A CIÊNCIA POLÍTICA

Nunca na história deste país um medicamento foi tão politizado como nos casos da Hidroxicloroquina e da Ivermectina. Com a pandemia, tanto nos EUA quanto no Brasil, inaugurou-se uma verdadeira “ciência política”. É óbvio que não estou falando daquele campo das ciências sociais que estuda as estruturas de poder, mas de uma ciência que está sendo constantemente politizada em meio à guerra ideológica da esquerda contra os conservadores. É a ciência deles, bem particular!

Quem ler desprovido de senso crítico as matérias da Folha de São Paulo, Veja, UOL, Isto é, Estadão e a maioria dos jornais e revistas ligadas a esta grande oligarquia jornalística sobre o tratamento precoce, logo se convencerá de duas coisas: não há evidência alguma para o tratamento precoce e quem insistir nisso é anticientífico. O que eu estou afirmando é de fácil constatação, basta utilizar o mecanismo de busca do Google com o nome Cloroquina, que você encontrará algumas expressões que se tornaram quase um mantra em todas as matérias destes jornais ao se referirem ao tratamento com a Hidroxicloroquina: “sem evidencia científica”, “sem eficácia”, “sem comprovação científica”.

Mas como já demonstramos na primeira parte deste artigo, há boas razões científicas para acreditarmos no tratamento precoce e na eficácia dos medicamentos que são utilizados no protocolo deste tratamento. Portanto, se há diversos estudos científicos atestando a eficácia dos medicamentos, quer seja na profilaxia (tratamento precoce) ou no tratamento preventivo, por que então há uma oposição beligerante de certos setores da mídia, da classe política e médica contra o tratamento precoce? A única resposta óbvia é que não se trata de ciência baseada em evidências, mas de pura política, ou melhor, da “ciência política”.

TUDO DEPENDE DE QUEM ESTÁ FALANDO

O ponto nevrálgico da questão não repousa sobre a ausência ou não da eficácia ou mesmo da presença de eventuais efeitos colaterais nocivos, como desonestamente a mídia muitas vezes propaga, mas é porque tais medicamentos não foram oferecidos primeiramente por algum político da esquerda.

Como a Cloroquina foi o medicamento propagandeado pelos presidentes Donald Trump e Bolsonaro, assumidamente conservadores, a guerra, que já tinha sido deflagrada com a eleição de ambos, tornou-se mais renhida na pandemia com novas narrativas, novas táticas e novas armas. Há diversos vídeos na internet que mostram personalidades assumidamente de esquerda dizendo que a pandemia era uma oportunidade para a revolução. Por exemplo, o ex-presidente e ex-presidiário Lula disse que foi bom que a natureza tenha criado o monstro do Coronavírus, pois, segundo ele, existem algumas crises que somente o Estado pode resolver. Mais explícita ainda foi a atriz e ativista de esquerda, Jane Fonda que, sem escrúpulo algum, afirmou que o vírus era um “presente de Deus para a esquerda”.

Nos EUA, depois da posse de Joe Biden, não se OUVE mais falar em caos; a mídia cessou seus ataques, o pânico diminuiu. Não há mais relatos diuturnamente de casos de mortes, picos de contaminações ou falta de vacinas. Milagrosamente, a contaminação está diminuindo.

Pelo visto, Biden deve ter alguma varinha mágica que trouxe o equilíbrio para o caótico EUA. Incrível!

É claro que não há nada de mágica nisso tudo. O que presenciamos nos EUA foi apenas o alinhamento de poderes do Sistema. O candidato do Establishment ganhou, e o status quo será mantido. Portanto, não faz mais sentido a mídia continuar mantendo a guerra de narrativas como era no governo Trump. Com um governo de esquerda no poder, nada justifica grupos terroristas, tais como Antifas e Black Lives Matter, continuar impondo o caos social e a violência.

Nessa pandemia, caos e cosmos não dependem tanto da realidade, mas da narrativa que se cria a partir da interpretação ideológica que se tem dela.

O PAPEL DA MÍDIA MILITANTE

Nessa guerra de narrativas a respeito do Tratamento Precoce, a mídia TEM um papel preponderante no pêndulo da balança. Quando uso o termo mídia me refiro principalmente aos jornais, revistas e telejornais dos grandes grupos de comunicação.

