Quem tem um mínimo de senso crítico e de conscientização política sabe muito bem que o socialismo é um sistema fracassado (ou seja, nunca deu certo em nenhum país do mundo). A própria história da humanidade provou e comprovou isso milhões de vezes. Em outras palavras: não há, em sã consciência, nenhuma razão plausível para defender algo que não deu nenhum resultado positivo onde foi experimentado.

Infelizmente, o Brasil, nesse sentido, parece caminhar na contramão da história. Tanto que ainda há, dentro do nosso país, muitas pessoas que se deixam iludir pela mentira de que um dia irão viver no tão sonhado “paraíso” que o socialismo promete oferecer a todos. Esse suposto “paraíso” seria a tão propagada “igualdade”, uma sociedade perfeita (como os esquerdistas fazem questão de dizer, “sem oprimidos nem opressores”).

Em parte, os esquerdistas até que têm uma certa razão: existe realmente a “igualdade” entre as pessoas nos países socialistas. Mas esta “igualdade” é somente no meio do povo comum, onde todos sofrem com a fome, a pobreza, a miséria, as doenças, e a morte. Enquanto isso, os governantes desses mesmos países vivem uma vida rodeada de total riqueza e luxo (em contraste com a maioria do povo). Não é um paradoxo em relação ao que o próprio socialismo tanto apregoa (a sociedade perfeita)?

A nossa educação, que deveria ser uma ferramenta para esclarecer o povo, infelizmente foi dominada pela esquerda com o intuito de enganar ainda mais as pessoas sobre o socialismo. Os esquerdistas, agindo assim, fazem exatamente como disse o ex-ministro Rubens Ricupero: “O que é bom, a gente mostra; o que é ruim, a gente esconde”. Não é o que acontece atualmente na maioria das nossas escolas e universidades?

Mas, apesar dos pesares, ainda há esperança. De vez em quando, aparecem algumas luzes no meio dessas trevas. Isso prova que podemos ser libertos desse engano esquerdista da suposta “perfeição” do socialismo. O episódio que vai ser relatado a seguir prova que ainda há pessoas que defendem a verdade, mesmo que esta seja dolorosa para todos. Sem mais delongas, vamos ao que realmente interessa (para que o povo seja devidamente esclarecido).

Em uma experiência prática na sala de aula, um professor conseguiu comprovar que o socialismo não funciona. Eis como foi este caso:

Um professor de economia em uma universidade americana disse que, em toda a sua vida, nunca havia reprovado um único aluno. Mas, certa vez, teve que reprovar uma classe inteira.

Quando perguntaram a ele a razão disso, ele contou que esta mesma classe havia insistido que o socialismo realmente funcionava: com um governo assistencialista intermediando a riqueza, não haveria mais ninguém rico e nem ninguém pobre, ou seja, todos (teoricamente) seriam iguais.

O professor, então, sugeriu: “Muito bem. Já que vocês fazem tanta questão de defender esta idéia, vamos fazer uma experiência socialista com a turma: ao invés de dinheiro, usaremos as notas das provas”. A experiência seria assim: todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e, portanto, seriam “justas”. Deste modo, todos os alunos receberiam as mesmas notas, o que, teoricamente, significava que não haveria ninguém reprovado (assim como também não teria ninguém recebendo nota “A”).

Quando foi aplicada a primeira prova, e após ter sido calculada a média de toda a turma, todos receberam “B”. Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado (afinal, conseguiram “passar”).

Quando houve a segunda prova, os preguiçosos estudaram ainda menos (eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma). Já aqueles que tinham estudado bastante no início achavam que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Como resultado, a média foi um “D”. É evidente que toda a turma não gostou nem um pouco.

Depois da terceira prova, a média geral da turma foi um “F”. As notas não voltaram a patamares mais altos, mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados, e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por “justiça” dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações. Inimizades passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, não havia mais ninguém querendo estudar para beneficiar o resto da sala. Com isso, todos os alunos tiveram que repetir aquela mesma matéria (para surpresa de todos)…

Quando a turma inteira quis saber por que todos foram reprovados, o professor explicou: “A experiência socialista falhou por uma razão muito simples: quando a recompensa é grande, o esforço pelo sucesso individual é grande. Mas quando são eliminadas todas as recompensas ao tirar o mérito de quem tem para dar aos que não batalharam para ter, então não vai mais ter ninguém tentando se esforçar (e nem tampouco a fim de dar o melhor de si). Simples assim”.

Concluindo, o que o professor deixou claro em relação ao socialismo foi o seguinte:

• Você não pode levar o mais pobre à prosperidade apenas tirando a prosperidade do mais rico;

• Para cada pessoa que recebe de graça (sem trabalhar), há uma outra pessoa trabalhando de graça (sem receber);

• O governo não vai conseguir dar nada a ninguém, a não ser tomando de outra pessoa que se esforçou para adquirir o que tem;

• Ao contrário do conhecimento, é impossível multiplicar a riqueza tentando dividí-la;

• Quando metade da população perceber que não precisa trabalhar (já que existe a outra metade da população para sustentá-la), e quando esta outra metade entender que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade (que não trabalha), então teremos chegado ao começo do fim de uma nação.

Na verdade, o socialismo é totalmente injusto: diz ser igualitário, mas, na verdade, promove uma desigualdade. Além disso, premia a quem não merece, cria um parasitismo perpétuo para alguns, e não recompensa quem realmente se dedicou ao trabalho.

É justo eu trabalhar com muito sacrifício durante 30 dias no mês para receber o meu salário, enquanto uma outra pessoa que não fez absolutamente nada durante esse mesmo período de tempo também se ache no direito de receber de mão beijada o que eu batalhei para ganhar? E onde fica a valorização do meu esforço?

A verdade tem que ser dita: o socialismo estimula o comodismo, o parasitismo, a preguiça, e a vagabundagem! Quem quiser comer, tem que trabalhar! É como diz a Bíblia:

“Comerás o teu pão com o suor do teu rosto” (Gênesis 3:19)

“Vai ter com a formiga, ó preguiçoso; olha para os caminhos dela, e sê sábio. Pois ela, não tendo chefe, nem guarda, nem dominador, prepara no verão o seu pão e na sega ajunta o seu mantimento. Ó preguiçoso, até quando ficarás deitado? Quando acordarás do teu sono?” (Provérbios 6:6-9)

“Se alguém não quiser trabalhar, não coma também” (2 Tessalonicenses 3:10)

Que esta mensagem desperte muitos que ainda estão cegos pelas mentiras do socialismo!

 

Justiceiro Solitário, para Vida Destra, 26/7/2020.
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Nunes
Nunes(@nunes)
Admin
1 ano atrás

Bom dia. Excelente artigo Justiceiro

Nunes
Nunes(@nunes)
Admin
Reply to  Nunes
1 ano atrás

Cabe salientar que os comunistas/socialistas vivem em uma bolha, mais do que ideológica. Então com certeza, não lerão este artigo.

Sander Souza
Sander Souza(@sanderjp)
1 ano atrás

Parabéns por mais um excelente artigo!

Marlei
Marlei
1 ano atrás

Essa matéria é para ser guardada em nossas mentes e quando necessário for, lançarmos mão para esclarecer outras pessoas.

Nelson
Nelson
1 ano atrás

Esclarecedora e com excelentes argumentos. Parabéns.

Helton Paulo
Helton Paulo
1 ano atrás

Muito claro e didatico, o problema maior são os que fazem de conta que dará certo.
Meritocracia.