocuparam a presidência após a saída do Presidente João Figueiredo.

Tenho visto que muitos amigos, patriotas que, como eu, tanto desejam essa desconstrução, seguindo um caminho que demonstra de maneira inequívoca uma leitura distorcida e apressada das circunstâncias que envolvem o jogo político. Em tempos de reconstrução, não podemos nos dar ao luxo de buscar um Jair Bolsonaro para cada cidade deste país, quem dera isso fosse possível. O que precisamos entender é que, na falta de outros JBs país afora, precisamos pensar não apenas no melhor, mas também no que pode ser menor pior para esse projeto de reconstrução do país. 

Isso não acontecerá da forma ideal que tanto gostaríamos e desejamos; infelizmente o caminho é muito longo e as ferramentas que dispomos podem não ser aquelas com as quais sonhávamos. Como diz um amigo que tenho: “É o que temos para hoje”.

A esquerda levou muito tempo se preparando para chegar ao poder e colocar em prática aquilo que crê e defende. A direita conservadora chegou agora, está se preparando gradativamente e meio que “trocando o pneu com o carro em movimento” nessa guerra insana contra o establishment.

Nas eleições municipais deste ano teremos mais uma oportunidade de fortalecer esse projeto de reconstrução liderado pelo Presidente Bolsonaro. Não adianta buscarmos nomes 100% ideais neste momento de renovação política, teremos que resignadamente optar por aqueles que representem o menor dano possível ao projeto como um todo. O mais importante neste momento é somar forças para dar ao nosso presidente a maior base de prefeitos e vereadores alinhados com ele ou que (pelo menos) não sejam inimigos declarados ou aparentes por seus respectivos históricos políticos. Não dá para acertar em todos os casos, mas é perfeitamente possível minimizar os danos votando com essa consciência do projeto a longo prazo.

Por exemplo: Se não temos aquele “candidato dos sonhos” em nossas cidades, que pelo menos possamos nos unir e trabalhar para não permitir a vitória daqueles que são explicitamente uma ameaça ao projeto. Existem vários cidades onde é mais importante VOTAR CONTRA para impedir uma vitória dos inimigos declarados do que votar a favor daquele que achamos o melhor, mas essa é uma visão que poucos se dispõe a aceitar; sei bem como isso é real no dia a dia.

Tenho caminhado por toda a cidade do Rio e tenho visto como a direita conservadora ainda tem muita dificuldade em compreender tudo isso e pensar a longo prazo para fortalecer esse projeto que passará pela reeleição do Presidente Bolsonaro em 2022. 

Muitos acham que será “moleza, galho fraco ou barbada” reelegê-lo para mais quatro anos de mandato. 

Lamento muito dizer, mas se não fizermos a nossa parte agora, poderemos dificultar muito a tarefa de reeleger o melhor presidente da república de toda a história deste país.

Mudar as bases nos municípios, retirando com o voto útil aqueles que são os maiores obstáculos ao governo federal, precisa ser a nossa prioridade.

Não adianta votar no seu ideal se esse seu ideal não tem chances reais de derrubar aqueles que são inimigos declarados do Presidente Bolsonaro.

Repito: Precisamos pensar a longo prazo e isso pressupõe diminuir danos ao projeto. Seu candidato ideal não tem chances reais? Pense em evitar o dano maior.

Vou utilizar apenas um exemplo: Em São Paulo, a maior cidade do país, o que é mais importante para o projeto de fortalecer a base do Presidente Bolsonaro a longo prazo? Derrubar e interromper uma sequência de governos do PSDB e enfraquecer politicamente o maior inimigo declarado do Presidente Bolsonaro ou dividir votos entre vários candidatos sem chances reais e isso acabar facilitando mais uma vitória tucana?

Podem chamar de voto útil ou não, mas eu acho melhor pensar a longo prazo e em como isso irá fortalecer o nosso Presidente em 2022. Quero ver o meu país livre das garras imundas da esquerda, livre dos Dórias, Maias e Alcolumbres, livre dos efeitos maléficos da presença em liberdade do maior criminoso cachaceiro da história deste país.

Quero reeleger Bolsonaro em 2022 e farei tudo que estiver ao meu alcance para torná-lo ainda mais forte para essa disputa. Não medirei esforços para conscientizar o maior número possível de pessoas da real necessidade de votarmos com inteligência, pensando no futuro e não apenas no agora, a curto prazo.

Que possamos fazer a nossa reflexão pessoal e chegar a uma conclusão óbvia para todo conservador de direita: Ou fortalecemos Jair ou Já era a nossa chance!

Só estou emitindo a minha opinião. Discordar dela ou não, é escolha de cada um e eu respeito isso! 

 

Liomar de Oliveira, para Vida Destra, 26/07/2020.
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Edna
Edna
1 ano atrás

Só estou emitindo a minha opinião. Discordar dela ou não, é escolha de cada um e eu respeito isso!

?concordo com vc, excelente artigo ????????

Justiceiro Solitário
1 ano atrás

Excelente artigo, Liomar! Concordo em gênero, número, e grau (e assino embaixo)! Disse tudo!

Em se tratando de eleições, eu já escrevi um artigo que é praticamente sinônimo do seu. Veja: https://vidadestra.org/a-importancia-das-eleicoes/

Nunes
Admin
1 ano atrás

É hora da direita se unir e trabalhar com inteligência

Victor M Costa
Victor M Costa
1 ano atrás

Aula, mas que isso só desenhando e explicando o desenho .