A mídia brasileira, desde 1964, é descaradamente um braço da propaganda socialista, ainda que seus donos sejam metacapitalistas. E na cartilha socialista não importam os meios empregados desde que o fim da causa seja atingido. Nesse processo, a população que ainda acredita na autoridade e na ética jornalística, se torna presa fácil da retórica editorial. A população não passa de uma massa que é constantemente moldada e transformada pela desinformação.

O aumento da desinformação e da oposição radical da mídia é proporcional à diminuição dos repasses financeiros do governo federal às grandes corporações.

Por exemplo, a Rede Globo, que em governos anteriores teve seus cofres inundados com dinheiro público, agora está definhando, precisa trabalhar para se manter. Ao invés de se reinventarem como manda o business world eles se fecharam no ódio e apostaram na oposição ferrenha. Os editoriais dos principais jornais e revistas utilizam meias verdades, quando não, a completa mentira como modelo de jornalismo moderno. Fake News virou método. Cabe aqui ressaltar que o termo fake news foi justamente empregado pela primeira vez por Donald Trump para identificar as mentiras da grande mídia contra o seu governo.

MANIPULAÇÃO, LOCKDOWN E TRATAMENTO PRECOCE

A apresentadora da Rede Globo Maju Coutinho recentemente causou comoção nacional com a frase “O choro é livre”. Por mais infeliz e repugnante que seja essa expressão dentro daquele contexto, não é a ela que pretendo recorrer como exemplo de desinformação, mas sim à frase que a antecedeu: “Especialistas são unânimes em dizer que essas são medidas [lockdown] indispensáveis agora para conter a circulação do vírus”, disse a apresentadora.

Essa frase traz no mínimo duas grandes falácias, imperceptíveis ao telespectador comum, mas que são importantíssimas no jogo da manipulação da linguagem.

A primeira é a generalização apressada – é uma técnica muito utilizada por jornalistas. Ela simplesmente apela a “especialistas” de forma geral.

A segunda decorrente dela é o apelo à autoridade.  As pessoas tendem a acreditar sem críticas quando autoridades são invocadas, nesse caso em particular, os “especialistas”, mesmo que mencionados de forma genérica. O especialista é o arquétipo moderno universal para o antigo mago, feiticeiro ou profeta das grandes religiões.

Mas vamos conceder a ela o princípio da presunção de inocência. Vamos supor que ela tivesse em mente alguns especialistas em particular, médicos e secretários do governo. Ainda assim não deixa de haver desinformação e consequente manipulação, já que sabemos muito bem como a emissora seleciona seus “especialistas”.

Isso é chamado de seleção arbitrária.  Essa é outra tática que passa despercebida pela maioria das pessoas que assistem TV. O jornalismo da TV Globo é bem conhecido por selecionar bem seus “especialistas” que curiosamente quase sempre têm um viés de esquerda. Tente lembrar dos “especialistas” em segurança pública que os programas da Globo levam para opinar sobre desarmamento ou violência policial. A maioria são ligados ao PT ou PSOL. Para discorrer sobre as medidas sanitárias, quase sempre o “especialista” é aquele que concorda com a narrativa defendida pela emissora. Quando não, o convidado que demonstra opinião contrária, é simplesmente silenciado ao vivo. Isso é manipulação na sua mais pura essência.

A Rede Globo, mas não só ela, é uma das grandes defensoras e propagadoras da política do “fique em casa”, “toque de recolher” ou do famigerado lockdown. É óbvio que isso possui interesses puramente econômicos, já que a emissora foi uma das grandes beneficiadas com o confinamento. Isso aumentou significativamente sua audiência que estava em queda antes da pandemia. Pessoas trancadas em casa são potenciais telespectadores. Mais telespectadores, mais pessoas manipuladas.

Mas a defesa de uma política de confinamento radical, sem eficácia e sem base científica alguma, também serve como arma na guerra ideológica contra o governo federal, que é um árduo crítico das restrições radicais. Então o lema é “Si el gobierno esta hablando, soy contra”.

