A COP 26, seus personagens e objetivos

 

A COP 26 é mais uma daquelas reuniões feitas entre os líderes mundiais para deixarem gravados seus discursos ideológicos e obterem os holofotes do “consórcio” que outrora chamávamos de imprensa.

Vale destacar algumas presenças de pessoas que, de fato, são “importantíssimas” para o futuro do planeta, como Greta Thunberg e Leonardo Di Caprio, que provavelmente foram até a Escócia remando pequenos barcos, ecologicamente corretos, para não causarem poluição. Sim, imagine…Eles jamais iriam de navio ou de avião… Como poderiam? São ícones da luta contra as mudanças climáticas!

Não me preocupa analisar discursos de líderes mundiais ou fantoches e marionetes do globalismo. Me deixa muito mais assustado a ideia de que exista alguém que leva um evento desse a sério. É notório que não há a mínima preocupação com clima ou com desmatamento, visto que o próprio continente que recebe o evento tem quase a sua totalidade de florestas nativas desmatadas. Além disso estamos presenciando um movimento que visa tomar de assalto sobretudo os mais jovens, presas fáceis para discursos almofadados de ecoglobalistas e ativistas que deveriam estar na escola dadas as suas idades pueris.

O forte apelo cultural, imposto pela pauta, torna o evento ainda mais desmerecedor de qualquer crédito. O uso de índios brasileiros ligados à esquerda, as falas de subcelebridades, os surtos de burocratas sedentos pelas riquezas das nossas florestas, fazem parte de uma embromação fajuta, notoriamente preparada para atacar inimigos do globalismo. O jornalista Augusto Nunes, da Jovem Pan, chega a fazer um convite simbólico para que os líderes mundiais e as personagens folclóricas que usam o evento de palanque para criticar o Brasil pudessem fazer um sobrevoo na Floreta Amazônica para comprovarem a distância entre seus discursos e a realidade. Ainda sugere que alguns deles sejam soltos a poucos quilômetros das margens para ver se encontram uma clareira ou a saída.

Qual é a lição a ser tirada de eventos como esse? Veja o (suposto) objetivo da COP 26:

Para essa conferência, 200 países deverão apresentar seus planos de corte de emissões até 2030. Todos eles concordaram em 2015 em promover mudanças para manter o aquecimento global “bem abaixo” de 2°C acima dos níveis pré-industriais – e tentar atingir 1,5°C – para evitar uma catástrofe climática.

Isso é conhecido como Acordo de Paris, e significa que os países têm que continuar fazendo cortes maiores nas emissões até chegar à neutralidade nas emissões de carbono em 2050.” Confira a matéria neste link.

A contagem regressiva para acusar o Brasil de ser o maior desmatador já foi aberta há tempos. Outra área atacada é o agronegócio. A próxima é a indústria automobilística e a de produção de combustíveis. Eles já entenderam que o Brasil é candidato a ser uma das grandes potências mundiais. Nosso país é uma pedra no sapato de muitos líderes mundiais mancomunados numa redoma globalista. Não se assuste se dessa conferência fajuta saírem diretrizes para afundar nossa nação na maquiagem ideológica de “grande nação verde”, com território e povo suficientes para ser uma grande potência, porém com nossa gente comendo capim e abrindo mão de nossas terras agricultáveis em nome de uma agenda mentirosa, movida por burocratas infanto-juvenis e milionários sedentos de poder e lucro.

É importante ficarmos atentos. Não somos contra preservação e tampouco apoiamos os poluidores mundiais, como a China, mas devemos ensinar aos jovens que pessoas mal intencionadas usam qualquer pauta, inclusive a mais pura, para obter exclusivamente o poder e o controle social. Basta olharmos para as covardias que estão acontecendo em nome da ciência e da vida na pandemia.

Brasileiros, permaneçam em estado de atenção! O cerco está se fechando! Estão querendo nossas terras e nossas riquezas!

 

 

Davidson Oliveira, para Vida Destra, 04/11/2021.
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Crédito da Imagem: Luiz Jacoby @LuizJacoby

 

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Luiz Antonio Santa Ritta
Luiz Antonio Santa Ritta(@luiz-antonio-santa-ritta)
1 mês atrás

Neste extraordinário art. de @DavidsonDestra sobre o Meio Ambiente na pauta ideológica, podemos afirmar q os R$ 150 bi prometidos pelos países ricos na COP-21, de Paris, foi apenas um sonho de primavera do Brasil. Agora, a bola da vez é combater o gás metano, culpa do gado. O resto é muito blá blá blá da pirralha e da indigenista de araque de Rondônia.