Você cresceu sendo ensinado que vivemos em uma democracia, de uns tempos pra cá, ouviu-se muito a expressão” Estado Democrático de Direito”, e isso é muito bom.

Você também cresceu vendo manifestações pelas ruas com muitas bandeiras vermelhas, com nomes e símbolos de sindicatos e partidos políticos, afinal tudo isso é permitido por lei.

Quando você já era um (ou uma) adolescente ouviu e viu campanhas políticas na TV e no rádio (não havia internet), onde os líderes mais exacerbados eram aqueles barbudos, com a camisa aberta até no meio do peito cabeludo, que fumavam seus cigarros e pareciam muito convictos de seus ideais.

A sua visão de democracia está intimamente ligada ao poder do povo de se manifestar; ir às ruas, gritar, agitar bandeiras.

Pois bem, esse mesmo povo, que dominou as ruas e outras partes mais do quebra-cabeça democrático, agora infesta os cargos de maior poder político no país. Eles mesmos, que se autoproclamam “libertadores do Brasil”, que possuem até indenização paga por todos nós por terem forjado uma história fajuta em livros do MEC que os consagrou como heróis; os mesmos… São eles que estão agora dando visibilidade e forjando credibilidade a agências checadoras, aos patrulheiros da moralidade, aos “defensores da democracia” e combatentes do “fascismo imaginário” ou da “ditadura da extrema direita bolsonarista”. Alguns destes fedelhos se intitulam Antifas, Black Lives Matter, UNE e mais algumas centenas de ONGs que defendem o mundo da “ameaça neonazista” que é o fetiche da atualidade.

Assim sendo, a você que está surpreso de ver uma manifestação patriótica, pacífica, com a presença confirmada de famílias, de trabalhadores de bem, de idosos, de pobre, de ricos, saiba que isso sim é uma real manifestação por um país, uma pátria, e não um amontoado de jovens lobotomizados por nossas universidades e escolas, que ainda insistem em ensinar que o Brasil para por um período de golpe (aliás, já ficou até engraçado, quando a esquerda não está no poder; é “góóópi!!!”, ou aquele bando de quebradores de patrimônio público, terroristas da mais baixa estirpe, que espalham o terror).

Sim, amigos; manifestação de rua é coisa de gente civilizada. Uma garantia segura que posso dar é de que as bandeiras serão verdes e amarelas, as pautas são em defesa de um país, de um povo e não de classes ou de ideologias. O que será quebrado é o silêncio, o que será incendiado é o coração de todo patriota, o que será exigido é nosso BRASIL de volta.

Dia 7 de setembro de 2021! Esta será a data que os livros do MEC serão obrigados a lembrar, dentro de alguns anos.

 

 

Davidson Oliveira, para Vida Destra, 02/09/2021.
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Crédito da Imagem: Luiz Jacoby @LuizJacoby

 

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