Entretanto, não precisamos apelar a nenhum tipo de “especialistas” para constatar o óbvio. Basta usar o senso comum. Não é difícil perceber que os países que mais se isolaram e impuseram o totalitário lockdown, foram os mais castigados não só com uma propagação mais pesada do vírus, mas com a quebra de suas economias. Argentina, Brasil, EUA, Reino Unido são exemplos do que estou dizendo.

O caso é que essa unanimidade sobre o lockdown, como alegou a Maju, é falsa. No mundo inteiro as pessoas estão saindo às ruas para protestarem contra o lockdown. Uma realidade que a mídia brasileira esconde. Diversas pesquisas sobre o lockdown já demonstraram que ele é prejudicial. Estudos recentes, como o da Universidade de Stanford, estão desmascarando a cientificidade do lockdown e apontando que seus malefícios superam em muito seus superficiais e efêmeros benefícios.

Médicos contrários a tais medidas radicais já haviam alertado sobre a ineficácia deste método de combate ao vírus, mas foram tachados de negacionistas e cancelados nas redes sociais. Entretanto, mais cedo ou mais tarde, a verdade aparece. O exemplo do governador democrata de Nova York é um caso típico. Andrew Cuomo, depois de fechar a cidade e ver o número de casos explodir, veio a público dizer que não entendia o que estava acontecendo, pois 84% dos hospitalizados por causa do vírus estavam respeitando o “fique em casa”. Agora esse mesmo governador está sendo acusado de ocultar mortes de idosos em asilos. Um total de 13 mil idosos que “ficaram em casa” morreram infectados de Coronavírus.

Outro a fazer um “mea culpa”, bem fajuta por sinal, foi o secretário estadual de saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, que confessou publicamente ter sido um erro de gestão fazer o isolamento radical. Mesmo depois desta fala do seu secretário, o governo do Estado de São Paulo implantou restrições ainda mais severas. Está apostando no lockdown desde 2020, sem contudo ter resultados significativos na redução de números de casos de COVID-19. Mas é claro, eles estão seguindo a “ciência”.

Dennis Prager, fundador da Prager University, disse que “’seguir a ciência’ e ‘seguir os cientistas’ não é a mesma coisa”. E ele está certíssimo, mas parece que o establishment político, midiático e sanitário acredita piamente que ambos são equivalentes. Exemplos disso nós temos nas previsões apocalípticas do epidemiologista Neil Ferguson do Imperial College, que previu meio milhão de mortes no Brasil; o “Ferguson tupiniquim”, Átila Iamarino, dobrou a aposta e previu quase 1,5 milhão de mortes até agosto de 2020. O pior ficou por conta da irresponsabilidade da revista The Lancet, a mais antiga revista científica na área médica, que publicou um estudo completamente defeituoso contra a Hidroxicloroquina, que, por sua vez, foi a causa da suspensão dos testes da OMS com o remédio. Pasmem! O estudo foi fornecido por uma pequena editora americana inexpressiva em assuntos médicos e dois dos envolvidos no tal estudo nem médicos eram. As consequências foram trágicas, mas mostraram que não se deve confiar cegamente nos cientistas.

Cabe ressaltar que Neil Ferguson, apelidado de Senhor Lockdown, foi pego num escândalo, no qual quebrou suas próprias regras para encontrar com sua amante ativista social esquerdista. Já a The Lancet deixou claro quais são suas preferências políticas ao apoiar o então candidato Joe Biden para presidente. E o que dizer de Átila Iamarino? Átila virou colunista da Folha de São Paulo, oponente radical do governo Bolsonaro e garoto propaganda do TSE sobre fake news!

A questão da propaganda em prol de uma medida política sem base científica nenhuma já ultrapassou a mera manipulação midiática. Em alguns casos, tampouco se trata da falácia do apelo à autoridade dos “especialistas”, mas de pura corrupção. Alguns países, como a Alemanha, desceram ao nível mais baixo ao ponto de subornar cientistas para produzir justificativas “científicas” em prol de uma certa agenda política do lockdown, como foi o caso da Alemanha de Ângela Merkel.

