Quem acompanha meus textos já deve ter percebido que tenho o costume de intitular boa parte deles com perguntas. Isso se deve ao fato de que as perguntas sempre levam o artigo a dar uma resposta ou instigar o leitor a chegar a ela.

Quem está atento ao embate político no Brasil, desde a campanha eleitoral de 2018 certamente consegue fazer uma lista de tentativas da esquerda de destruir a reputação, a força, o governo e até mesmo a vida de Jair Bolsonaro.

Veja como existem íntimas semelhanças em todas as narrativas e ações dos derrotados nas urnas em 2018 na tentativa de causar desgaste ou inviabilizar o governo do presidente eleito democraticamente neste ano. Ao que parece existe um método que segue a mesma cartilha, que basicamente é:

  • Vigiar a trajetória, as falas e os atos do presidente, desde a campanha até agora. Isto consiste em monitorar cada passo, espreitar o que ele come, como se veste, com quem conversa, onde vai, em qual hotel se hospeda, quanto gasta na diária, o que almoça, o que janta, quantas pessoas conversaram com ele e assim por diante.
  • Traçar o plano de ação a partir das informações apuadas anteriormente. Se for para caluniar, usa-se uma fala ou um factoide; que é a maior especialidade da velha imprensa brasileira, ou uma informação descontextualizada. Se for para atentado contra a vida do presidente, um trajeto (como foi o caso da tentativa de assassinato planejada pelo militante de esquerda Adélio Bispo durante a campanha de 2018). Se for uma ação política, usa-se pessoas próximas que não possuem escrúpulos, como as prostitutas políticas que usaram Bolsonaro como trampolim eleitoral visando objetivos particulares (vide Joice, Dória, Frota, Mandetta e outros que não conseguiriam ser eleitos nem para presidente da associação do bairro.)
  • Usar a mídia militante, os correligionários, os inocentes úteis descartáveis ou instituições aparelhadas. Este é o ponto em que a narrativa ou o ato de agressão se consolidam.

Observe como a mídia desmamada se ocupa o tempo todo com o propósito de enfraquecer o presidente, utilizando-se da repetição excessiva de narrativas até que os menos instruídos se rendam a elas. Os correligionários e os inocentes úteis descartáveis são dois grupos que possuem diferenças, mas são utilizados para o mesmo fim. Observe a rapidez com que advogados conceituados se dispuseram a defender Adélio Bispo horas depois do atentado em Juiz de Fora. Quem os pagou? Quem os avisou do atentado? Como tiveram tamanha agilidade e prontidão para atender um sujeito cuja decisão da justiça o considera um lobo solitário, com problemas mentais?

Ainda há que se observar a organização das instituições aparelhadas pela esquerda. Veja o caso das mentiras que foram disseminadas pelos reitores de universidades federais que se viram afetados pelo contingenciamento de verbas promovido pelo ex-ministro da Educação Abraham Weintraub, assunto o qual, já sabemos, tratava-se de uma adequação que objetivava exigir prestações de contas sobre verbas das quais os gestores não prestavam. O resultado disso todos já sabem: estudantes que não estudam protestando contra algo que não sabem do que se trata.

Observe que a sequência de ações segue a todo vapor. Depois de Queiroz, milícias, Marielle, rachadinha da ALERJ, Reunião ministerial gravada, acusações de homofobia, misoginia, nazismo, fascismo, leite condensado, churrasco com carne a preços nada populares, até o avestruz foi alvo da mídia esquerdizada, a mais nova é a CPI da Covid (ou CPI da cleptocracia, do circo, da piada). A maior prova de que o STF está se tornando o maior partido político de oposição a Bolsonaro é esse teatro chamado de CPI. Ela serve, entre outras coisas, para provar que o Brasil vive uma ditadura da toga e que isso não é nada saudável. O próprio STF sabe que o povo está a um fio de cabelo de se virar, definitivamente, contra sua atual composição. A maioria da população de bem tem ido às ruas para reivindicar pautas republicanas, democráticas e com alto teor de patriotismo. No atual momento a única instituição que deveria se retirar do embate político é o STF, para seu próprio bem. Percebo que o fechamento do STF pode muito bem ser uma das próximas pautas das ruas Brasil a fora.

Depois deste pequeno raciocínio, entendo que o fim do último teatro para destruir Bolsonaro está cada vez mais próximo. Será o maior opróbio da história do outrora importante e respeitado Senado brasileiro. Para os que fizeram parte deste ridículo e vergonhoso episódio, que a história se encarregue de puni-los, pois, a justiça…ah, a justiça brasileira… demorará uns 20 anos para ser desinfetada de militantes e de crápulas defensores de bandidos e com verniz revolucionário.

Sabendo que o modus operandi da esquerda é tão fajuto, a pergunta do título pode ser respondida assim:

Qual será a próxima “prezepada” da esquerda?

Resposta: Provavelmente a tentativa de reduzir os números das manifestações pró-Bolsonaro ou embarga-las. Muitas estão por vir. Eles farão exatamente isto. Aguardem.

 

 

Davidson Oliveira, para Vida Destra, 20/05/2021.
Sigam-me no Twitter! Vamos conversar sobre o meu artigo! ! @ProfessorDavi16

 

Receba de forma ágil todo o nosso conteúdo, através do nosso canal no Telegram!

 

As informações e opiniões expressas neste artigo são de responsabilidade de seu(s) respectivo(s) autor(es), e não expressam necessariamente a opinião do Vida Destra. Para entrar em contato, envie um e-mail ao [email protected]
Subscribe
Notify of
guest
2 Comentários
mais antigos
mais novos mais votados
Inline Feedbacks
View all comments
Fábio Sahm Paggiaro.
1 ano atrás

Concordo, Davidson. E agrego mais uma presepada: censurar as redes sociais com “agências de checagem.” Muito bom artigo.

Lenise Leila Lemos
Lenise Leila Lemos
1 ano atrás

Palavras perfeitas e bem sincronizadas, qdo encontramos alguem q entende bem o q estamos sentindo de fato, nos proporciona alivio, pois a m… toda que a esquerda ta fzdo vai virar contra ela mesma.