O escândalo veio à tona quando foi vazado para a imprensa um documento que mostra como o secretário de Estado do Ministério do Interior, Markus Kerber, encomendava aos cientistas a criação de um modelo “cientifico” para justificar o lockdown radical imposto anteriormente pelo governo. No estudo fabricado, foi oferecido um cenário onde um milhão de alemães poderiam morrer se não obedecessem às ordens do governo alemão baseadas na “ciência política”.

A ESQUERDA E SEU DESPREZO PELO POVO

A frase atribuída a Abraham Lincoln “Pode-se enganar a todos por algum tempopode-se enganar alguns por todo o tempo; mas não se pode enganar a todos todo o tempo” é muito verdadeira dentro do contexto atual. Se eles não conseguem manipular todos a todo o tempo por meio da mídia, principalmente em épocas de redes sociais, o jeito é apelar para a guerrilha do Judiciário. Aliás, o aparelhamento do Judiciário no Brasil, começando pelas faculdades de direito, é algo espantoso. Nessa luta do vale-tudo pela desinformação contra o tratamento precoce e em prol do lockdown, os partidos de esquerda estão sendo protagonistas.

O PSOL e o PT estão entrando com ações na justiça em várias cidades para impedir que a população mais carente receba o tratamento precoce. Em Porto Alegre, o PSOL entrou com ação para proibir a distribuição de medicamentos. O juiz Eugenio Couto Terra deu o veredito favoravelmente alegando falta de comprovação científica dos medicamentos. Um dos autores da petição, o vereador Robero Robaina (PSOl) disse que “O bolsonarismo de Sebastião Melo foi derrotado na Justiça”. Entretanto, nas redes sociais do Juiz podem ser observados posts com a foto de Marielle e um curioso logo “juiz antifascista”. Foi esse juiz totalmente “isento” que passou por cima da Secretaria de Saúde e deu causa ganha ao PSol, baseado é claro, na “ciência”.

Enquanto escrevo estas linhas recebo a notícia de que PT e PSOL entraram na justiça contra o tratamento precoce na cidade de Sorocaba-SP, alegando falta de comprovação científica.

POR QUE ELES SÃO CONTRA O TRATAMENTO PRECOCE?

A resposta a esta pergunta é bem simples: eles sabem que funciona. Caso contrário, a lógica utilizada seria bem diferente. Ora, se o tratamento precoce não tem eficácia ou comprovação científica como dizem, seria uma oportunidade única deixar o Governo Federal insistir nesse suposto erro e esperar seus planos irem por água abaixo. Essa seria a posição mais sensata para derrubar e desmoralizar Bolsonaro perante a população e melar sua reeleição, que é o fetiche da esquerda no momento.

Mas então por que essa guerra do cancelamento? Por que as Big Techs cancelam vídeos e até canais daqueles que são a favor do tratamento precoce? Por que partidos de esquerda desesperadamente estão judiciando tudo e a todos que adotam o tratamento precoce? Por que criar pesquisas fraudulentas como as de Manaus, que levaram 11 pacientes a óbito com doses erradas de Cloroquina?

A mídia constantemente inventa mentiras para desacreditar o tratamento precoce. Recentemente alguns jornais noticiaram o caso de dois gêmeos que alegadamente haviam feito o tratamento e mesmo assim vieram a óbito. Mas quando lemos a reportagem completa, observamos que os remédios que eles tomavam não faziam parte do protocolo. Faltava Ivermectina e Hidroxicloroquina, remédios indispensáveis na profilaxia.

E o que dizer das Big Pharmas com a influência financeira cada vez maior dentro das federações de medicina e até de revistas de estudos científicos? Estas grandes corporações farmacêuticas são as mesmas que estão produzindo medicamentos de alto custo e vacinas contra a COVID-19 e criticando os remédios usuais no tratamento precoce. Algumas federações médicas estão proibindo seus médicos de prescreverem o tratamento precoce aos seus pacientes. Quando vamos buscar a razão disso, ficamos perplexos em saber que tais entidades são de alguma forma financiadas pelas grandes produtoras de vacinas. Para quem acha que estou exagerando, é só ler a nota da farmacêutica Merck contra a Ivermectina. A grande mídia noticiava que a “Fabricante da Ivermectina diz que dados disponíveis não apontam eficácia contra a Covid-19”. A farsa caiu quando a verdadeira fabricante do remédio a Vitamedic veio a público desmentir a mídia e de quebra expor a real intenção da Merck em denegrir o medicamento. Simples: a Merck, que já havia fracassado na produção de uma vacina contra a COVID-19, estava desenvolvendo um medicamento contra o vírus chinês chamado Molnupiravir, muito mais caro do que a Ivermectina.

Por que as Big Pharmas (Grandes empresas do ramo farmacêutico) são contra? Porque o tratamento funciona e tem a capacidade de curar pessoas com medicação de baixo custo, atrapalhando os investimentos milionários das Big Pharmas em vacinas e remédios caríssimos, como é o caso do antiviral Remdesivir apoiado pela mídia.

Por que os políticos são contra? Porque a maioria quer manter o caos na sociedade. Na pandemia, os governos estaduais não precisam abrir licitação, assim os bilhões que o Governo Federal manda para o combate ao vírus chinês podem ser mais facilmente desviados.

Por que a esquerda é contra? Porque ela sabe que o tratamento funciona, e se fosse ministrado a toda a população acabaria com a crise da COVID-19 no Brasil. Isso é claro, seria um trunfo para o Governo Federal, o desafeto político que precisa ser eliminado do jogo sujo do Sistema.

Por que a mídia é contra? Por que ela é financiada por muitas destas grandes empresas farmacêuticas e precisa afinar seu discurso com o mercado. Com relação especificamente ao Grupo Globo de Comunicação, que inclui não só a TV, mas jornais, revistas e sites, é uma briga particular com o Governo Federal por causa dos repasses financeiros.

Por que as Big Techs (grandes empresas de tecnologia tais como Facebook, Instagram e Twitter) são contra?  Porque a maioria dos donos destas empresas são metacapitalistas, isto é, progressistas que usam o capitalismo para uma revolução socialista. Como tal, estão afinados com o Sistema, mais especificamente com o Deep State.

CONCLUSÃO

Há uma guerra de narrativas sendo travada. A turma do quanto pior melhor está apostando nessa guerra. As cidades onde o tratamento precoce foi implantado corretamente não estão em caos. Eu poderia citar aqui diversas cidades como por exemplo, Búzios, Porto Feliz, Porto Seguro, São Pedro dos Crentes, etc. Por outro lado, aqueles municípios ou estados cujos governantes são contra o tratamento precoce estão um caos, como é o caso de minha própria cidade, São José do Rio Preto. Não há mais leitos de UTIs nos hospitais para os infectados, e os casos só aumentam, mas o prefeito é irredutível, apostando no lockdown e barrando o tratamento precoce.

Quanto a essa triste realidade, há uma estatística curiosa que aponta que os estados que possuem governadores opositores ao Governo Federal são os mais afetados pelo vírus. E nessa guerra quem paga o pato é a população.

Se o tratamento funciona como admitem milhares de médicos, não só no Brasil, mas no mundo inteiro, então negar deliberadamente o acesso da população a esse benefício, configura-se em crime contra a humanidade e isso precisa de um basta urgente.

 

 

Paulo Cristiano da Silva, para Vida Destra, 24/03/2021.
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Edna Márcia
Edna Márcia
21 dias atrás

Que texto esclarecedor, excelente Parabéns 👏👏👏👏

Luiz Antonio Santa Ritta
21 dias atrás

No brilhante artigo de @pacrisoficial sob o fogo cruzado q se encontra o tratamento precoce, só posso dizer 3 coisas: 1) Quanto custa o tratamento com kit covid contra o Remdesvir? 2) Quem pode proibir a autonomia médica e a anuência do paciente; e 3) Ser despedida por salvar vidas c/inalação de hidroxicloroquina, c/certeza está praticando crime contra humanidade.

PauloSantos60D
PauloSantos60
20 dias atrás

Excelente texto! Muito esclarecer. Pena que os “canhotos”, que é quem deveriam ler essa matéria, não lerão, porque são preguiçosos pra ler um texto com mais de 4, 5 linhas e, também, por falta de capacidade cognitiva para entender essa verdadeira aula sobre o que acontece em nosso país. 👏👏👏

Last edited 20 dias atrás by PauloSantos60